JBS: empresa está recebendo assistência do governo norte-americano por ataque cibernético

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A vice-secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, informou que a JBS (BOV:JBSS3) notificou, no último domingo, ter sido vítima de uma ataque cibernético e está recebendo assistência do governo norte-americano.

Em conversa com repórteres a bordo do avião presidencial, a porta-voz explicou que a empresa foi alvo de uma ofensiva ransomware, em que os criminosos bloqueiam acesso ao sistema infectado e cobram espécie de resgate para a liberação.

Jean-Pierre disse que a filial da processadora brasileira nos Estados Unidos revelou que os hackers estão ligados a uma quadrilha “provavelmente baseada na Rússia”.

Segundo ela, autoridades americanas “estão diretamente engajadas com o governo russo para expressar a mensagem a mensagem de que estados responsáveis não refugiam criminosos de ransomware”.

A secretária acrescentou que a Casa Branca ofereceu assistência e está em contato constante com as lideranças da JBS e que o Departamento de Energia está avaliando os possíveis impactos do ataque na oferta de carne no país.

JBS: ataques nas unidades dos EUA e Austrália deixa empresas em alerta máximo

Unidades da JBS na América do Norte e Australia sofreram ataques hackers no último fim de semana, segundo comunicado da empresa divulgado ontem à noite. Ainda não há informações se o ataque foi de um ransomware, que sequestra os computadores e só os liberta sob pagamento de resgate.

A empresa informou, no entanto, que a resolução do incidente levará tempo, o que pode atrasar determinadas transações com clientes e fornecedores.

Lucro líquido de R$ 2 bilhões no 1T21, revertendo prejuízo bilionário

A JBS, companhia da família Batista, reportou ontem um lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, já sinalizando um dividendo superior a R$ 3 bilhões em 2022, novo recorde. Nos três primeiros meses do ano passado, a empresa divulgou prejuízo de R$ 5,9 bilhões.

A JBS, companhia da família Batista, reportou ontem um lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, já sinalizando um dividendo superior a R$ 3 bilhões em 2022, novo recorde. Nos três primeiros meses do ano passado, a empresa divulgou prejuízo de R$ 5,9 bilhões.

“Nossa plataforma diversificada por geografias e por tipo de proteína tem demonstrado uma importante resiliência no nosso resultado. Independente dos desafios enfrentados, nossas unidades de negócios responderam bem e apresentaram evolução em indicadores financeiros importantes, como receita líquida, ebitda e lucro líquido”, disse o presidente da companhia, Gilberto Tomazoni.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – aumentou 69,4%, para R$ 6,71 bilhões. Em termos ajustados, o ebitda aumentou 75,8%, para R$ 6,876 bilhões.

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