Petróleo fecha em queda, devido ao rápido aumento global das infecções por coronavírus

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Os preços dos contratos futuros de petróleo encerram a segunda-feira em queda superior a 1%, devido ao rápido aumento global das infecções por coronavírus, que preocupam os traders em relação à sua ameaça à demanda.

“Os preços do petróleo estão acompanhando a queda do mercado de ações devido aos temores causados pela Ômicron”, afirma o analista da Price Futures, Phil Flynn. O mercado também recuou dos ganhos do início da sessão, já que a Líbia disse que a produção estava aumentando.

As ações mundiais caíram novamente, enquanto os juros projetados do Tesouro de 10 anos atingiu uma alta de dois anos, com os investidores reduzindo ativos de risco já que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve aumentar as taxas básicas este ano.

As preocupações com a nova cepa se espalharam pelo mercado de petróleo, empurrando os preços para baixo. Na semana passada, os preços do petróleo subiram 5% depois que protestos no Cazaquistão interromperam as linhas de trem e atingiram a produção no campo petrolífero de Tengiz, enquanto a manutenção de oleodutos na Líbia reduziu a produção para 729 mil barris por dia (bpd) de uma alta de 1,3 milhão de bpd no ano passado.

O maior empreendimento petrolífero do Cazaquistão, Tengizchevroil, está aumentando gradualmente a produção para atingir taxas normais no campo de Tengiz depois que protestos limitaram a produção nos últimos dias, disse a operadora Chevron no domingo.

Assim, o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para fevereiro caiu 0,98%, cotado a US$ 78,23 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para março recuou 1,23%, cotado a US$ 80,87 o barril.

Informações Agência CMA

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