Raízen protocola prospecto de sua oferta inicial de ações

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Raízen, joint venture entre a Cosan (BOV:CSAN3) e a Shell na área de distribuição de combustíveis e produção de açúcar e etanol, protocolou o prospecto de sua oferta inicial de ações, segundo registro disponibilizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Uma operação, que envolve a venda de ações preferenciais da companhia, será coordenada por um consórcio de 12 bancos, liderado por BTG Pactual, Citi, Bank of America e Credit Suisse.

Também participam do Bradesco BBI, JPMorgan, Santander, XP, HSBC, Morgan Stanley, Safra e Scotiabank.

A Raízen afirma no documento que pretende usar recursos da oferta para construir novas plantas para expandir a produção de vendas de biocombustíveis, além de investir em eficiência e produtividade e na infraestrutura de armazenagem e logística para informações o crescimento de volume de renováveis ??e açúcar.

A companhia, que se apresenta como líder mundial em biocombustíveis, diz ter tido receita líquida de R$ 114,6 bilhões no exercício social terminado em 31 de março último, o que a colocava entre as cinco maiores empresas do Brasil em receita.

Os sócios não venderão na participação na oferta, que envolverá a venda apenas de ações preferenciais.

Atualmente, a Raízen conta com 26 unidades de produção de açúcar, etanol e bioenergia. Uma meta divulgada anteriormente indicou que a moagem de cana da companhia poderia aumentar para até 64 milhões de toneladas em 2021/22.

VISÃO DO MERCADO 

Guide Investimentos 

A Cosan deu mais um importante passo em relação ao já aguardado processo de IPO de mais uma empresa do seu portfólio, que deve movimentar entre R$ 10 bilhões a R$ 13 bilhões, podendo ser a maior oferta pública já feita na bolsa brasileira. Vemos o movimento com bons olhos, visto que a oferta primária, como declarado pela empresa, será usada na expansão do seu ‘’core business’’, para aproveitar o aumento de demanda por açúcar e renováveis, junto a abertura comercial. Vale ressaltar que a Raízen já está no radar de investidores estrangeiros que buscam empresas eficientes e com políticas ESG.

Informações CNN

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