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Qual o melhor caminho para uma empresa se capitalizar: BNDES ou Bolsa de Valores?

Muito se comenta sobre o futuro da economia brasileira. Tema de jornais do mundo todo, os mais otimistas já vislumbram o Brasil como a terceira maior potência mundial em 2025. O PIB deve crescer 2,9% em 2011, muito estimulado pelas commodities brasileiras. Mas e a nossa indústria, como acompanhará este crescimento?

Dados mais recentes do BNDES revelam que o desembolso total do banco, entre janeiro e outubro de 2011, foi de R$ 104 bilhões, realizado em 720 mil operações. O setor de infraestrutura obteve R$ 42,7 bilhões, seguido pelo industrial com R$ 32 bilhões, comércio e serviços com R$ 20,6 bilhões e R$ 8 bilhões para o setor agropecuário. Desse valor, R$ 40,6 bilhões se destinaram às micro, pequenas e médias empresas, que bateram em 2011 recorde de captação.

Do total operacional, 678 mil operações foram com micro, pequenas e médias empresas, o equivalente a 94%. Em valor, entretanto, as micro, pequenas e médias empresas captaram 40% do capital do BNDES, uma vez que elas acabaram pegando capital mais pulverizado, se comparado às grandes empresas e a projetos como o de confecção de uma hidroelétrica, por exemplo, que demandam mais dinheiro para serem implementados.

Analisando friamente este cenário, o BNDES desestimula ou não a abertura de capital de novas empresas na bolsa de valores, uma vez que oferecem uma condição desigual de capitalização? O que é melhor para uma empresa, novos sócios (IPO) ou um endividamento a perder de vista? Como competir com uma instituição que oferece opções de crédito com taxas extremamente atrativas?

Confira essa matéria especial na edição deste mês da Revista ADVFN e tire suas próprias conclusões.

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