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“Ano novo, vida nova”, é isso o que muitas pessoas esperam para 2012 – o mesmo acontece no mercado financeiro. Para muitas empresas, conjunturas vistas em 2011 não ajudaram muito o crescimento e o desempenho de margens mais robustas; pelo contrário, diversas companhias da bolsa de valores amargaram duros prejuízos em suas operações e isso se refletiu nos papéis delas.
Entretanto, depois da tempestade sempre vem a bonança. Como o foco é bolsa de valores, será mesmo que essa regra se aplica aqui? Para não errar na escolha de ativos, o melhor mesmo é saber quais são as tendências, por isso analistas de mercado falam sobre 16 empresas blue chips e o que esperar delas em 2012. Entre as companhias estão Minerva (BEEF3), Hypermarcas (HYPE3), Brasil Foods (BRFS3), Usiminas (USIM3), Bradesco (BBDC4), AES Tietê (GETI4), Redecard (RDCD3) e BM&FBovespa (BVMF3).
Falando da bolsa, a notícia que chacoalhou o mercado e voltou atenção dos investidores foi a de que, em breve, a BM&FBovespa terá uma concorrente, a Direct Edge Brasil. Os executivos norte-americanos da companhia já estão em negociações com as entidades reguladoras do mercado brasileiro e a promessa é que, dentro de pouco tempo, os investidores pessoas físicas e jurídicas possam contar com os produtos e serviços da Direct Edge Brasil.
Ninguém melhor do que o próprio CEO da companhia, Bill O’Brien, para falar sobre como andam os trâmites por aqui, como o relacionamento com a CVM e com as corretoras. São elas, aliás, que terão um papel importante para que a entrada da Direct Edge Brasil seja bem-sucedida, já que trabalham como mediadoras entre o investidor e a bolsa.
No mercado financeiro, as corretoras têm um papel ainda mais importante, o de oferecer produtos e serviços que viabilizem as negociações de seus clientes. Mas quais dessas instituições são as mais recomendadas? O resultado do ADVFN Awards 2011 pode ajudar a responder essa pergunta. Investidores da ADVFN votaram e agora podem ver quem foram as corretoras premiadas em várias categorias.
Entretanto, por mais que essas instituições disponham de profissionais qualificados para ajudar o investidor sempre, a análise da carteira de ações é tarefa que cabe apenas a quem a detém. Nesse sentido, Paulo Portinho, autor de O mercado de ações em 25 episódios e Quanto custa ficar rico?, Martin Iglesias, autor de Investimentos: um livro de segredos e conselhos e Marcio Cardoso, diretor da Título Corretora, explicam como identificar se está na hora ou não de vender/trocar ativos e ainda ensinam estratégias para saber como anda a saúde financeira da carteira de ações.
E será que é mesmo saudável investir em bancos médios, como no Indusval (IDVL4) e no Sofisa (SFSA4)? Analistas de mercado visualizam essas duas instituições financeiras e sentenciam se vale a pena ou não entrar nesses ativos. Onde vale entrar também é no site da ADVFN, mas será que você conhece tudo o que ele pode oferecer? Um tutorial mostra onde é possível encontrar as informações mais relevantes para o investidor dentro do site da ADVFN.
Mas, mesmo acompanhando sempre o mercado, todo e qualquer investidor precisa ficar atento a eventos inusitados, os cisnes negros, que podem interferir no desempenho de ativos específicos ou ainda na carteira de ações toda. Quem fala sobre isso é Nicholas Taleb, citado por Matthew Le Merle em um texto que pode ajudar o investidor a se preparar ainda mais para situações inesperadas, que podem causar rupturas econômicas e sociais. Fundamentado em dados históricos e visualizando tendências, quem também complementa esse estudo e revela as novas tendências econômicas é Daniel Altman, autor de O futuro da economia.
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