Copel: Aneel homologa resultado do 5º Ciclo de Revisão Tarifária da companhia

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A Copel comunicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou, em sua 22ª Reunião Pública Ordinária, realizada hoje, o resultado do 5º Ciclo de Revisão Tarifária da Copel, com o estabelecimento de R$ 8.362,1 milhões para o valor da base de remuneração regulatória líquida.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:CPLE3) (BOV:CPLE5) (BOV:CPLE6) nesta terça-feira (22).

Isso representa um incremento de aproximadamente 70% ante os R$ 4.920,4 milhões do 4º Ciclo de Revisão Tarifária.

Segundo a Copel, isso é “reflexo do reconhecimento como investimento prudente de 100% dos investimentos realizados nos últimos 5 anos e a consequente inclusão na base de remuneração”.

O aumento passa a vigorar a partir de 24 de junho próximo. Ele “aplica o efeito médio a ser percebido pelos consumidores de 9,89%, sendo de 9,57% em média para os consumidores em alta tensão e de 10,04% em média para os consumidores em baixa tensão”.

Copel (CPLE6): lucro líquido de R$ 795,2 milhões no primeiro trimestre, alta de 55,6%

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) reportou lucro líquido atribuível aos sócios da companhia de R$ 785,8 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 53,2% ante os R$ 512,3 milhões em igual período do ano passado. O lucro consolidado chegou a R$ 795,2 milhões, alta de 55,6% no mesmo período de comparação.

O crescimento, segundo a empresa, reflete a maior receita operacional líquida, a equivalência patrimonial e o acréscimo do resultado financeiro.

Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ficou em R$ 1,3 bilhão, alta de 18,8% sobre janeiro a março de 2020. Já a receita operacional líquida acumulada até março de 2021 somou R$ 4,985 bilhões, alta de 22,6% sobre o mesmo período do ano passado.

receita líquida avançou 22,6%, para R$ 4,98 bilhões, no comparativo anual —, a equivalência patrimonial e o acréscimo do resultado financeiro, compensado pelo aumento nos custos e despesas operacionais, decorrente, principalmente, dos custos relativos à alta do dólar, que afetou a compra de energia de Itaipu, e do despacho térmico fora da ordem de mérito que elevou os encargos do sistema.

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