Petróleo fecha em baixa com dados fracos da economia na China e nos Estados Unidos

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O preço do contrato futuro de petróleo WTI fechou o dia em alta, renovando máxima em sete anos, impulsionado pela demanda crescente à medida que restrições por covid-19 são suspensas e países trocam o gás natural pela commodity. No entanto, o Brent – usando como referência no mercado internacional – não conseguiu sustentar a alta da manhã e terminou o dia em queda.

Dados da economia chinesa pesaram um pouco sobre a confiança dos investidores. Números divulgados mais cedo mostraram que a economia da China cresceu 4,9% no terceiro trimestre em relação ao ano anterior, uma desaceleração em relação à taxa de 7,9% do segundo trimestre. A escassez de energia e os problemas da cadeia de abastecimento aumentaram o impacto dos esforços de Pequim para controlar seus setores de propriedade e tecnologia.

“Os preços do petróleo subiram nos últimos dias por causa das preocupações sobre a escassez de combustível para carvão na China, juntamente com os preços acentuadamente mais altos do gás natural, tornando o velho óleo sujo mais atraente para manter as luzes acesas”, disse o analista sênior de mercado do The Price Futures Group, Phil Flynn.

Países como o Japão e os Estados Unidos começaram a se mobilizar para aumentar a produção de petróleo em uma tentativa de amortecer o golpe do aumento dos custos da energia, que tem impacto direto na inflação.

Depois de subir mais de 1%, o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para novembro fechou com alta de 0,19%, cotado a US$ 82,44 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para dezembro recuou 0,62%, cotado a US$ 84,33 o barril.

Informações Agência CMA

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