Linx: relator do caso Linx/Stone afirma em sessão de julgamento que negócio deve ser aprovado sem restrições

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O relator do caso envolvendo a compra da produtora de software para varejo Linx (BOV:LINX3) pela empresa de meios de pagamentos Stone, afirmou em sessão de julgamento da operação que o negócio pode ser aprovado sem restrições.

“A operação merece ser aprovada sem restrições, conforme concluiu a SG (Superintendência Geral do Cade)”, disse o relator, Sergio Ravagnani, em sessão transmitida online.

A operação recebeu objeções de rivais como Cielo e Safra, que citaram, segundo a leitura do relator, que clientes de softwares da Linx poderiam ser forçados a migrarem suas soluções de pagamentos para a Stone.

Prejuízo líquido de R$ 6,87 milhões no 1T21, queda de 24%

Linx teve prejuízo líquido de R$ 6,87 milhões no primeiro trimestre de 2021, queda de 24% em relação ao prejuízo em igual período de 2020.

receita líquida nos três primeiros meses de 2021, por sua vez, teve alta de 10,6% no comparativo anual, a R$ 230,6 milhões.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – foi de R$ 46,3 milhões, alta de 24% na comparação anual.

A empresa apontou que a Linx Digital alcançou participação de 14,7% na receita recorrente trimestral. O Linx Pay chegou a 13,1% de participação. Já a Linx Core avançou para 14,6%.

Informações Reuters

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