Maltarollo
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Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
199821 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
A maioria positivo
Ótimos negócios a todos.
E que tenhamos uma dia tranquilo.
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199822 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/200801/02/2011 - 22h05
VALE ADQUIRE 70% DE PRODUTORA DE ÓLEO DE PALMA
A Vale anunciou nesta terça-feira que assumiu o controle da empresa Biopalma da Amazônia S.A. Reflorestamento Indústria e Comércio, do Pará, produtora de óleo de palma, matéria-prima para a produção de biodiesel. O valor da transação foi de US$ 173,5 milhões.
A Biopalma começa a produzir óleo de palma em 2011, com a expectativa de atingir a produção anual de 500 mil toneladas em 2019. A destinação principal do óleo será a produção de biodiesel pela Vale para alimentar frota de locomotivas, máquinas e equipamentos de grande porte das operações no Brasil, usando o B20, mistura de 20% de biodiesel e 80% de diesel comum.
Em abril de 2009, foi feito um consórcio entre as duas empresas para a produção de óleo de palma. Para viabilizar a expansão do negócio, a Vale negociou a dissolução do consórcio e a obtenção da participação de 70% da Biopalma.
Atualmente, a empresa tem seis polos de produção em implantação na região do Vale do Acará e Baixo Tocantins, no Pará. Até 2013, serão 60 mil hectares plantados com dendê e 75 mil destinados à recuperação e à regeneração de mata nativa. Hoje são 18.400 hectares plantados, com previsão de mais 14.400 hectares de plantio no primeiro trimestre deste ano.
Segundo a Vale, além de 3.200 postos de trabalho gerados pela Biopalma, um programa de agricultura familiar pretende abranger 2 mil famílias da região.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/869300-vale-adquire-70-de-produtora-de-oleo-de-palma.shtml
VALE ANUNCIA COMPRA DA BIOPALMA DA AMAZÔNIA POR US$ 173,5 MILHÕES
Segundo a mineradora, objetivo é utilizar o biodiesel para alimentar sua frota de locomotivas, máquinas e equipamentos de grande porte nas operações no Brasil
01 de fevereiro de 2011 | 19h 45
Mônica Ciarelli, da Agência Estado
RIO - A mineradora Vale anunciou nesta terça-feira, 1, a compra, por US$ 173,5 milhões, do controle da Biopalma da Amazônia, empresa produtora de óleo de palma, matéria-prima para a produção de biodiesel. Em nota, a Vale informou que o objetivo da aquisição é utilizar o combustível produzido para alimentar sua frota de locomotivas, máquinas e equipamentos de grande porte em suas operações no Brasil.
A Biopalma começa a produzir óleo de palma em 2011, com a expectativa de atingir uma produção anual de 500 mil toneladas em 2019, quando a lavoura atinge sua maturidade. Desde de 2009, a Vale já tinha firmado com a Biopalma um consórcio para produção de óleo de palma. "Para viabilizar a expansão do negócio, a Vale negociou a dissolução do consórcio e a obtenção da participação de 70% da Biopalma", diz a nota.
Atualmente, a empresa de biocombustível possui seis polos de produção em desenvolvimento na região do Vale do Acará e Baixo Tocantins, no Pará. Até 2013, serão 60 mil hectares plantados com dendê e 75 mil destinados a recuperação e regeneração de mata nativa. Hoje são 18.400 hectares plantados, com previsão de mais 14.400 hectares de plantio no primeiro trimestre deste ano.
FONTE: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+industria,vale-anuncia-compra-da-biopalma-da-amazonia-por-us-173-5-milhoes,not_53348,0.htm
199823 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008MEIRELLES ABRE CORRIDA POR VAGA NA AUTORIDADE OLÍMPICA
Dilma indica o ex-chefe do BC para comandar a APO e inicia a disputa por quase 200 postos com salários de até R$ 22 mil
01 de fevereiro de 2011 | 23h 01
RIO - O convite da presidente Dilma Rousseff ao ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles para comandar a Autoridade Pública Olímpica (APO) apressou a movimentação de funcionários não concursados do governo Lula que ainda estão sem lugar na nova administração.
Segundo integrantes do governo ouvidos pelo Estado, assessores e técnicos da Presidência e de alguns ministérios sonham ser acomodados no consórcio formado por União, Estado e prefeitura do Rio com a missão de coordenar as ações relacionadas com a Olimpíada de 2016.
Embora ainda se mostrem discretos em relação à APO, os partidos, surpresos com o convite a Meirelles, estão atentos à escolha do comando da nova autarquia. Apesar de ele ser filiado ao PMDB, os peemedebistas não o consideram indicação da legenda. "Vão dizer que o PMDB levou a APO e vai ocupar todos os cargos importantes", brincou nesta terça-feira, 1, um parlamentar da legenda.
Os números grandiosos da Autoridade Pública Olímpica explicam o interesse. A APO terá até 184 cargos comissionados (contratados sem concurso), com remuneração de R$ 15 mil a R$ 22,1 mil - salário do futuro presidente. O diretor-executivo receberá R$ 21 mil mensais. Seis diretores terão salário de R$ 20 mil. Haverá ainda 29 cargos de superintendência, de R$ 18 mil mensais; 92 cargos de supervisão, de R$ 15 mil.
Por fim, 35 postos de assessoria com salários de R$ 15 mil e outros 20 assessores com remuneração de R$ 18 mil. Os cargos e salários estão detalhados na MP 503, a ser votada até 1º de março.
Segundo a proposta, 300 servidores concursados poderão ser remanejados de órgãos públicos para a APO, com funções gratificadas, com pagamento extra de R$ 1mil, R$ 3 mil ou R$ 5 mil.
PAPEL MENOR
Com a possibilidade de chegar a 484 empregados, sede no Rio e investimentos calculados em R$ 30 bilhões para organizar a Olimpíada de 2016, a APO está estruturada como um grande órgão federal. Isso deixou insatisfeito o prefeito Eduardo Paes (PMDB), que considera reduzidos os papéis da prefeitura e do Estado na proposta encaminhada ao Congresso.
Embora apoiasse para o cargo o ministro do Esporte Orlando Silva ( PC do B), Paes considerou Meirelles "um ótimo nome" em nota oficial. Ele se diz mais preocupado com as atribuições e o poder a autarquia do que com o nome do futuro presidente. Para o governador Sérgio Cabral (PMDB), Meirelles e o ministro Orlando Silva "podem fazer uma dobrada muito boa".
Além da aprovação no Congresso, a APO precisa passar pela Câmara Municipal do Rio. A Assembleia do Estado já aprovou o consórcio.
FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,meirelles-abre-corrida-por-vaga-na-autoridade-olimpica,674017,0.htm
199824 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007A Lenda dos FARAÓS...28,12 parece pra hoje !!! (by Egyps)...rs
abçs
199825 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
Ótimos negócios a todos.
E que tenhamos uma dia tranquilo.
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199826 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008VALE COMPRA BIOPALMA DA AMAZÔNIA POR US$ 173 MILHÕES
02 de fevereiro de 2011 | 0h 00
Mônica Ciarelli - O Estado de S.Paulo
A mineradora Vale anunciou a compra, por US$ 173,5 milhões, do controle da Biopalma da Amazônia, empresa produtora de óleo de palma, matéria-prima para a produção de biodiesel. Em nota, a Vale informou que o objetivo da aquisição é utilizar o combustível produzido para alimentar sua frota de locomotivas, máquinas e equipamentos de grande porte em suas operações no Brasil.
A Biopalma começa a produzir óleo de palma em 2011, com a expectativa de atingir uma produção anual de 500 mil toneladas em 2019, quando a lavoura atinge sua maturidade. Desde 2009, a Vale já tinha firmado com a Biopalma um consórcio para produção de óleo de palma. "Para viabilizar a expansão do negócio, a Vale negociou a dissolução do consórcio e a obtenção da participação de 70% da Biopalma", diz a nota.
Atualmente, a empresa de biocombustível possui seis polos de produção em desenvolvimento na região do Vale do Acará e Baixo Tocantins, no Pará. Até 2013, serão 60 mil hectares plantados com dendê e 75 mil destinados a recuperação e regeneração de mata nativa. Hoje são 18,4 mil hectares plantados, com previsão de mais 14,4 mil hectares de plantio no primeiro trimestre.
Planos. A operação faz parte de um ambicioso plano da mineradora para abastecer suas locomotivas, que fazem o transporte de minério, com combustível mais limpo. Em 2009, quando anunciou a parceria com a Biopalma, a Vale planejava investimentos de US$ 305 milhões na produção de biodiesel.
O produto será usado prioritariamente em 200 locomotivas que escoam a produção de minério do Pará e em grandes equipamentos na mina de Carajás, no mesmo Estado. A Vale anunciou que pretende atingir uma produção de 160 mil toneladas de biodiesel de palma, o equivalente a 20% do consumo energético da companhia.
Na nota divulgada ontem, a mineradora informa que planeja fazer da Biopalma a maior produtora de óleo de palma das Américas. Atualmente, é pequena a produção de biodiesel com essa matéria-prima no Brasil.
FONTE: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110202/not_imp674106,0.php
199827 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008No mês, Ibovespa acumula ligeira alta, de 0,17%, e no ano, perda de 3,77%
02 de fevereiro de 2011 | 18h 35
Claudia Violante, da Agência Estado
SÃO PAULO - Depois de uma curta trégua ontem, a Bolsa de Valores de São Paulo voltou a exibir queda forte na sessão de hoje. As ações da Petrobrás subiram, mas os papéis de Vale, de empresas siderúrgicas e de bancos operaram na outra ponta e empurraram o índice Bovespa de volta aos 66 mil pontos.
O Ibovespa fechou em queda de 1,71%, aos 66.688,48 pontos. Na mínima do pregão, registrou 66.643 pontos (-1,78%) e, na máxima, 68.012 pontos (+0,24%). No mês, acumula ligeira alta, de 0,17% e, no ano, perda de 3,77%. O giro financeiro totalizou R$ 7,517 bilhões. Os dados são preliminares.
Segundo analistas, os investidores voltaram a remoer as notícias que fizeram o Ibovespa cair quase 4% em janeiro. Hoje, com uma informação adicional: o resultado da produção industrial brasileira em dezembro. A queda inesperada de 0,7% do indicador ante novembro reacendeu as preocupações sobre como será conduzida a política monetária brasileira e a possibilidade de alguma medida prudencial do governo prejudicar o investidor em ações.
Uma das hipóteses que vêm sendo ouvida nas mesas é o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro que ingressa na Bolsa. Hoje, até o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, tocou no tema. "O mercado é afetado pelo sentimento de que as regras podem mudar do dia para a noite", afirmou.
No exterior, a intensificação dos protestos no Egito foram pano de fundo aos negócios, que contou ainda com o rebaixamento da nota de crédito da Irlanda pela agência de classificação de risco Standard & Poor''s e bons números de criação de vagas no mercado privado norte-americano. Às 18h20, as bolsas americanas operavam perto da estabilidade, o Dow Jones em alta de 0,11%, o S&P-500 em queda de 0,14% e o Nasdaq em elevação de 0,12%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo WTI para março subiu 0,10%, para US$ 90,86, ajudando os papéis da Petrobrás. A ação ordinária (ON) da Petrobrás valorizou 1,01%, no segundo maior ganho do Ibovespa, e a preferencial (PN), de 0,58%. Vale, siderúrgicas e bancos terminaram no negativo.
FONTE: http://economia.estadao.com.br/noticias/ae-mercados+geral,petrobras-sobe--mas-nao-evita-queda-de-1-71-da-bolsa,not_53527,0.htm
199828 de 200491
CachorroLoko
1993 04/03/2010199830 de 200491
Super Trade
3299 12/08/2009199831 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007e a P3 já ROMPEU, e tá confirmando hj !!!
e agora ???
199832 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007Ei, aqui não é o forum da Vale ??? calma....só respirando !!!
199833 de 200491
alegaeta1
1573 20/05/200903/02/2011
13:35
Equipe Primeiro Milhão
A agenda de indicadores econômicos de 03 de fevereiro foi intensa. Na Austrália, a balança comercial apresentou um superávit de U$ 1,98 bn enquanto o mercado aguardava superávit de U$ 1,63 bn e a permissão para novas construções subiu 8,7%, superando a estimativa do mercado, que aguardavam uma alta de 1,6%.
Ainda na Oceania, o número de desempregados subiu 0,5% na Nova Zelândia no último trimestre e atingiu 6,8% da população economicamente ativa, acima dos 6,5% projetados. Na Ásia, devido ao ano novo Lunar, o dia foi vazio de agenda e o mercado chinês ficou fechado.
Já na Europa, a balança comercial da Suiça registrou um superávit menor que o estimado: U$ 1,28 bn x U$ 1,72 bn projetados pelo mercado. Na Espanha, a confiança do consumidor superou estimativas e registrou 70,7 pontos.
O indicador de atividade no setor de serviços da região do Euro também excedeu as projeções dos analistas (55,2 pontos) e apresentou uma elevação para 55,9 pontos. Ainda na região do Euro, as vendas no varejo declinaram 0,6% em dezembro de 2010 e frustou o mercado, que estimava alta de 0,6%. No âmbito de políticas econômicas, o Banco Central Europeu (BCE) manteve a taxa de juros básica em 1%.
Fechando os dados europeus, o índice de atividade no setor de serviços no Reino Unido marcou 54,5 pontos ante 51,2 pontos projetados mas não causou grande euforia no mercado.
Nos EUA, o dia foi de dados importantes para avaliar a real recuperação do país. O indicador de produtividade apresentou alta de 2,6% no 4º trimestre de 2010, acima do estimado (alta de 2,1%). Os pedidos de auxílio desemprego cairam para 415 mil pedidos, superando expectativas, que projetavam 420 mil pedidos. Os pedidos as fábricas americanas tiveram alta de 0,2%, superando as projeções do mercado, de queda de 0,6%. Encerrando a agenda com bons resultados, o índice de atividade no setor de serviços dos atingiu 59,4 pontos, maior patamar desde maio de 2006, superando expectativas de elevação para 57,2 pontos.
http://primeiromilhao.uol.com.br/INFORMACOES+PUBLICACAO/MERCADO.ABRE_NOTICA.logic?IDNoticia=73
199834 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
Ótimos negócios a todos.
E que tenhamos uma dia tranquilo.
http://tools.boerse-go.de/index-tool/#Scene_1
199835 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008MARCA DE US$ 300 BI DAS RESERVAS REACENDE DEBATE SOBRE COMPRA DE DÓLAR
Política ajuda a reduzir o risco externo do País e é usada pelo governo para conter a valorização do real, mas tem custo elevado devido à diferença entre os juros praticados no Brasil e no exterior
03 de fevereiro de 2011 | 20h 01
Fabio Graner, da Agência Estado
BRASÍLIA - As reservas internacionais brasileiras encostaram hoje na marca histórica de US$ 300 bilhões, reavivando o debate sobre os limites da política agressiva de compra de dólares que vem sendo implementada pelo Banco Central. A estratégia de aumento constante das reservas, embora tenha como consequência evidente uma redução no risco externo do País, de fato obedece ao objetivo do governo de conter a tendência de valorização do real.
Mas essa política também tem um custo, dado pela diferença entre os juros praticados no Brasil e no exterior. É que, ao comprar dólares, o BC se endivida em reais, cuja taxa de juros é hoje de 11,25% e ainda vai subir. Ao mesmo tempo, aplica os dólares na sua maior parte em títulos do governo americano, cuja taxa é um pouco superior a 3%. Os cálculos diferem entre os economistas, já que os custos internos e externos variam ao longo do tempo e também pesa o fator câmbio. De qualquer forma, uma estimativa simples colocaria o custo na casa dos US$ 20 bilhões por ano, além da elevação do estoque da dívida pública.
O governo argumenta que a discussão do custo não pode ser desvinculada dos benefícios que a atual política traz. Afinal, o desempenho do País na crise, com redução da dívida líquida do setor público no momento em que o dólar disparou e rápida recuperação da atividade econômica, mostram que vale a pena ter este seguro. Mas este argumento pode fortalecer a tese dos que não veem mais sentido em seguir reforçando o colchão de dólares do governo. Afinal, se usando apenas pequena parte do montante de cerca de US$ 200 bilhões que estavam guardados em 2008, o Brasil pode sair da maior crise em 80 anos, qual a necessidade de se ter mais reservas e impor um custo fiscal? O governo não dá essa resposta.
O ex-diretor do BC Carlos Thadeu de Freitas entende que continuar comprando dólares e aumentar as reservas a partir do atual nível é uma política de "enxugar gelo". "Quanto mais aumenta as reservas, menor a percepção de risco e maior o incentivo à entrada de dólares,exatamente em um contexto em que se quer evitar o ingresso de moeda estrangeira", disse Freitas.
Ele entende que apesar de todo o esforço do governo, não se pode mudar a tendência de valorização do real. Por isso, a alternativa seria deixar a moeda americana cair ante o real, o que, por sua vez, ajudaria o Banco Central na tarefa de recolocar a inflação na meta. Freitas reconhece que a valorização do real teria impacto negativo nos exportadores, que poderiam ser compensados por medidas de natureza tributária. Na visão do economista, a atual política econômica trabalha com meta de inflação e de câmbio, o que pode ser problemático. "Quem olha para várias coisas, acaba não acertando nada", disse.
O estrategista-chefe do banco WestLB, Roberto Padovani, afirma que a alternativa que o governo tem para a atual política de acumulação de reservas é o tão falado e já praticamente consensual controle fiscal de qualidade, além de promover políticas regulatórias favoráveis, que elevem a capacidade de crescimento econômico.
O economista entende que o Brasil hoje precisa buscar poupança externa para dar conta de sua expansão, o que gera ingressos de capitais externos e valorizam o real. "A saída é aumentar a poupança doméstica. E quem tem condição de fazer isso é o governo, já que as empresas já poupam e as famílias, como em média têm renda baixa no Brasil, não têm como fazê-lo", afirmou. Padovani acrescenta que um ajuste fiscal ajudaria a reduzir os juros.
FONTE: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+brasil,marca-de-us-300-bi-das-reservas-reacende-debate-sobre-compra-de-dolares,not_53720,0.htm?q
199836 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/200804/02/2011 1 hora, 50 minutos atrás
SÃO PAULO – A Vale (VALE3) prepara um transação de empréstimo externo de US$ 3 bilhões que está movimentando o mercado de crédito bancário internacional. Especialistas afirmam que bancos europeus, com custos de captação elevados, devem participar, mesmo que acabem recebendo da mineradora um spread menos do que eles têm de pagar e absorvam o prejuízo em seus balanços.
O empréstimo “stand by” funciona como uma espécie de cheque especial, em que a empresa paga uma comissão para ficar com os recursos disponíveis, mas só efetua o saque quando e se precisar. O empréstimo também será “revolving”: a empresa pode sacar a linha e pagar, depois sacar novamente, até o prazo de vencimento final.
A notícia é um dos principais destaques do caderno de economia desta sexta-feira (4).
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/04022011/22/economia-negocios-principais-noticias-vale-transacao.html
199837 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/20084 de fevereiro de 2011 | 9h36
Bianca Pinto Lima
Após ser adiada duas vezes esta semana, a reunião do governo com as centrais sindicais será realizada nesta sexta-feira, 4, em São Paulo. Na pauta, a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, o salário mínimo e o reajuste dos aposentados.
Os sindicalistas pedem que a tabela do IR seja corrigida com a inflação de 2010, de 6,47%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O governo, no entanto, acena com um reajuste de 4,5%, o mesmo índice que foi adotado entre 2007 e 2010. A lei que estipulou as correções prevê o fim do benefício neste ano.
Sem o ajuste, a mordida do Leão no bolso do consumidor será maior. Isso porque contribuintes que tiveram uma elevação na renda podem deixar de ser isentos ou subir de faixa de tributação.
Na última quarta-feira, 2, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, manteve a proposta de elevação do salário mínimo deste ano, de R$ 510 para R$ 545, mas demonstrou disposição em negociar o reajuste da tabela do IR, segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força.
De acordo com o presidente da Força Sindical, o governo estaria pressionando os sindicatos a aceitar os R$ 545 de salário mínimo, para então discutir uma correção da tabela do IR. A proposta inicial dos sindicalistas para o mínimo, contudo, é de R$ 580.
FONTE: http://blogs.estadao.com.br/entenda-seu-ir/2011/02/04/correcao-da-tabela-do-ir-pode-sair-nesta-sexta/
199838 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007Bom dia!!!
199839 de 200491
ramonluna
2 03/02/2011