Petrobras vende a totalidade de sua participação no Campo de Papa-Terra para 3R Petroleum por US$ 105,6 milhões

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A Petrobras assinou contrato com a 3R Petroleum (BOV:RRRP3) para a venda da totalidade de sua participação no Campo de Papa-Terra, localizado na Bacia de Campos, por 105,6 milhões de dólares, informou a estatal.

O fato relevante foi feito pela petroleira (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) nesta segunda-feira (12).

Segundo a petroleira, o montante envolve uma parcela de 6 milhões de dólares pagos nesta data, US$ 9,6 milhões a serem pagos no fechamento da transação e US$ 90 milhões em pagamentos contingentes relacionados a níveis de produção do ativo e preços futuros do petróleo.

A conclusão da operação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, incluindo a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), acrescentou a empresa.

O campo de Papa-Terra faz parte da concessão BC-20 e está localizado em lâmina d’água de 1.200 m, tendo iniciado operação em 2013. Em 2021, registrou até junho produção média de óleo e gás 17,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), por meio de suas duas plataformas.

A Petrobras é a operadora do campo, com 62,5% de participação, em parceria com a Chevron, que detém os 37,5% restantes.

Sobre o campo de Papa-Terra

O campo de Papa-Terra faz parte da concessão BC-20 e está localizado em lâmina d’água de 1.200 m. O campo iniciou sua operação em 2013 e sua produção média de óleo e gás em 2021, até junho, foi de 17,9 mil boe/dia, através de duas plataformas, P-61 do tipo TLWP (Tension Leg Wellhead Platform) e P-63 do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading), onde é realizado o processamento de toda a produção.

A Petrobras é a operadora do campo, com 62,5% de participação, em parceria com a Chevron, que detém os 37,5% restantes.

A Petrobras pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 29 de julho

Lucro líquido de R$ 1,17 bilhão no 1T21, revertendo prejuízo

lucro líquido aos acionistas da Petrobras somou R$ 1,17 bilhão no primeiro trimestre, após prejuízo um ano antes. O resultado foi R$ 58,7 bilhões inferior ao quarto trimestre do ano passado, refletindo o impacto da variação cambial no resultado financeiro devido à desvalorização do real frente ao dólar e às reversões de impairment e dos gastos passados com o plano de saúde, ambos ocorridos no trimestre anterior.

receita líquida cresceu 14,2%, para R$ 86,17 bilhões, em base de comparação anual e foi 4,9% superior ao quarto trimestre, devido, principalmente, à valorização de 38% nos preços do Brent.

O lucro recorrente, que desconta dos resultados eventos que melhoraram ou pioraram o resultado da empresa e não devem se repetir em outros períodos, somou R$ 1,45 bilhão, impactado pelo efeito da depreciação do real sobre a dívida.

ebitda  – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 49,53 bilhões, após resultado negativo de R$ 29,682 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Em termos ajustados – que excluem da conta participações em investimentos, reavaliações nos preços de ativos, resultados com desinvestimentos e realização dos resultados por venda de participação societária -, o ebitda aumentou 30,5%, para R$ 48,949 bilhões.

Informações Reuters

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