Gráfico GPC PART ON - GPCP3

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Nome da Ação Código da Ação Bolsa de Valores Tipo de Ativo Código ISIN do Ativo Descrição da Ação
GPC Participacoes S.A. GPCP3 Bovespa Ordinária BRGPCPACNOR4 GPC Participacoes S.A. ON
  Variação do Dia (p) Variação do Dia % Último Preço Preço Máximo Preço Mínimo Preço de Abertura Preço de Fechamento Hora
  3,13 10,48% 33,01 32,50 29,30 29,97 33,01 06:13:10
Suporte 1 Suporte 2 Preço Pivô Resistência 1 Resistência 2
30,7067 28,6033 31,6033 33,9067 34,6033
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Gráfico GPCP3

Período:
GPCP3
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GPC Participacoes S.A.

GPCP3 é o código de negociação na B3 (antiga BM&FBOVESPA) das ações ordinárias da GPC Participações S/A.

Fundado em 1929 pelo patriarca, Antônio Joaquim, o Grupo Peixoto de Castro já foi um dos mais importantes conglomerados do país. No auge, foi dono da Refinaria de Manguinhos e de cinco outras empresas.

A decadência financeira começou em 2005, quando a refinaria paralisou parte da produção em razão da alta do preço internacional do petróleo e da competição com a Petrobras.

Endividada, a família vendeu a empresa em dezembro de 2008. Os outros negócios do clã foram caindo como dominós. Em abril, o grupo pediu recuperação judicial para se proteger dos credores da dívida de 248 milhões de reais. As ações do grupo na bolsa de valores foram suspensas. 

O pedido de recuperação judicial é efeito direto do rolo em que os Peixoto de Castro se meteram com seu banco, o Prosper — liquidado em 2012 pelo Banco Central após anos de problemas. Em 2008, durante a crise que se abateu sobre os bancos médios brasileiros, o Prosper esteve perto de quebrar.

Para continuar vivo, o banco negociou um empréstimo de cerca de 50 milhões de reais com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), órgão que protege depósitos de correntistas de bancos brasileiros. Mas a solução foi temporária. Em 2011, o patrimônio do Prosper ficou abaixo do patamar mínimo exigido pelo Banco Central.

Os donos resolveram vender. No fim de 2011, bateram à porta dos Índio da Costa, então donos do banco Cruzeiro do Sul e com quem tinham uma relação de longa data.  Além de membros das duas famílias serem colegas no conselho consultivo do Jockey Club, no Rio de Janeiro, seus bancos venderam carteiras de crédito um ao outro no passado.

A compra do Prosper pelo Cruzeiro do Sul foi fechada no fim de 2011 por 55 milhões de reais (10 milhões para a família, 45 para pagar o empréstimo com o FGC). Só que, em junho do ano passado, o Banco Central interveio no Cruzeiro do Sul por suspeita de irregularidades.

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