Suzano conclui resgate da totalidade das 5,250% Notes de sua emissão, com vencimento em 2024

LinkedIn

A Suzano concluiu o resgate da totalidade das 5,250% Notes de sua emissão, com vencimento em 2024. O valor total da operação ficou em US$ 352,793 milhões.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:SUzB3) nesta terça-feira (27). Confira o documento na íntegra.

Sua subsidiária integral Fibria Overseas Finance Ltd. concluiu, em 26 de julho de 2021, o resgate da totalidade das 5,250% Notes de sua emissão, com vencimento em 2024, pelo valor total de US$ 352.793.000,00 do montante principal agregado, de acordo com os termos e condições da Indenture, datada de 12 de maio de 2014, conforme aditada pelo primeiro aditamento à Indenture datado de 12 de maio de 2014, entre a Emissora, a Garantidora e o Deutsche Bank Trust Company Americas, como trustee, registrador, agente de pagamento e agente de transferência.

A Suzano Pulp and Paper Europe S.A., subsidiária integral da Suzano, concluiu, nesta data, a liquidação antecipada do contrato de pré-pagamento de exportação, celebrado em 4 de dezembro de 2018, como parte da estrutura de funding para pagamento da parcela caixa referente à transação de combinação de negócios com a Fibria Celulose S.A., tendo a Companhia como garantidora da operação.

Na presente data o saldo atualizado do Contrato de Pré-Pagamento era de US$ 333.152.173,91, ao custo de Libor + 1,15% a.a., com prazo médio de 24 meses e vencimento final em 4 de dezembro de 2023. Com a conclusão do Resgate das Notes 2024, e o pagamento antecipado do Contrato de Pré-Pagamento, a Suzano segue aprimorando o cronograma de amortização de sua dívida a custo competitivo, em linha com sua estratégia de liability management, tendo utilizado como fonte de recursos para as operações acima citadas a emissão do Sustainability-linked bond.

A Suzano pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 11 de agosto.

Prejuízo líquido diminui 79,5% no 1T21, para R$2,76 bilhões

A Suzano, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, registrou prejuízo líquido de R$ 2,76 bilhões no primeiro trimestre, queda de 79,5% ante a perda de R$ 13,42 bilhões informada no mesmo período do ano passado.

A última linha do balanço é explicada pelo resultado financeiro líquido negativo em R$ 8,67 bilhões, afetado pelo impacto negativo da variação cambial e de operações com derivativos. O indicador, entretanto, registrou recuo de 61,4% ante o resultado financeiro negativo de R$ 22,44 bilhões registrado no primeiro trimestre de 2020.

receita líquida avançou 27,3% de janeiro a março, para R$ 8,89 bilhões.

Deixe um comentário