Confira os Indicadores Econômicos desta sexta-feira (16/07/2021) - IGP-10, IPC-S, IPC, Balança Comercial…

LinkedIn

Confira os principais indicadores econômicos de hoje, em destaque o Índice Geral de Preços – 10 variou 0,18% em julho. No mês anterior, o índice havia subido 2,32%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 15,52% no ano e de 34,61% em 12 meses. Em julho de 2020, o índice variara 1,91% no mês e acumulava elevação de 8,57% em 12 meses.

Brasil

  • IGP-10 variou 0,18% em julho, acumulando alta de 15,52% no ano

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,18% em julho. No mês anterior, o índice havia subido 2,32%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 15,52% no ano e de 34,61% em 12 meses. Em julho de 2020, o índice variara 1,91% no mês e acumulava elevação de 8,57% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,07% em julho. No mês anterior, o índice havia registrado alta de 2,64%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram de 1,66% em junho para 1,27% em julho. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,06% para 2,10%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 1,58% em julho. No mês anterior, a taxa havia sido 2,29%.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 2,24% em junho para 0,90% em julho. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 2,46% para 0,25%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,08% em julho, ante 2,57% no mês anterior.

  • IPC-S da segunda quadrissemana de julho de 2021 subiu 0,88%

O IPC-S da segunda quadrissemana de julho de 2021 subiu 0,88% e acumula alta de 8,71% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, três das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação.

A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (2,39% para 3,28%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 22,83% para 31,52%.

Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (1,06% para 1,45%) e Alimentação (0,49% para 0,54%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (3,27% para 4,88%) e frutas (-2,14% para -1,12%).

Europa

  • Índice de preços ao consumidor da zona do euro subiu 1,9% em junho

O índice de preços ao consumidor dos países que compõem a zona do euro subiu 1,9% em junho na comparação com o mesmo período de 2020, após a alta de 2,0% de maio, segundo dados revisados divulgados pela agência de estatísticas Eurostat.

A leitura preliminar mostrava dado idêntico. O núcleo do índice, que exclui do cálculo os preços de energia, alimentos, álcool e tabaco, subiu 0,9% em junho em base anual (sem revisão), após a alta de 1,0% de maio.

Os preços de alimentos, álcool e tabaco subiram 0,5% em junho (revisão de -0,1 ponto percentual), mesma alta de 0,5% em maio, e os preços de energia avançaram 12,6% (revisão de +0,1 pp), após a alta de 13,1% no mês anterior.

  • Exportações da zona do euro caíram pelo quinto mês consecutivo em maio

As exportações da zona do euro caíram pelo quinto mês consecutivo em maio, sinalizando que o comércio internacional manteve ritmo fraco apesar do relaxamento de medidas de restrição ligadas à pandemia de covid-19.

Dados com ajustes sazonais publicados nesta sexta-feira pela Eurostat, como é conhecida a agência de estatísticas da União Europeia, mostram que as exportações da zona do euro diminuíram 1,5% em maio ante abril.

As importações, por outro lado, cresceram 0,7% no mesmo período. Já o superávit da balança comercial da zona do euro ficou em 9,4 bilhões de euros em maio, também no cálculo com ajustes sazonais, encolhendo significativamente em relação ao saldo positivo de 13,4 bilhões de euros de abril.

Estados Unidos

  • Estoques das empresas dos Estados Unidos subiram 0,5% em maio

Os estoques das empresas dos Estados Unidos subiram 0,5% em maio ante abril, para US$ 2,039 trilhões, segundo dados ajustados para efeitos sazonais divulgados pelo Departamento do Comércio. Analistas previam alta de 0,5%.

Por setor, os estoques das fábricas cresceram em 0,9% em comparação com o mês anterior. Os estoques de varejo caíram 0,8% e os de atacado avançaram 1,3% na mesma base de comparação.

A relação entre estoques e vendas foi de 1,26 em maio, acima da leitura de 1,25 de abril e abaixo do 1,55 de maio de 2020.

  • Vendas no varejo dos Estados Unidos subiram 0,6% em junho

As vendas no varejo dos Estados Unidos subiram 0,6% em junho em comparação com o mês anterior, já descontados os fatores sazonais, e somaram US$ 621,3 bilhões, segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio.

Em maio, as vendas tiveram queda de 1,7% na comparação com abril (dado revisado). Os analistas esperavam baixa de 0,4% em junho em base mensal.

Na comparação com junho de 2020, as vendas no varejo norte-americano tiveram alta de 18,0%. Excluindo veículos, as vendas no varejo subiram 1,3% em junho na comparação mensal.

Japão

  • Banco central do Japão reduziu sua previsão de crescimento para este ano fiscal

O banco central do Japão reduziu sua previsão de crescimento para este ano fiscal nesta sexta-feira, uma vez que novas medidas emergenciais de contenção para combater a pandemia de Covid-19 afetou o consumo, reforçando as expectativas de que o país ficará atrás de seus pares globais em reduzir o forte estímulo.

Com a política monetária em modo de espera, o Banco do Japão se aproximou ainda mais de territórios desconhecidos ao apresentar detalhes de um novo esquema para financiar atividades buscando combater a mudança climática.

O banco central também divulgou uma lista de outras medidas que irá adotar sobre mudança climática, incluindo um plano de começar a comprar títulos verdes.

Deixe um comentário