suporte@advfn.com.br   (11) 4196 6600
Registre-se Agora! Login
Principal Discussões Favoritas Ativos Favoritos Minhas Discussões 
Monitor Principal Microscópio Índice Bovespa Índices Mundiais ADRs da NYSE 
Cotação Negócios Book de Ofertas Balanços Alertas Dados Históricos Dividendos Arbitragem Indicadores Opiniões Rompimentos 
Gráfico Tempo-Real Gráfico Simples Microscópio Multi-Gráfico Point and Figure 
Book de Ofertas Negócios 
Abrir Portfólio Criar novo Portfólio 
Plataforma Desktop 
Mundiais Brasil EUA Europa Ranking Bovespa Ranking NYSE Ranking NASDAQ Ranking Euronext 
Notícias Histórico Revista ADVFN Vídeos Vídeos Equipe Trader Destacar Frases Notícias em Tempo-Real Blogs 
Principal Conversor Monitor Gráficos e Histórico Cotação Notícias 
Principal Petróleo Ouro Boi Gordo Café Arábico 
Agente Autônomo Corretoras Fundos Aprendendo a Investir Tipos de Investimento Dicionário Análise Técnica Análise Fundamentalista 
Abrir Auditório Calendário de eventos  Universidade dos Traders 
  Ativo:

Revista ADVFN Janeiro de 2012

“Ano novo, vida nova”, é isso o que muitas pessoas esperam para 2012 – o mesmo acontece no mercado financeiro. Para muitas empresas, conjunturas vistas em 2011 não ajudaram muito o crescimento e o desempenho de margens mais robustas; pelo contrário, diversas companhias da bolsa de valores amargaram duros prejuízos em suas operações e isso se refletiu nos papéis delas.

Entretanto, depois da tempestade sempre vem a bonança. Como o foco é bolsa de valores, será mesmo que essa regra se aplica aqui? Para não errar na escolha de ativos, o melhor mesmo é saber quais são as tendências, por isso analistas de mercado falam sobre 16 empresas blue chips e o que esperar delas em 2012. Entre as companhias estão Minerva (BEEF3), Hypermarcas (HYPE3), Brasil Foods (BRFS3), Usiminas (USIM3), Bradesco (BBDC4), AES Tietê (GETI4), Redecard (RDCD3) e BM&FBovespa (BVMF3).

Falando da bolsa, a notícia que chacoalhou o mercado e voltou atenção dos investidores foi a de que, em breve, a BM&FBovespa terá uma concorrente, a Direct Edge Brasil. Os executivos norte-americanos da companhia já estão em negociações com as entidades reguladoras do mercado brasileiro e a promessa é que, dentro de pouco tempo, os investidores pessoas físicas e jurídicas possam contar com os produtos e serviços da Direct Edge Brasil.

Ninguém melhor do que o próprio CEO da companhia, Bill O’Brien, para falar sobre como andam os trâmites por aqui, como o relacionamento com a CVM e com as corretoras. São elas, aliás, que terão um papel importante para que a entrada da Direct Edge Brasil seja bem-sucedida, já que trabalham como mediadoras entre o investidor e a bolsa.

No mercado financeiro, as corretoras têm um papel ainda mais importante, o de oferecer produtos e serviços que viabilizem as negociações de seus clientes. Mas quais dessas instituições são as mais recomendadas? O resultado do ADVFN Awards 2011 pode ajudar a responder essa pergunta. Investidores da ADVFN votaram e agora podem ver quem foram as corretoras premiadas em várias categorias.

Entretanto, por mais que essas instituições disponham de profissionais qualificados para ajudar o investidor sempre, a análise da carteira de ações é tarefa que cabe apenas a quem a detém. Nesse sentido, Paulo Portinho, autor de O mercado de ações em 25 episódios e Quanto custa ficar rico?, Martin Iglesias, autor de Investimentos: um livro de segredos e conselhos e Marcio Cardoso, diretor da Título Corretora, explicam como identificar se está na hora ou não de vender/trocar ativos e ainda ensinam estratégias para saber como anda a saúde financeira da carteira de ações.

E será que é mesmo saudável investir em bancos médios, como no Indusval (IDVL4) e no Sofisa (SFSA4)? Analistas de mercado visualizam essas duas instituições financeiras e sentenciam se vale a pena ou não entrar nesses ativos. Onde vale entrar também é no site da ADVFN, mas será que você conhece tudo o que ele pode oferecer? Um tutorial mostra onde é possível encontrar as informações mais relevantes para o investidor dentro do site da ADVFN.

Mas, mesmo acompanhando sempre o mercado, todo e qualquer investidor precisa ficar atento a eventos inusitados, os cisnes negros, que podem interferir no desempenho de ativos específicos ou ainda na carteira de ações toda. Quem fala sobre isso é Nicholas Taleb, citado por Matthew Le Merle em um texto que pode ajudar o investidor a se preparar ainda mais para situações inesperadas, que podem causar rupturas econômicas e sociais. Fundamentado em dados históricos e visualizando tendências, quem também complementa esse estudo e revela as novas tendências econômicas é Daniel Altman, autor de O futuro da economia.

Tópicos em destaque na edição de Janeiro

 


Ao acessar os serviços da ADVFN você estará de acordo com os Termos e Condições da ADVFN
Copyright 1999-2010 ADVFN PLC, Reprodução Limitada
Anuncie Conosco :: Trabalhe Conosco :: Avisos Legais
41 site:2br 120223 06:23