As ações da DocuSign (DOCU, D1OC34) despencam até 40% na sexta-feira depois de uma orientação baixa

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As ações da DocuSign (NASDAQ:DOCU), fabricante de software de assinatura eletrônica, caíram cerca de 39,4% durante as negociações de sexta-feira (03), depois que a empresa divulgou previsões para o quarto trimestre que ficaram aquém das estimativas dos analistas.

A DocuSign também é negociada na B3 através do ticker (BOV:D1OC34).

As ações D1OC34 estão em queda de -39,0%, ou menos R$ 25,70 reais por ação – cotadas a um último preço de R$ 40,24 reais, na sexta-feira. O Mínimo de 52 semanas é de R$ 38,72 reais. O Máximo de 52 semanas é de R$ 82,50 reais.

A DocuSign previu que a receita do quarto trimestre ficaria entre US$ 557 milhões e US$ 563 milhões, enquanto os analistas tinham uma receita média esperada de US$ 573,8 milhões para o trimestre, de acordo com a Refinitiv.

Ainda assim, a DocuSign superou as expectativas dos analistas para o terceiro trimestre, relatando lucro por ação de 58 centavos, ajustado, em comparação com 46 centavos que os analistas anteciparam, e US$ 545,5 milhões em receita contra US$ 531 milhões esperados, de acordo com a Refinitiv.

Várias empresas, incluindo JPMorgan, Piper Sandler, UBS e Wedbush baixaram suas classificações sobre as ações após o relatório de lucros. Embora o analista do Citi Tyler Radke tenha mantido uma classificação de compra, ele cortou seu preço-alvo de US$ 389 por ação para US$ 231, chamando o relatório de “um dos maiores [software como serviço] farejadores da memória recente”.

“O vento a favor da pandemia parou muito mais rápido do que o esperado para a DocuSign, pegando a empresa desprevenida”, escreveu Sterling Auty, analista do JPMorgan, em nota aos clientes.

A empresa teve um rápido crescimento, pois se beneficiou do aumento do trabalho remoto durante a pandemia. A DocuSign relatou seu sexto período consecutivo de crescimento de receita de mais de 40%, mas disse que no próximo trimestre espera um crescimento de cerca de 30%.

O CEO Dan Springer reconheceu que o número seria uma decepção após esse crescimento excepcional no início do ano.

“Embora esperássemos uma eventual redução dos níveis máximos de crescimento alcançados durante o auge da pandemia, o ambiente mudou mais rapidamente do que antecipávamos”, disse Springer na teleconferência.

A empresa disse ainda que seu presidente internacional, que antes era diretor financeiro, deixou a empresa em 30 de novembro.

Fontes: CNBC, WSJ, FX empire, FX Street, Reuters, The Street, TipRanks

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