Safra, BTG, Itaú e Banco do Brasil ajudam primeiro ETF de criptomedas do Brasil a arrecadar R$ 615 milhões

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O jogo mudou para o mercado de criptomoedas no Brasil agora que os principais bancos do país que antes perseguiam e reprovavam o Bitcoin e as criptomoedas ajudaram a Hashdex a captar mais de R$ 615 milhões para o primeiro ETF de criptomoedas do Brasil.

O primeiro ETF de criptomoedas do Brasil chegará a B3, Bolsa de Valores do país, com uma oferta reservada de R$ 615 milhões, segundo divulgou oficialmente a Hashdex, empresa responsável pelo produto.

O valor superou as expectativas da empresa que estiva uma reserva de R$ 250 milhões. A reserva contou com investimento do Banco do Brasil, Itaú, Banco Safra e BTG Pactual.

De acordo com o cronograma de lançamento do ETF de criptomoedas da Hashdex, na próxima segunda-feira (26) o fundo será listado na Bolsa de Valores brasileira, a B3 e os investidores poderão adquirir uma cota do ETF com investimento a partir de R$ 50.

O ETF será negociado com o ticker Hash11 e além da exposição de 80,37% em Bitcoin (BTC), o fundo está exposto a outras criptomoedas famosas no mercado, como:

  • Ethereum (ETH) 16,35%
  • Litecoin (LTC) 1,19%
  • Chainlink (LINK) 0,94%
  • Bitcoin Cash (BCH) 0,64%
  • Stellar Lumens (XLM) 0,50%

ETF de Bitcoin deve ser listado em breve

Em breve a B3, também deve listar o primeiro ETF 100% em BTC do Brasil que será gerido pela holding QR Capital por meio da QR Asset Management.

Com aprovação da Comissão de Valores Mobiliários, CVM, o ETF da QR abrirá em breve a captação de oferta primária que deve movimentar R$ 500 milhões. O ETF será negociado com o Ticker QBTC11 e deve ser aberto para negociações até o fim deste semestre.

Ainda segundo informações da QR, as negociações podem ser liberadas antes na bolsa, a depender da velocidade dos trâmites da oferta primária.

Confira o documento 

Por Cassio Gusson

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