faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
741 de 5316
webloo
66695 26/06/2007742 de 5316
JR1960
829 26/04/2007Realmente o mercado nao precificou a composiçao desses ativos, os ganhos de escala , sinergia etc... BRKM a 14,00 15,00´"e para raspar" mesmo.Abraço a todos e gostaria de conhecer a opniao de voces.
743 de 5316
wchan3
180 03/06/2007Como sou novato (não tendo muito a contribuir) e para não abaixar o nível das discussões deste fórum, resolvi apenas ler! Porém, dada a forte subida de sexta-feira, até por ímpeto, senti-me na obrigação de postar. Abraços a todos.
744 de 5316
ldmelo
169 05/06/2007745 de 5316
rodrigues3
2051 21/07/2007Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
03/12/07 - 17h30
InfoMoney
SÃO PAULO - O setor petroquímico brasileiro entrou em evidência com mais um passo no processo de consolidação divulgado no final da semana anterior. Após anunciar acordo com a gigante Petrobras, as ações das companhias Braskem e Unipar subiram, demonstrando a sensibilidade dos mesmos ao anúncio.
A Petrobras aportará sua participação acionária na Suzano Petroquímica e a participação na Petroquímica União, detida pela Petroquisa e equivalente a 8,43% do capital social da companhia; a uma sociedade que será composta com a Unipar, que entrará com a sua participação na Rio Polímeros (33% do capital social), Petroquímica União (51,3% do capital social) e Polietilenos União (99,9% do capital social).
Em adição, a estatal confirmou outro acordo com a Braskem, também visando a consolidação do setor petroquímico nacional. Via Petroquisa, a Petrobras aportará ao capital da Braskem 37,3% da Copesul, 40% da Ipiranga Petroquímica, 40% da Petroquímica Paulínea e 100% do capital da Petroquímica Triunfo.
Para finalizar o movimento, a Petrobras anunciou a conclusão da aquisição indireta do controle acionário da Suzano Petroquímica, com redução de 2,54% no preço total das ações em relação ao comunicado anterior. Com esta alteração, o valor estabelecido para a aquisição dos papéis preferenciais da Suzano Petroquímica ficou em R$ 10,61, segundo informações da corretora Brascan.
Maior competitividade para as petroquímicas
Um importante ponto levantado pelos analistas foi o da elevação da competitividade do setor petroquímico brasileiro com a consolidação. Para a Brascan, o evento é evidentemente positivo, pois se refletirá em maior escala e competitividade do setor dentro do Mercosul e até mesmo em fronteiras mais amplas.
Também otimista, a corretora Ativa ressaltou que os anúncios aumentam a competição das empresas brasileiras no cenário global petroquímico, permitindo melhor planejamento operacional, financeiro e estratégico para o segmento.
O Unibanco destacou que, após os acordos, o setor petroquímico brasileiro passa a ser controlado por dois grandes grupos, sendo um liderado pela Braskem e outro pela Unipar. Em meio à nova estrutura do setor, os analistas da instituição consideraram que o segmento petroquímico doméstico ganha em competitividade e com a possibilidade de novas sinergias.
Risco de nacionalização do setor?
Outra questão levantada com o movimento, principalmente com a forte presença da Petrobras na consolidação, é a possibilidade de nacionalização do setor petroquímico brasileiro.
Mesmo com a grande participação da estatal nos dois grupos "controladores" do setor, os analistas do Unibanco disseram não esperar um controle sobre determinado ativo em específico, fator que alivia os "temores" do mercado de nacionalização do setor, sendo notícia positiva tanto para a Petrobras como para os outros players do segmento.
A avaliação do Banif também havia relacionado esta possibilidade, com a afirmação de que o aumento da participação da Petrobras traz consigo uma ampliação dos riscos de interferência governamental.
Positivo para Unipar e Braskem
Com enfoque no impacto positivo da notícia para o setor, o Banif reiterou sua recomendação aos papéis da Unipar e da Braskem, mesmo considerando o evento como já precificado na cotação das ações. A instituição destacou o fato de que, a partir de agora, é importante para ambas manter um bom relacionamento com a Petrobras.
Na visão da Ativa, a consolidação anunciada deve trazer impacto positivo para Unipar e Braskem, mas neutro para a Petrobras. Ainda assim, foi destacado que o evento apresenta maior contribuição positiva para a Braskem, que agrega a seu controle ativos relevantes por múltiplos relativamente baixos em comparação a outras operações recentes no mercado.
A Brascan atribui à participação da Petrobras como acionista minoritária nos investimentos um fator de maior segurança aos ativos de ambas as empresas.
Petrobras: otimismo prevalece
Mesmo depois da escalada dos papéis com o anúncio das reservas de Tupi, os analistas demonstraram otimismo com o potencial das ações da estatal. Banif e Unibanco recomendaram "compra" aos papéis da empresa, enquanto a Brascan considerou os mesmos como "outperform" - acima da média.
Em relação à consolidação do setor petroquímico, os analistas da Ativa disseram que, apesar de estar em linha com a estratégia setorial, a contribuição dos anúncios para a Petrobras foi tratada como de pouca relevância.
A Brascan ressaltou as pequenas proporções da ocorrência para a estatal, tendo em vista que o valor de mercado da Petrobras é de R$ 315 bilhões, enquanto o da Braskem e da Unipar é de R$ 6,8 bilhões e R$ 1,7 bilhão, respectivamente.
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rodrigues3
2051 21/07/2007A empresa anunciou negócios de troca de ativos por participação acionária com a Petrobras. O negócio ainda pode gerar sinergias de US$ 1,1 bilhão e o Ebitda - geração operacional de caixa - se tornaria o segundo maior entre as petroquímicas do mundo, segundo a SLW.
747 de 5316
dubstrong
1011 16/11/2007748 de 5316
joaquimcesario
4899 30/04/2007"No entanto, apesar de recomendar a manutenção dos papéis da empresa, o Citi não sugere aos investidores que elevem suas posições nos ativos por enquanto.
"A razão apontada pelos analistas é a contínua apreciação do real frente ao dólar, que tende a continuar pressionando as margens da companhia no curto prazo."
Fonte: Gabriel Ignatti Casonato
04/12/07 - 16h40
InfoMoney
749 de 5316
jimmyesses
78 31/05/2007750 de 5316
JR1960
829 26/04/2007751 de 5316
Bratusse
644 08/11/2006Se alguem tiver informções,favor postar neste forum para todos nos. Um abraço a todos.
752 de 5316
jairjb
108 25/08/2007753 de 5316
JR1960
829 26/04/2007754 de 5316
filiped
1851 10/11/2006http://www.insidernews.com.br/ref.php?ref=http://www.advfn.com.br
Espero que tenham gostado!
755 de 5316
gehofmeister
22 27/12/2006756 de 5316
neviocosta
122 13/11/2007Brascan compra rede de shoppings por R$ 1,7 bilhão
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CRISTIANE BARBIERI
da Folha de S.Paulo
A Brascan, dona do Rio Sul e de outros shopping centers, anunciou na noite de ontem a compra, por R$ 1,7 bilhão, do grupo Plaza, controlador dos shoppings West Plaza, Paulista e Pátio Higienópolis e sócio do Botafogo e do Vila Olímpia, ainda em construção. O valor do negócio é o maior no setor de shoppings no país. Até então, a maior operação havia sido a venda da In Mont, dona do São Conrado Fashion Mall e de outros três shoppings, para a BR Malls, por R$ 832 milhões.
Com a aquisição, a Brascan, controlada pelo grupo canadense Brookfield Asset Management, ganhará porte para concorrer à altura dos maiores do setor: os grupos Iguatemi, BR Malls e Multiplan.
Como parte de um grupo capitalizado, os shoppings da rede Plaza, até então controlada por Paulo Malzoni, terão fôlego para crescer. Nos últimos anos, enquanto os concorrentes abriram o capital, fizeram investimentos e aquisições, os shoppings da rede ficaram para trás.
Um dos principais shoppings do grupo, o West Plaza, ficou sem receber investimentos por anos e teve muitas lojas fechadas. Malzoni, que travava uma disputa com os sócios do fundo de pensão da Cesp, só anunciou investimentos de R$ 92 milhões no West Plaza depois que o grupo Zaffari anunciou a construção do shopping Bourbon, a poucos metros do West Plaza, em São Paulo.
Além disso, o Plaza também aportou R$ 60 milhões no shopping Paulista, cujo nome foi mudado para Pátio Paulista.
O grupo Brascan está há 105 anos no Brasil. Seu fundo de investimentos em shoppings captou recentemente mais de US$ 800 milhões para investir na expansão no Brasil. Além dos shoppings, a Brascan atua em construção, energia, agropecuária, seguros e financeira. A controladora Brookfield tem receita de US$ 90 bilhões.
Já Malzoni foi sócio do grupo Vendex, que tinha empresas como Sears, Dillard's, Drogasil e Ultralar, nos anos 1970.
757 de 5316
Sardinha2
432 03/09/2007758 de 5316
faivel
281 28/11/2006olá colega Nevio Costa
acho que o colega se enganou ao fazer a postagem: nossa discussão gira em
torno do ativo:
BRASKEM
grata
759 de 5316
faivel
281 28/11/2006olá caros colegas
até o início da próxima semana,postarei uma minuta da nossa comunidade,a fim
de que possam opinar e em seguida, farei o lançamento.
um grande abraço, muito sucesso sempre!
760 de 5316
saulnilson
13 04/09/2007ola amigos este ativo esta para MP ou LP oq vcs esperam da braskem abriga
"Braskem
A empresa anunciou negócios de troca de ativos por participação acionária com a Petrobras. O negócio ainda pode gerar sinergias de US$ 1,1 bilhão e o Ebitda - geração operacional de caixa - se tornaria o segundo maior entre as petroquímicas do mundo, segundo a SLW."