Cade aprova aquisição da Copel Telecomunicações pela Bordeaux Participações pelo valor de R$ 2, 395 bilhões

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A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição da Copel Telecomunicações pela Bordeaux Participações, informou a elétrica paranaense Copel (BOV:CPLE11).

O comunicado foi feito pela companhia (BOV:CPLE3) (BOV:CPLE5) (BOV:CPLE6) na sexta-feira (09). Confira o documento na íntegra.

A decisão do órgão antitruste transitará em julgado 15 dias após a publicação no Diário Oficial da União, ocorrida também nesta sexta.

Os ativos de telecomunicações da Copel foram vendidos à Bordeaux por R$ 2,395 bilhões, em leilão realizado na B3 em novembro do ano passado.

O valor será atualizado pela taxa básica de juros Selic até a liquidação da operação.

“Além do trânsito em julgado da decisão do Cade, a efetivação da operação também está condicionada à verificação de outras condições precedentes, nos termos estabelecidos no contrato”, acrescentou a Copel em comunicado ao mercado.

A Copel pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 11 de agosto.

Lucro líquido de R$ 795,2 milhões no primeiro trimestre, alta de 55,6%

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) reportou lucro líquido atribuível aos sócios da companhia de R$ 785,8 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 53,2% ante os R$ 512,3 milhões em igual período do ano passado. O lucro consolidado chegou a R$ 795,2 milhões, alta de 55,6% no mesmo período de comparação.

O crescimento, segundo a empresa, reflete a maior receita operacional líquida, a equivalência patrimonial e o acréscimo do resultado financeiro.

Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ficou em R$ 1,3 bilhão, alta de 18,8% sobre janeiro a março de 2020. Já a receita operacional líquida acumulada até março de 2021 somou R$ 4,985 bilhões, alta de 22,6% sobre o mesmo período do ano passado.

receita líquida avançou 22,6%, para R$ 4,98 bilhões, no comparativo anual —, a equivalência patrimonial e o acréscimo do resultado financeiro, compensado pelo aumento nos custos e despesas operacionais, decorrente, principalmente, dos custos relativos à alta do dólar, que afetou a compra de energia de Itaipu, e do despacho térmico fora da ordem de mérito que elevou os encargos do sistema.

Informações Reuters

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