Oi informa conclusão da subscrição e integralização das notes units no valor total de USD 880 milhões

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Oi informou a conclusão da subscrição e integralização das notes units, compreendidas por sênior notes emitidas pela sua controlada direta Oi Móvel – Em Recuperação Judicial com garantias reais e fidejussórias prestadas pela Oi Móvel e pela Companhia no valor total de USD 880 milhões e juros remuneratórios semestrais de 8.750% ao ano; e a quitação integral das debêntures da 1ª emissão da Oi Móvel, com vencimento em janeiro de 2022 e valor principal de R$ 2,5 bilhões (incluindo juros e encargos).

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:OIBR3) (BOV:OIBR4) nesta segunda-feira (02).Confira o documento na íntegra.

A operação constitui mais uma etapa do processo de reestruturação da Oi e suas subsidiárias em recuperação judicial, em linha com o Plano de Recuperação Judicial aditado e o Plano Estratégico de Transformação, tendo como objetivo a otimização das operações e incremento dos resultados das Recuperandas e demais subsidiárias diretas e indiretas da Oi.

Este Comunicado ao Mercado não constitui uma oferta de venda das Notes, nem uma solicitação de oferta para compra das Notes, e não deverá haver qualquer venda destas Notes em qualquer Estado ou jurisdição na qual esta oferta seja proibida, de acordo com as leis de valores mobiliários daquele estado ou jurisdição.

A empresa pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 12 de agosto.

Oi (OIBR3) 1T20: Prejuízo Líquido de R$ 6,28 bilhões

A empresa de telecomunicações Oi, que está em regime de recuperação judicial, registrou prejuízo líquido de R$ 6,28 bilhões no primeiro trimestre de 2020, depois de ter apurado um lucro líquido de R$ 568,4 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado é o atribuído aos sócios controladores da companhia.

A empresa é negociada na B3 através dos papéis (BOV:OIBR3) e (BOV:OIBR4). O resultado foi divulgado na noite de segunda-feira, 15 de junho. A quarta maior empresa de telefonia móvel do país, que está há quatro anos em recuperação judicial, adiou a divulgação para focar na preparação de uma proposta de alteração ao plano de reestruturação.

A Oi apurou uma receita líquida de R$ 4,74 bilhões no primeiro trimestre deste ano, em queda de 7,4% ante a receita de R$ 5,13 bilhões um ano antes.

O custo de vendas dos serviços no primeiro trimestre deste ano foi de R$ 3,66 bilhões, em queda de 5,3% sobre os R$ 3,83 bilhões do mesmo período de 2019.

A despesa operacional da companhia quase triplicou no período, passando de R$ 331,6 milhões no primeiro trimestre de 2019 para R$ 895,2 milhões no primeiro trimestre de 2020.

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