Ações da RH caem após empresa reduzir perspectiva para o ano

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A cadeia de móveis de alta qualidade RH (NYSE:RH) reduziu na quarta-feira (29) suas perspectivas para a receita de 2022, antecipando que a demanda do consumidor por seus produtos continuará a diminuir na segunda metade do ano.

A empresa agora vê as vendas anuais cair entre 2% e 5%, em comparação com as expectativas anteriores que viram as vendas estáveis ​​em até 2%. A empresa disse que ainda espera que a receita em seu segundo trimestre fiscal caia entre 1% e 3% em relação aos níveis do ano anterior.

As ações da RH caíram cerca de 8,9% nas negociações de pré-mercado de quinta-feira. A ação já havia caído quase 3% durante o pregão regular de quarta-feira antes do balanço, fechando em US$ 237,32.
A RH também é negociada na B3 através do ticker (BOV:R2HH34).

“Com as taxas de hipoteca dobrando os níveis do ano passado, as vendas de casas de luxo caíram 18% no primeiro trimestre e a previsão do Federal Reserve de outro aumento de 175 pontos-base na taxa de fundos do Fed até o final do ano, nossa expectativa é que a demanda continue a desacelerar ao longo do ano”, disse o CEO Gary Friedman em comunicado.

Ele acrescentou que os próximos trimestres representarão um desafio de curto prazo para a empresa, já que a RH supera um período de alta demanda nos primeiros dias da pandemia de Covid.

A empresa alertou no início de junho que estava vendo uma queda na demanda atrelada à invasão russa da Ucrânia. Ainda assim, Friedman disse na época que 2022 estava prestes a marcar o início de um novo capítulo de crescimento para os negócios.

A receita da RH no período de três meses encerrado em 30 de abril totalizou US$ 957 milhões, acima dos US$ 861 milhões do mesmo período do ano anterior.

A RH também disse na quarta-feira que não recomprou nenhuma ação desde que anunciou em 2 de junho a expansão de seu plano de recompra de ações ordinárias.

As ações da varejista caíram 55% no acumulado do ano, até o fechamento do mercado na quarta-feira.

Fontes: CNBC, WSJ, FX empire, FX Street, Reuters, The Street

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