Petrobras diz que CVM não encontrou irregularidades em eleição de conselheiros

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A Petrobras informa que não foram apontadas irregularidades pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quanto ao processo de votação de membros do Conselho de Administração na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 12 de abril.

O comunicado foi feito pela petroleira (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) nesta segunda-feira (31).

Em comunicado enviado à CVM, a estatal destaca que no referido Parecer, a CVM manifestou que não foi identificada justa causa para o pedido de paralisação da AGE formulado por Conselheiro fiscal durante a reunião; não houve restrições no modelo de votação quanto ao direcionamento de votos aos candidatos não indicados pelo controlador; e não detectou irregularidades no cômputo de votos dos acionistas que haviam votado na eleição em separado na Assembleia Geral Ordinária de 2020. O parecer, acrescenta a petroleira, também não identificou divergências nos Boletins de Voto à Distância (BVDs) entre as versões em português e inglês.

O documento aponta ainda que houve equívoco em orientação de voto por parte de consultoria internacional contratada por investidores; e que há complexidades na cadeia de votação que podem gerar limitações para acionistas estrangeiros, diante das peculiaridades do sistema brasileiro.

Por fim, diz a Petrobras, a CVM formulou recomendações à estatal e à B3, com o intuito de aprimorar o processo de votação em Assembleias. A estatal não detalha, no entanto, quais foram as recomendações. “A companhia dará prosseguimento às suas avaliações sobre a cadeia de votação e reitera seu compromisso com a transparência”, conclui a estatal.

Lucro líquido de R$ 1,17 bilhão no 1T21, revertendo prejuízo

lucro líquido aos acionistas da Petrobras somou R$ 1,17 bilhão no primeiro trimestre, após prejuízo um ano antes. O resultado foi R$ 58,7 bilhões inferior ao quarto trimestre do ano passado, refletindo o impacto da variação cambial no resultado financeiro devido à desvalorização do real frente ao dólar e às reversões de impairment e dos gastos passados com o plano de saúde, ambos ocorridos no trimestre anterior.

receita líquida cresceu 14,2%, para R$ 86,17 bilhões, em base de comparação anual e foi 4,9% superior ao quarto trimestre, devido, principalmente, à valorização de 38% nos preços do Brent.

O lucro recorrente, que desconta dos resultados eventos que melhoraram ou pioraram o resultado da empresa e não devem se repetir em outros períodos, somou R$ 1,45 bilhão, impactado pelo efeito da depreciação do real sobre a dívida.

ebitda  – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 49,53 bilhões, após resultado negativo de R$ 29,682 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Em termos ajustados – que excluem da conta participações em investimentos, reavaliações nos preços de ativos, resultados com desinvestimentos e realização dos resultados por venda de participação societária -, o ebitda aumentou 30,5%, para R$ 48,949 bilhões.

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