Petrobras conclui venda de participação na Eólica Mangue Seco 2 para Mangue Seco Participações por R$ 34,2 milhões

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A Petrobras comunicou a venda da totalidade de sua participação de 51% no capital da sociedade Eólica Mangue Seco 2 para a Mangue Seco Participações, investida do FIP Pirineus, atual sócio com 49% de participação acionária.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:PETR3) (BOV:PETR4), nesta segunda-feira (31). Confira documento na íntegra.

A operação foi concluída com o pagamento nesta data de R$ 34,2 milhões para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato de compra e venda de ações.

Segundo o fato relevante da companhia, a operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

A Eólica Mangue Seco 2 faz parte de um complexo de quatro parques eólicos localizado em Guamaré, no estado do Rio Grande do Norte, com capacidade instalada total de 104 MW. A Eólica Mangue Seco 2 detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW.

De acordo com o documento, o FIP Pirineus foi constituído em 25 de setembro 2015 e tem como objetivo a participação em companhias do setor de energia renovável, dentre elas complexos eólicos, solares fotovoltaicos e desenvolvimento de tecnologia. “O FIP Pirineus atua proativamente em suas companhias investidas, com efetiva influência na definição de sua política estratégica e na sua gestão. Com a venda, o fundo passa a deter 100% de participação no capital social da Eólica Mangue Seco 2”, afirma a Petrobras.

VISÃO DO MERCADO 

Guide Investimentos 

Vemos com bons olhos a operação pois esta é mais uma etapa da política de desinvestimento que a Petrobras vem realizando ultimamente, o que possibilita a alocação de recursos para otimização de seu portfólio, o que deve beneficiar seus resultados futuros.

Lucro líquido de R$ 1,17 bilhão no 1T21, revertendo prejuízo

lucro líquido aos acionistas da Petrobras somou R$ 1,17 bilhão no primeiro trimestre, após prejuízo um ano antes. O resultado foi R$ 58,7 bilhões inferior ao quarto trimestre do ano passado, refletindo o impacto da variação cambial no resultado financeiro devido à desvalorização do real frente ao dólar e às reversões de impairment e dos gastos passados com o plano de saúde, ambos ocorridos no trimestre anterior.

receita líquida cresceu 14,2%, para R$ 86,17 bilhões, em base de comparação anual e foi 4,9% superior ao quarto trimestre, devido, principalmente, à valorização de 38% nos preços do Brent.

O lucro recorrente, que desconta dos resultados eventos que melhoraram ou pioraram o resultado da empresa e não devem se repetir em outros períodos, somou R$ 1,45 bilhão, impactado pelo efeito da depreciação do real sobre a dívida.

ebitda  – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 49,53 bilhões, após resultado negativo de R$ 29,682 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Em termos ajustados – que excluem da conta participações em investimentos, reavaliações nos preços de ativos, resultados com desinvestimentos e realização dos resultados por venda de participação societária -, o ebitda aumentou 30,5%, para R$ 48,949 bilhões.

(Informação Broadcats)

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