faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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arrinvest
3 20/11/2007Braskem concretiza joint venture
André Vieira
Espera-se para hoje o anúncio da concretização das joint ventures entre as petroquímicas Braskem e a venezuelana Pequiven. A comunicação depende da presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com viagem marcada para hoje ao país vizinho, onde se encontrará com o colega da Venezuela, Hugo Chávez.
As negociações entre Braskem, controlada pelo grupo Odebrecht, e Pequiven duram mais de dois anos. Em abril, as empresas firmaram o acordo para constituição das sociedades, que terão capital igualitário. O anúncio de hoje é mais uma formalidade, mas indica o avanço do projeto.
O projeto de investimento na Venezuela é a principal aposta da Braskem no exterior. A idéia é fazer, em dois projetos, um investimento de quase US$ 3 bilhões para a produção de resinas termoplásticas na Venezuela.
Para se resguardar dos riscos políticos e financeiros, a Braskem pretende que os dois projetos seja financiados por meio da modalidade de project finance com a participação de agências multilaterais de crédito e de crédito à exportação. Em caso de impasse, foi determinado também que as pendências sejam resolvidas em cortes de arbitragem internacional.
A Pequiven é a principal empresa da chamada "revolução petroquímica socialista" do presidente Chávez. O projeto, que consiste em agregar valor as reservas de gás natural, prevê transformar o país em uma potência petroquímica. Os projetos incluem investimentos totais de US$ 19 bilhões a US$ 24 bilhões.
Fiquem de olho neste papel... pode subir legal entre hoje e amanhã.
Abraço.
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LESAGA
424 13/12/2007763 de 5316
admilsons
14 14/11/2007Braskem e Lanxess tratam de expansão da Petroflex
SÃO PAULO, 13 de dezembro de 2007 - A aquisição do controle da Petroflex concluída pela alemã Lanxess nesta quinta-feira deverá dar início a uma série de negociações entre a fabricante e a Braskem, principal fornecedora de butadieno às unidades da maior produtora de borracha sintética da América Latina. A expectativa da direção da Lanxess é ampliar o volume de negócios da Petroflex, mas para isso será necessário um aumento na capacidade de produção da companhia.
De acordo com o presidente da Lanxess no Brasil, Marcelo Lacerda, o grupo alemão está disposto a acompanhar o crescimento da demanda interna por borrachas sintéticas e da oferta de matéria-prima. A Braskem, por sua vez, vê a parceria com a Lanxess como um negócio promissor e, por isso, estaria disposta a ampliar o fornecimento de butadieno para a Petroflex.
´Durante a operação de venda da Petroflex, não procuramos apenas uma boa oferta, mas também um parceiro estratégico. A Braskem está preparada para atender a demanda que nossa parceira precisar´, afirma o vice-presidente de competitividade empresarial da Braskem, Roberto Simões. A borracha produzida pela Petroflex é utilizada na produção de pneus, asfalto, borrachas sintéticas e calçados automotivos, entre outros produtos.
A planta mais viável para um aumento de capacidade é a unidade instalada em Triunfo (RS), que recebe butadieno fornecido pela Braskem (controladora da Copesul) via tubulação, portanto com um custo logístico mais atrativo. Já a unidade localizada em Cabo (PE) é abastecida pelo complexo da Braskem na Bahia - a planta de Duque de Caxias (RJ) é atendida pela Petroquímica União (PQU).
´A Braskem vê com bons olhos qualquer programa de investimento da Lanxess, mas é claro que a disponibilidade de matéria-prima depende do tamanho da demanda e da localidade escolhida para uma eventual ampliação´, afirma Simões. A Braskem, que abastece a unidade de Triunfo via Copesul, já fornece cerca de 200 mil toneladas anuais de butadieno para a Petroflex.
Do lado da Lanxess, a aquisição da Petroflex representa uma mudança importante no cenário de negócios da empresa no País. ´No ano passado, a receita da Petroflex somou cerca de ? 500 milhões. Já as vendas da Lanxess atingiram ? 160 milhões, o que quer dizer que praticamente quadriplicaremos nossa presença no Brasil´, afirma Lacerda.
Além disso, a operação coloca a unidade brasileira da Lanxess como uma das três mais importantes do mundo na área de borrachas sintéticas, ao lado de Estados Unidos e Alemanha. Considerando todas as áreas de atuação da Lanxess, o Brasil ocupa a posição de segundo maior mercado nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos e à frente do Canadá, que perdeu esta posição após os resultados de 2006.
(André Magnabosco - InvestNews)
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cadurg
57 26/06/2007765 de 5316
jairjb
108 25/08/2007766 de 5316
rhengist
290 18/12/2006A realização das assembléias constitui passo decisivo para o encerramento da
operação de compra da Ipiranga pelo consórcio constituído pela Ultrapar,
Petrobras e Braskem.
PS: Isso era de muita importância para BRKM.
Abs,
Rhengist
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orleyk
137 18/12/2007768 de 5316
lufel
52 06/09/2007769 de 5316
lufel
52 06/09/2007Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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joaquimcesario
4899 30/04/2007771 de 5316
gehofmeister
22 27/12/2006A todos, os meus votos de muitas felicidades, bons negócios e Boas Festas de Natal e Ano Novo!
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orleyk
137 18/12/2007773 de 5316
Bratusse
644 08/11/2006774 de 5316
keytonpedreira
181 29/08/2007SUCESSO A TODOS E BOM 2008!!!!
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Bratusse
644 08/11/2006Espero que amanhã as coisas irão mudar...para bem melhor.Inté.SDS
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grosan
921 26/07/2007777 de 5316
moraisj51
158 27/12/2006Tenho algumas Braskem e pretendo segurá-las até 3° trimestre.
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cpaiva
9679 18/04/2007779 de 5316
Bratusse
644 08/11/2006Aluns colegas do forum já disseram que tem contato com o RI da Braskem(Valverde,se não me engano),então fica a sugestão,façam um contato com ele e discute a possibilidade. E mais um contribuição.Inté.SDS
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rodrigues3
2051 21/07/2007PERSPECTIVA PETRÓLEO: Indústria petroquímica mostra novo perfil em 2008
São Paulo, 4 de janeiro de 2008 - Depois de 2007, a indústria petroquímica brasileira tem uma nova cara. Se no início do ano passado havia forte pulverização, agora são três empresas no centro do setor, líderes no Brasil e prontas para a concorrência internacional: Braskem, Unipar e Petrobras. "O ano de 2007 foi movimentado e terminou com grandes definições", afirma o diretor da Maxiquim Consultoria, João Luiz Zuñeda. Para ele, apesar da desestatização do setor, a Petrobras voltou a ser destaque, com a compra da Suzano Petroquímica e a participação da Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), juntamente com a Unipar, e a troca de ativos com a Braskem. "Sendo sócia dessas empresas, ela tem cerca de 30% dos ativos totais no país, e o restante está nas mãos de empresas fortes e competitivas", diz o especialista. A consolidação do setor teve início em março, com a venda do Grupo Ipiranga para Ultrapar, Petrobras e Braskem. Entre os principais ativos do grupo, estavam a Copesul (cujo capital foi fechado e agora pertence à Braskem) e a Ipiranga Petroquímica, maior produtora brasileira de polietileno de alta densidade. Em agosto, a Petrobras comprou a Suzano Petroquímica e criou a CPS, que irá controlar integralmente a divisão química da Unipar e Polietilenos União, mais 75% da Rio Polímeros (RioPol), 77,2% da Petroquímica União (PQU) e 76,1% da Suzano Petroquímica. Para o analista Marcos Paulo Fernandes Pereira, da Fator Corretora, as empresas do setor encerraram 2007 com as margens operacionais em nível satisfatório, com um primeiro trimestre marcado pela recuperação das vendas, mas com aumento no preço da nafta no segundo trimestre, o que pressionou ligeiramente as margens operacionais. No período seguinte, o setor viu um forte aumento no preço do petróleo, mas com a nafta estável. "O ponto positivo de 2007 foi o relativo reaquecimento do mercado de resinas termoplásticas no Brasil, reflexo do maior nível de atividade econômica", diz o relatório do analista. Além disso, Pereira lembra que o custo de insumos permaneceu em elevação. "Entretanto, o principal ponto negativo do período foi a valorização do real frente o dólar, que afeta a competitividade da indústria local frente os produtos importados e também limita repasses de aumento nos preços internacionais ao mercado local", destaca. Para a Fator, as expectativas para o setor foram parcialmente frustradas. "Em relação às vendas, a demanda interna se recuperou; mas em relação aos custos, o preço do petróleo, e conseqüentemente da nafta, subiu mais do que esperávamos", completou o analista. Comperj ainda causa dúvidas Para o diretor da Maxiquim Consultoria, a grande dúvida que ainda ronda a petroquímica brasileira neste novo ano é o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). "A Petrobras já domina as tecnologias suficientes para uma planta desse porte, mas ainda falta a definição de parceiros, e isso poderá ter reflexos no setor no Brasil e na América Latina no final desta década e na próxima", prevê Zuñeda. Além disso, ele acredita que as empresas terão de pensar cada vez mais na redução de custos, e isso significa voltar os olhos para o exterior. "Os países com mais matéria-prima barata são Venezuela e Bolívia, e se as empresas quiserem ser competitivas globalmente elas precisam desses países", conclui o diretor. Para o analista da Fator Corretora, não haverá novos aumentos de capacidade de porte, e o cenário em 2008 é confortável para o setor petroquímico. Pereira prevê que o preço do petróleo continuará elevado neste ano. Isso provocará, automaticamente, um aumento no preço da nafta, o que irá manter pressão sobre as margens e concentrará as atenções no desempenho das vendas no mercado interno, o que poderá permitir ao setor repassar o aumento do custo do insumo. A Fator também destaca o interesse da Exxon Mobil em vender os seus ativos na América do Sul, assunto diretamente ligado à Ultrapar, que entrou no segmento de distribuição após a compra dos ativos da Ipiranga Distribuidora na região Sudeste. Os postos Esso possuem 6,1% do mercado no Brasil. Ainda em relação à Ultrapar, a Fator lembra que a empresa tem reduzido custos operacionais e gastos por meio do programa de revisão da estrutura de distribuição de gás. "A aquisição de ativos do Grupo Ipiranga trará ganhos de sinergia para a Ultrapar, pois o negócio de distribuição de combustíveis tem grande sinergia com a distribuição de GLP, por serem diretamente correlatos", observa Marcos Pereira. A respeito da Unipar, o analista da Fator diz que a empresa estuda aumentos na produção em várias unidades, mas a grande importância da companhia é em razão da CPS. "A Unipar era possível alvo de aquisição em 2007, mas essa expectativa se inverteu. A companhia ampliou a sua participação na Petroquímica União e atualmente possui o controle com mais de 50% do capital total, além de ter adquirido a unidade de polietilenos da Dow Chemical." Por fim, Pereira acredita que a Braskem terá um cenário favorável pela frente, com aumentos de capacidade e a avaliação de projetos na Venezuela, em parceria com a Pequiven, com investimento previsto de US$ 2,9 bilhões. "Consideramos o momento favorável e relativamente blindado ao risco político", conclui o analista. Carolina Marcondes / Agência Leia
Fonte: Agencia Leia/CMA