Mercados perdem força após renovarem altas recordes

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ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, com as ações do continente chinês liderando os ganhos.

O composto de Xangai subiu 2,01% para 3.603,49 pontos, enquanto o Shenzhen Component avançou 2,36%, para 15.630,57 pontos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,53%.

O Nikkei 225 do Japão subiu 0,4%, para 29.505,93 pontos.

Mais uma vez o Kospi sul-coreana caiu, desta vez recuou 0,21%, para 3.084,67 pontos.

O S & P / ASX 200 da Austrália caiu 0,86%, para 6.821,20 pontos, com a maioria dos setores no vermelho. Entre as mineradoras, BHP e Rio Tinto recuaram 0,4% cada. Entre as produtoras de petróleo, Santos subiu 1,8% e Woodside Petroleum avançou 0,2%, com a alta nos preços do petróleo no mercado internacional durante o horário asiático.

O índice MSCI para Ásia-Pacífico exceto Japão, subiu 0,54%.

EUROPA: As bolsas europeias perdem força na manhã de terça-feira, contrariando uma tendência positiva vista na Ásia e nos EUA no início da semana.

O pan-europeu Stoxx 600 recua 0,22%, com destaque para o setor petrolífero, depois que o Brent quebrou a barreira dos US $ 60 dólares por barril. O francês CAC 40 cai 0,03%, o espanhol IBEX 35 cai 0,99% e o FTSE MIB da Itália recua 0,22%.

DAX 30 da Alemanha cai 0,57% depois de atingir uma alta recorde na segunda-feira.

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,02%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Antofagasta cai 0,3%, Rio Tinto cai 0,1%, enquanto BHP e Anglo American operam estáveis. Entre as gigantes petrolíferas, BP sobe 1,1% e Royal Dutch Shell avança 1,8%.

O progresso da implantação das vacinas para o COVID-19 em grande parte da Europa continua sendo uma preocupação, tendo como pano de fundo as preocupações com a eficácia da vacina diante das novas variantes do coronavírus, principalmente aquelas oriundas da África do Sul e Brasil.

Na segunda-feira, um ensaio em pequena escala que mostrou que a vacina da AstraZeneca oferecia “proteção mínima” contra a variante sul-africana do vírus.

Por outro lado, a UE finalizou um acordo com a Pfizer e a BioNTech para o fornecimento de 300 milhões de doses adicionais de sua vacina Covid, disse um porta-voz da Comissão Europeia à Reuters na segunda-feira.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam em baixa na manhã de terça-feira, após Wall Street manter sua sequência de ganhos em fevereiro.

Na segunda-feira, os três principais índices estabeleceram outra rodada de altas recordes. O Dow subiu 0,76%, o S&P 500 avançou 0,74% e o Nasdaq Composite fechou em alta de 0,95%. O Russell 2000 saltou 2,5%, quebrando seu próprio recorde. O índice ganhou quase 16% no ano até o momento.

A alta está sendo embalada por uma temporada de fortes ganhos das empresas, avanço das vacinações contra o Covid, além do relatório de empregos encorajador da semana passada, incluindo um aumento nas horas trabalhadas, mesmo que as manchetes mostrassem uma recuperação morna.

Também ajuda no rali das ações, a notícia de que os legisladores em Washington parecem estar se aproximando de um acordo frente ao projeto de lei de alívio econômico, mesmo com o início do julgamento do segundo impeachment do ex-presidente Donald Trump.

Na agenda econômica, às 8h00 sairá dados sobre o estado da recuperação econômica com a pesquisa de pequenas empresas do NFIB e os dados de vagas e rotatividade de mão de obra do Departamento de Trabalho às 12h00.

A DuPont e a Goodyear apresentarão seus últimos balanços antes da abertura do mercado em Nova York. Outras grandes empresas de tecnologia também vão relatar seus balanços na terça-feira à tarde, incluindo Twitter e Cisco.

ÍNDICES FUTUROS – 7h20:
Dow: -0,17%
SP500: -0,14%
NASDAQ: -0,13%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: +4,32%
Brent: +0,16%
WTI: +0,33%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra ou venda de ativos.

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