Maltarollo
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- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
199881 de 200491
EscolaDeOperadores
303 16/11/2010Apesar da zona de suporte identificada pela LTA azul no gráfico diário ter segurado os vendedores, o importante Gap formado entre o fechamento de 24/Fev e a abertura de 6ª. feira dia 25/2 favorece sobremaneira os vendedores.
Portanto vemos as seguintes oportunidades:
Venda abaixo de 48,13 / 47,31, com Stop acima de 49,30, e Limites em 45,10 / 43,95.
Compras apenas acima de 50,70.
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199882 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008CHINA BUSCARÁ PIB DE 7% DE 2011 A 2015, DIZ PREMIÊ
27 de fevereiro de 2011 | 10h 07
AE - Agencia Estado
PEQUIM - O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, afirmou ontem que o governo vai fixar em 7% a meta de crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) do país para o período de 2011 a 2015. Segundo ele, o foco no desenvolvimento econômico mudará da rapidez para a qualidade. A declaração, feita por Wen durante um chat online com usuários da internet, surge antes de uma sessão anual do Parlamento da China no dia 5 de março, quando o país aprovará políticas econômicas para o ano. O Congresso Nacional do Povo também aprovará o guia de desenvolvimento econômico para os próximos cinco anos.
Investidores estão observando com atenção a meta de crescimento econômico da China, uma vez que tentam encontrar pistas sobre a direção política do governo. A meta, abaixo do parâmetro de 7,5% para os cinco anos anteriores, está em linha com as expectativas de mercado e passa a mensagem de que a China vai se concentrar em elevar a qualidade do crescimento econômico, disse Li Wei, economista do Standard Chart Bank.
Zhu Baoliang, economista chefe do departamento de previsões do Centro Estatal de Informação, disse que a meta é "mais como um sinal de que a China quer reestruturar sua economia, mas não significa necessariamente que a China pretende ver um crescimento econômico mais lento nos próximos cinco anos."
Wen destacou a importância do padrão de vida do povo e a proteção ambiental. "Nunca vamos buscar uma taxa de crescimento econômico alta às custas do meio ambiente, já que isso resultaria em um crescimento insustentável, com supercapacidade industrial e consumo intenso dos recursos", disse Wen.
O premiê admitiu que a reestruturação do padrão de crescimento não será fácil. "Precisamos fazer com que todo governo local saiba que o principal ímpeto do crescimento econômico está no progresso científico e tecnológico e na ampliação do crescimento doméstico", disse. Quando questionado sobre a reforma do câmbio, Wen reiterou a determinação da China de que a reforma da taxa de câmbio seja realizada de forma independente, gradualmente, com cuidado e de maneira que possa ser controlada visando à estabilidade social.
Wen reiterou que a apreciação do yuan é do interesse da economia chinesa e do povo chinês. A China continuará a promover a flexibilidade do yuan com base na demanda do mercado. A taxa de câmbio real da China aumentou 3,7% ante o dólar desde junho, informou. As informações são da Dow Jones.
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,china-buscara-pib-de-7-de-2011-a-2015-diz-premie,56739,0.htm
199883 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
Ótimos negócios a todos.
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199884 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Vale conclui acordo com norueguesa sobre venda de ativos
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DA REUTERS
A Vale anunciou nesta segunda-feira a conclusão da venda, divulgada em maio de 2010, de seus ativos de alumínio para a norueguesa Norsk Hydro.
O acordo prevê a transferência da participação total da mineradora na Albras, Alunorte e Companhia de Alumina do Pará (CAP), além dos respectivos direitos de exclusividade, contratos comerciais e dívida líquida de 655 milhões de dólares, pelos quais a Vale receberá 22% das ações ordinárias em circulação da Hydro e US$ 503 milhões em dinheiro após ajustes, conforme documento enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
A Vale anunciou ainda a criação de uma nova empresa, a Mineração Paragominas, tendo vendido 60% da mina de bauxita Paragominas para a Hydro por US$ 578 milhões. Os 40% remanescentes serão pagos em duas parcelas iguais em 2013 e 2015, de 200 milhões de dólares cada.
"De acordo com os termos do acordo, a Vale, através de suas subsidiárias integrais, transferiu para a Hydro 51% do capital total da Albras; 57% do capital total da Alunorte; 61% do capital total da CAP; e venderá 60% do capital total da Paragominas. A Vale permanecerá com 40% do capital até que seja integralmente vendido em 2015", afirma o comunicado.
A Vale subscreveu 447.834.465 ações da Hydro, cerca de US$ 3,5 bilhões, conforme cotação de fechamento dos papéis da companhia norueguesa na sexta-feira. O acordo determina que a Vale não poderá vender suas ações durante o período de dois anos, além de não poder aumentar sua participação na Hydro além dos 22%.
"A combinação dos ativos da Vale e da Hydro criará uma das maiores e mais competitivas companhias produtoras integradas de alumínio, com potencial de crescimento e acesso a grandes reservas de bauxita, acesso a energia com custos competitivos e 'know-how' tecnológico", acrescenta o documento
199885 de 200491
Adelor
286 26/01/2011199886 de 200491
Tomas Turbanno O Pinto
1677 22/06/2010Vai em frente Adelor, seja feliz, resta saber se o Sardela vai topar.
199887 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007faz tempo que não via los gringos...vai muleke...rs
199889 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008BC ELEVA TAXA BÁSICA DE JUROS PARA 11,75% AO ANO
O Banco Central anunciou nesta quarta-feira a segunda das quatro altas esperadas para este ano na taxa básica de juros (Selic), que passou de 11,25% para 11,75% ao ano. A decisão foi tomada por unanimidade.
O aumento nos juros dessa magnitude já era esperado pela maior parte do mercado financeiro. Alguns analistas defendiam uma alta até maior para ajudar a esfriar a economia e segurar a inflação.
A alta da Selic é parte do trabalho iniciado em 2010 para evitar um superaquecimento da economia, apesar da desaceleração verificada na virada do ano, que deve ser confirmada com a divulgação dos números do PIB (Produto Interno Bruto) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta quinta-feira.
Essa foi a segunda reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC), responsável pela definição dos juros, no governo Dilma Rousseff. A nova taxa foi definida por unanimidade pelos membros do Copom.
A aposta do mercado financeiro é que a taxa voltará a subir nos dois próximos encontros, nos dias 20 de abril e 8 de junho, para encerrar o ano em 12,50%.
A taxa básica determina o custo do dinheiro para os bancos e serve de base para os juros dos empréstimos bancários a empresas e consumidores, cuja taxa média está hoje em 37% ao ano.
A Selic é também um dos principais instrumentos que o BC tem para tentar controlar o ritmo de crescimento da economia e dos preços.
Antes de aumentar a taxa básica, o BC já havia adotado outras medidas para esfriar a economia, como restrições a financiamentos com prazo superior a 24 meses. Também retirou da economia, em dezembro, a última parte do dinheiro injetado na crise de 2008.
Essas medidas já se refletiram em juros mais altos e queda nos empréstimos, mas ainda não tiveram impacto significativo sobre o consumo.
No início da semana, o governo também anunciou um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento para reduzir os gastos públicos.
Sem o corte, o aumento dos juros será maior, o que contribui, por exemplo, para atrair mais dólares para o país e derrubar a cotação da moeda norte-americana.
INFLAÇÃO
A inflação acumulada em 12 meses está hoje em 6%, maior patamar em seis anos, acima da meta de 4,5% fixada pelo governo. A previsão do mercado financeiro é que o indicador termine o ano bem próximo desse nível e só caminhe para a meta em 2012, mesmo com a alta dos juros.
Outras economias emergentes, como China e Rússia, também já começaram a elevar os juros para segurar a inflação, que ressurgiu com a recuperação da economia mundial no período pós-crise.
As taxas nesses países, no entanto, são mais baixas do que no Brasil, que é o líder mundial no ranking dos juros reais.
Com esse aumento, os juros estão hoje no maior patamar desde março de 2009. Ainda naquele ano, por causa da crise, chegariam ao menor nível da história (8,75% ao ano).
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/883362-bc-eleva-taxa-basica-de-juros-para-1175-ao-ano.shtml
199890 de 200491
vale333
25385 03/02/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
199891 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
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199892 de 200491
vale333
25385 03/02/2008probabilidade 333 petr4 parece que fez strike de baixa com ibov em tendencia clara de baixa diria para aguardar definiçao sortemais uma criança que gosta de ti sorte
199893 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
No momento positivo.
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199894 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008PRESSÃO INFLACIONÁRIA NA ZONA DO EURO ATINGE MÁXIMA EM 28 MESES
Índice de inflação futura na região subiu para 102,1 em janeiro, ante 101,6 em dezembro
04 de março de 2011 | 7h 52
Reuters
BANGALORE - As pressões inflacionárias na zona do euro atingiram em janeiro o maior nível em 28 meses, mostrou um indicador antecedente divulgado pelo Instituto de Pesquisa de Ciclos Econômicos.
O índice de inflação futura na zona do euro subiu para 102,1 em janeiro, ante 101,6 em dezembro. O órgão, sediado em Nova York, disse que as pressões inflacionárias na zona do euro estão em alta, puxadas por Alemanha, França e Espanha.
A inflação oficial da zona do euro acelerou a 2,4% no mês passado, acima da meta do Banco Central Europeu (BCE), que pretende manter a taxa pouco abaixo de 2%.
Na quinta-feira, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, disse em entrevista coletiva que o juro pode subir em abril.
Trinta e nove de 49 economistas consultados pela Reuters após a reunião de março do BCE afirmaram que o juro sairá da mínima recorde de 1,0% no mês que vem.
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+internacional,pressao-inflacionaria-na-zona-do-euro-atinge-maxima-em-28-meses,not_57557,0.htm
199895 de 200491
dennysvf
7234 15/03/2010depois q saiu essa notícia, as ADRS da vale recuperaram mais de 1% da queda fechando a US$ 30,07 (acima de 30 pilas )
199896 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008O PIB per capita brasileiro subiu para US$ 10.814, ante US$ 9.812 do mexicano
04 de março de 2011 | 18h 01
Regina Cardeal, da Agência Estado
CIDADE DO MÉXICO - A renda per capita do Brasil ultrapassou a do México no ano passado, indicam dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados recentemente pelos dois países.
Ontem, o IBGE informou que o PIB brasileiro cresceu 7,5% em 2010. Desta forma, o PIB atingiu R$ 3,675 trilhões, ou US$ 2,089 trilhões pelo câmbio médio no ano. O PIB per capita subiu para R$ 19.016, ou aproximadamente US$ 10.814.
O PIB do México cresceu 5,5% no ano passado, para 13,88 trilhões de pesos, informou na semana passada o Instituto Nacional de Estatísticas. Em dólares, o PIB mexicano subiu para US$ 1,099 trilhão, pela taxa média do câmbio em 2010, ou cerca de US$ 9.812 per capita, no cálculo com dados sobre a população do censo de 2010.
O Brasil, um país consideravelmente maior do que o México, quase sempre teve uma economia maior, com exceção de alguns anos no início dos anos 2000, quando a economia mexicana passou por um boom por causa do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês), ao mesmo tempo em que o real era desvalorizado por uma crise financeira no Brasil.
A proximidade com os EUA ajudou a manter o México na liderança da renda por décadas, de acordo com números do PIB per capita do Banco Mundial.
O Banco Mundial calcula que os dois países basicamente tinham o mesmo nível de renda per capita em 2009, quando a economia do México sofreu uma contração de 6,1% em meio à queda da demanda dos EUA, enquanto o PIB do Brasil encolheu apenas 0,6%.
O câmbio também teve um impacto nos números dos dois países: o real brasileiro se fortaleceu no ano passado mais do que nos anos anteriores, enquanto o peso do México continuou enfraquecido.
Economistas afirmam que a mudança reflete tendências que prevalecem há vários anos, com o Brasil emergindo como um poder econômico global, enquanto o México se arrasta num ambiente político que se provou hostil a algumas reformas econômicas e sofre com a violência relacionada ao narcotráfico.
"Outro fator que beneficia o Brasil é que a taxa de crescimento potencial é mais alta do que a do México", disse Alfredo Coutinõ, diretor para América Latina da Moody's Analytics. "Diria que, nos próximos anos, a economia brasileira pode facilmente crescer a uma taxa média de 5% sem criar qualquer problema, enquanto, no México, 3,5% seria o crescimento máximo."
Em dólares, o PIB per capita do Brasil está entre os quatro mais altos da América Latina, juntamente com Chile, México e Uruguai, segundo o Banco Mundial.
O Brasil é considerado a oitava maior economia do mundo, disse Coutinõ. Muitos esperam que suba para o quinto lugar, superando Itália, Reino Unido e França, com o crescimento econômico dos emergentes superando o dos países desenvolvidos. As informações são da Dow Jones.
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,renda-per-capita-do-brasil-supera-a-do-mexico-em-2010,not_57676,0.htm
199897 de 200491
vale333
25385 03/02/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
199898 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/200806 de março de 2011 | 11h 10
AE - Agencia Estado
PEQUIM - O governo da China prometeu hoje uma reforma econômica que vai elevar o status dos consumidores e empresários, mas não deu sinais de como irá lidar com suas reformas politicamente voláteis.
Pequim quer estimular o crescimento autossustentável através do consumo e desenvolver as indústrias de serviço e de alta tecnologia, afirmou o primeiro-ministro Wen Jiabao em um discurso no fim de semana para explicar os objetivos para 2011. Isso vai exigir que as indústrias estatais sejam refreadas, além de outras mudanças que podem provocar uma reação dentro do partido - obstáculos que Wen evitou mencionar.
"Parece ótimo, mas não está claro se eles têm o capital ou desejo políticos para ir em frente com essas mudanças", disse Alistair Thornton, analista para China da IHS Global Insight.
As mudanças destacadas por Wen podem levar a uma evolução da segunda maior economia da China de fábrica de baixo custo para importante mercado consumidor. Isso pode ajudar a diminuir as diferenças entre a elite chinesa e a maioria pobre, além de aliviar tensões sobre seu superávit comercial através do estímulo à demanda por importações.
Mas para alcançar seus objetivos, Pequim tem que reduzir subsídios e empréstimos bancários de baixo custo a estatais, e mexer em outros interesses que têm aliados no Partido Comunista e podem se opor.
Wen prometeu "reformas das taxas juros" sem fazer especificações nem dar prazos. O governo anunciou mudanças similares antes, mas pouco fez para seguir em frente com elas. O plano está em linha com os objetivos aprovados por líderes comunistas em um plano de desenvolvimento de cinco anos realizado em outubro.
Wen afirmou que Pequim vai encorajar o gasto do consumidor, incluindo com o fornecimento de subsídios para a população pobre rural para que compre aparelhos para casa.
"Vamos nos focar no estabelecimento de um mecanismo de longo prazo para impulsionar a demanda doméstica", disse Zhang Pin, presidente da agência de planejamento do gabinete, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.
"No último plano de cinco anos, nós nos concentramos no crescimento. No próximo plano de cinco anos, vamos nos focar em melhorar a vida das pessoas", disse Zhang.
Para diminuir as diferenças entre a população, Wen prometeu mais gastos sociais, um salário mínimo maior e taxas sobre bens imobiliários.
O novo gasto social poderia ser financiado pela exigência de que empresas estatais entreguem uma parcela maior de seus lucros ao governo, passo que uma autoridade do gabinete havia dito no mês passado que Pequim planejava dar. As informações são da Dow Jones.
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,china-promete-amplas-mudancas-economicas,57722,0.htm
199899 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008EUA TEMEM NOVA BOLHA IMOBILIÁRIA
Alta das commodities provoca boom perigoso nos preços das terras do cinturão cerealista americano, alertam autoridades
07 de março de 2011 | 0h 00
William Neuman, do The New York Times - O Estado de S.Paulo
Os 32,40 hectares, aproximadamente, de uma terra agrícola fértil que Jeff Freking e seu irmão Randy adquiriram recentemente perto de Le Mars, Iowa, por US$ 10 mil o acre (um acre corresponde a 0,404 hectare) aparentemente não têm nada em comum com uma casa num condomínio em Miami ou em Las Vegas.
Mas como os preços das terras agrícolas estão subindo no cinturão cerealista nos Estados Unidos, as autoridades reguladoras alertam para a possibilidade da formação de uma nova bolha imobiliária - como na época do boom dos preços das habitações, cujos valores subiram vertiginosamente em Miami e Las Vegas, e depois despencaram.
"Aqui parece que os preços estão subindo em saltos", disse Jeff Freking, que comprou uma fazenda desse tipo por US$ 6 mil o acre, há apenas dois anos. "Todo mundo acha que é uma coisa maluca".
A alta dos preços está sendo vertiginosa em todo o Centro-Oeste, com aumentos de dois dígitos porcentuais no ano passado em Illinois, Indiana, Iowa, Kansas, Minnesota e Nebraska. Em algumas partes do Iowa, os preços de boa terra agrícola subiram até 23% no ano passado, afirma o Federal Reserve Bank de Chicago.
Poucos anos atrás, os proprietários de terra se surpreenderam quando os preços da terra começaram a subir por causa da demanda de milho para a produção de etanol. Mais recentemente, foi a alta vertiginosa dos preços do trigo, milho, soja e outras culturas que impulsionou o aumento. Na terça-feira, os preços dos contratos futuros do milho na Bolsa de Chicago fecharam a US$ 7,27 o bushel, em comparação a US$ 3,70 no ano passado. Os contratos futuros da soja foram cotados a US$ 13,67, em comparação a US$ 9,52 no dia 1º de março do ano passado.
Preocupação. Os preços médios dos grãos, corrigidos pela inflação, estão se aproximando dos níveis vertiginosos do final da década de 70, no pico do último desastroso ciclo de expansão e retração para a terra agrícola. É isto que preocupa as autoridades.
"A história nos ensinou que é quase impossível determinar até que ponto o boom da terra agrícola pode ser tornar uma bolha insustentável impulsionada pelos mercados financeiros", disse Thomas Hoenig, presidente do Federal Reserve Bank de Kansas City.
Os executivos do Banco de Hoenig alertam para a possibilidade de os produtores se depararem com um "enorme" risco de que a elevação dos juros, combinada talvez à queda dos preços agrícolas, possa reduzir o valor da terra. Os valores da terra agrícola poderão cair um terço ou pela metade numa situação como esta, disse Hoenig.
Os preços subiram tanto até agora que "a coisa está ficando assustadora", disse Mike Green, um leiloeiro de imóveis. Ele bateu o martelo em fevereiro para uma fazenda de 47,75 hectares em Yetter, Iowa, que foi vendida por US$ 11 mil o acre, um recorde segundo ele para uma fazenda no Condado de Calhoun, Iowa. Em dezembro, continuou, o público ficou surpreso quando um pacote foi vendido por US$ 9,3 mil o acre. Tempos atrás, fazendas deste tipo eram vendidas por menos de US$ 8 mil o acre.
"É muito difícil imaginar por quanto uma propriedade será vendida, hoje, porque parece que as coisas mudam toda semana", ele disse.
Dados referentes ao país como um todo divulgados pelo Departamento da Agricultura dos EUA mostram que os preços das fazendas corrigidos pela inflação superaram há vários anos o pico da década de 70, mas isto inclui terra, principalmente no litoral, cujo preço subiu quando foi vendida para incorporação.
Pesquisas de universidades e do Federal Reserve, que fornecem um quadro mais preciso do valor da terra usada para plantio, mostram que os preços se aproximam do pico do último boom quando corrigidos pela inflação.
Os valores da terra agrícola foram puxados por vários fatores. Como culturas como milho, trigo e soja costumam provocar alta dos preços, a terra na qual são cultivadas se valoriza. Juros baixos também contribuíram; eles atraem investidores em busca de uma alternativa aos certificados de depósito de baixo rendimento e à volatilidade das bolsas, e incentiva os produtores a comprar mais terra em vez de investir o lucro em outra coisa.
"A terra agrícola é um ativo procurado em um mundo no qual muitos outros tipos caíram em desgraça", comentou Richard Brown, principal economista da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC).
Bolha. O rápido aumento dos preços da terra agrícola provocou alarmes na FDIC, que faz seguro de depósitos bancários e monitora o vigor financeiro do setor. A agência enviou uma carta às instituições de crédito, em dezembro, alertando-as a não permitir que os altos preços das terras agrícolas as levassem a descuidar do rigor na concessão de empréstimos. "Se for uma bolha", disse Brown, "está na fase de formação".
O mercado de terra agrícola dos dias de hoje apresenta diferenças cruciais em relação ao da década de 70, e ao boom da habitação da década passada. Nos anos 70, outro período de juros baixos e altos preços das commodities agrícolas, os produtores se endividaram consideravelmente, usando as fazendas como garantia. Na bolha da habitação, muitos compradores se deixaram seduzir por empréstimos inovadores, mas pouco claros, como hipotecas subprime com juros flutuantes, que ampliaram consideravelmente o risco.
Hoje, o endividamento dos produtores agrícolas é cerca de 33% menor, em comparação ao pico do boom passado, dizem os dados do USDA.
Mas uma grande preocupação das autoridades reguladores é que os produtores comecem a contrair empréstimos sobre propriedades que já possuem, baseando-se nos valores elevados de hoje, e a usar os recursos para adquirir mais terra ou fazer outras aquisições. O que se assemelha ao que os produtores faziam há 30 anos, e ao que os proprietários de habitações fizeram no boom da habitação.
Jason Henderson, um vice-presidente da agência de Omaha do Fed de Kansas City, disse que ouviu de banqueiros que este esquema pode voltar.
Freking e o irmão fizeram a última aquisição usando exclusivamente dinheiro de empréstimos. Seu banqueiro emprestou-lhes a metade do valor da compra, e o restante do dinheiro veio do refinanciamento e da consolidação de empréstimos sobre outras propriedades que eles tinham, e que valem mais em termos do valor atual da terra.
Ele afirmou que houve um certo choque por causa do preço, mas o negócio valia a pena porque a terra ficava próxima de duas outras propriedades que a família cultiva. Ele também conseguiu um juro fixo atraente de cerca de 5%, embora o empréstimo deva ser saldado em oito anos. "Todo mundo fala com entusiasmo das commodities, por isso espero que o negócio compense", disse Freking.
Especulação. A alta dos preços também atraiu especuladores. Uma pesquisa da Iowa State University concluiu que investidores foram responsáveis por 25% das aquisições no Estado no ano passado, um ligeiro aumento em relação a 2009. "É algo muito agressivo em termos de oferta", disse Todd Hattermann, um leiloeiro que vendeu uma fazenda em Paullina, Iowa, por US$ 9,6 mil o acre, na semana passada. Segundo ele, os investidoras provocam a alta dos valores. "Vários deles talvez não sejam os que apresentam a oferta final, mas são eles que fazem os lances".
Não há unanimidade quanto ao surgimento ou não de uma bolha. Michael Duffy, economista especializado em agricultura da Iowa State University, que realiza a pesquisa anual sobre o valor da terra, disse que o mercado parece fundamentalmente saudável e que os preços da terra correspondem à alta dos preços das commodities. "Se você tem uma terra boa, ela vale muito dinheiro", afirmou.
Bruce Brooks, o corretor que vendeu a fazenda aos irmãos Freking, transpira um otimismo que é familiar a quem comprou uma casa em 2006. "Se analisarmos do início da agricultura nos Estados Unidos até agora, a tendência no longo prazo foi de crescimento", disse. "Haverá flutuações do mercado. Mas em dez anos, não me surpreenderei se nossa terra, pela qual pagamos US$ 10 mil o acre, chegar a US$ 20 mil". / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110307/not_imp688725,0.php
199900 de 200491
SERGIO41
127 07/06/2007Preciso da data Ex- da Vale. Alguem pode me informar?
Grato antecipadamente