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Se você possui um carro são grandes as chances de você já ter utilizado produtos desenvolvidos pela Autometal (AUTM3). Sim, a AUTM3 é uma empresa que estreou na BM&FBovespa recentemente, mas ainda não recebeu atenção do mercado. Talvez por falta de conhecimento ou pouca informação a respeito dela, o fato é que essa companhia tem uma atuação que não pode ser desmerecida, já que ela é a fornecedora de peças para o setor automobilístico. Marcas famosas como Fiat, Ford, Volkswagen e General Motors estão entre os seus principais clientes.
Além da Autometal (AUTM3), a Revista ADVFN deste mês também analisa minuciosamente a empresa do setor de cosméticos Natura (NATU3) – extremamente reconhecida por suas ações de sustentabilidade e inovação. A companhia começou o seu processo de expansão internacional passando a atuar também na Argentina, Chile e Peru, além de México e Colômbia. Nesses países, as premissas usadas são as mesmas seguidas aqui no Brasil, e as vendas realizadas lá fora têm complementado o faturamento da empresa, proporcionando a seus acionistas o pagamento de bons dividendos. Será que os investidores vêm precificando corretamente as ações NATU3 negociadas na BM&FBOVESPA?
Em nossa seção Small Caps, o destaque deste mês é a empresa do setor de alimentos Excelsior (BAUH4).Adquirida pela Sadia no auge da crise de crédito que assolou o mundo em 2008, esta companhia faz parte do espólio vendido pela Brasil Foods (BRFS3) a fim de atender as restrições impostas pelo Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade) para que finalmente fosse avalizado o processo de fusão entre Sadia e Perdigão. Adquirida pela Marfrig (MRFG3) – outra gigante do setor de alimentos –, como ficarão as ações da Excelsior (BAUH4) aos olhos do investidor?
Já para as grandes exportadoras, que têm os pés no Brasil, mas os olhos nos mercados externos, o que vale a pena mesmo saber é como anda a relação delas com seus clientes estrangeiros, até porque muitos países têm desacelerado suas economias nos últimos tempos. É na China onde estão os maiores clientes da Vale(VALE5) e é na Alemanha que se encontra um grande representante da Embraer (EMBR3). Como é a relação dessas empresas nesses países e, mais do que isso, como é o relacionamento do Brasil com estes mercados?
Com o crescente aumento das exportações brasileiras mundo afora, outra questão vem à tona: como as empresas brasileiras arrumam capital para financiar a anabolização de seu volume de produção a fim de atender, simultaneamente, demandas interna e externa? Existem duas formas mais conhecidas para uma companhia se capitalizar: via BNDES ou via bolsa de valores. Qual dessas opções traz mais benefícios para a empresa? Será que as companhias que compõem a sua carteira de investimento estão aproveitando os benefícios que cada uma dessas opções proporcionam?
Fique ligado, leia ADVFN!
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