Aliansce Sonae aprova emissão de debêntures no valor de R$ 400 milhões

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O Conselho de Administração da Aliansce Sonae aprovou a 4º emissão de debêntures simples. Serão 400.000, correspondentes a R$ 400 milhões, com possibilidade de aumento em até 20% com o exercício total ou parcial da Opção de Lote Adicional, a critério da companhia.

O fato relevante foi feito pela empresa (BOV:ALSO3) nesta quinta-feira (02). Confira o comunicado na íntegra.

As debêntures terão prazo de vencimento de aproximadamente 2.564 dias, contados da data de emissão, informa a companhia. O valor nominal unitário será atualizado mensalmente, pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os títulos terão juros remuneratórios correspondentes a um determinado percentual ao ano, base 252, “a ser definido um dia útil imediatamente anterior à data de realização do procedimento de coleta de intenções de investimentos, limitada o maior entre: a cotação indicativa divulgada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) da taxa interna de retorno do Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, e vencimento em 15 de agosto de 2028.”

As debêntures servirão de lastro para a 347ª série da 1ª emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) da RB Sec Companhia de Securitização, com distribuição pública.

Queda de 59,6% do lucro líquido no 1T21, para R$ 41,8 milhões

lucro líquido atribuível aos sócios controladores da Aliansce Sonae caiu 59,6% no primeiro trimestre de 2021, para R$ 41,8 milhões no mesmo período.

receita líquida chegou a R$ 197 milhões, queda de 14,1% no comparativo anual.

ebtida – lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação – registrou retração de 14,1%, para R$ 197 milhões, devido ao resultado operacional que foi afetado pela nova onda de fechamentos e restrições de funcionamento nos shoppings.

A companhia informou que durante o primeiro trimestre, o Brasil enfrentou um novo agravamento da crise de covid-19 e, consequentemente, seu portfólio de shoppings passou por uma nova onda de fechamentos e restrições operacionais.

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