Azul atualizou seus planos de parceria com a Lilium para construir aeronaves eVTOL com valor total de até US$1 bilhão

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A Azul atualizou seus planos de parceria estratégica com a Lilium GmbH, para construir uma malha exclusiva com aeronaves “eVTOL” no Brasil. Essa potencial parceria pode ter um valor total de até US$1 bilhão e inclui uma frota de 220 aeronaves eVTOL, com operação prevista a partir de 2025.

O fato relevante foi feito pela companhia (BOV:AZUL4) nesta segunda-feira (02). Confira o comunicado na íntegra.

Esta aliança estratégica e pedido de aeronaves permanece sujeita à finalização dos termos comerciais entre as partes e documentação definitiva relacionada ao acordo. Por meio dessa potencial malha aérea, a Azul pretende aumentar a conectividade no Brasil em um plano cada vez mais inovador.

Esse anúncio reforça a estratégia da Azul em acelerar seus compromissos “ESG”, alavancando, de forma inédita, o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio de uma aeronave 100% elétrica e com emissão zero de carbono.

“A Azul tem o mais exclusivo e sustentável modelo de negócios do Brasil. Nossa presença de marca, nossa malha com exclusiva conectividade e nosso robusto programa de fidelidade nos fornecem as ferramentas para criar os mercados e a demanda para a operação com jatos Lilium no Brasil. Assim como fizemos no mercado doméstico brasileiro nos últimos 13 anos, esperamos novamente, agora com os jatos da Lilium, criar um mercado totalmente inovador nos próximos anos”, afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

A Azul pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 12 de agosto.

 Confira a agenda completa de resultados do segundo trimestre de 2021 (2T21)

Prejuízo líquido de R$ 2,6 bilhões no primeiro trimestre

A Azul registrou prejuízo líquido de R$ 2,65 bilhões entre janeiro de março deste ano, valor 56,8% menor do que os R$ 6,13 bilhões (também de prejuízo) apurados no mesmo intervalo do ano passado.

No trimestre, a companhia aérea transportou 5,25 milhões de passageiros pagantes, 20,2% menos do que nos três primeiros meses do ano passado.

receita operacional líquida totalizou R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre, queda de 34,9% em relação ao mesmo período de 2020, representando uma redução de 34,9% ano contra ano devida à redução de 23,0% na capacidade e 15,4% no RASK causados pela pandemia do COVID-19.

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