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vale333

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25385 03/02/2008
probabilidade 333 ibov segue recuperaçao parcial de queda ate com surprendente volume para uma sexta feira (com candle de alta no diario )stop curto sorte
carlosdaniel

carlosdaniel

36179 13/10/2008
Bom dia.


13/03/2011 - 11h20
Vale planeja investimento de US$ 9 bi até 2014 no exterior


Brasília, 13 mar (EFE).- A Vale mantém um plano de investimentos de US$ 9 bi no exterior até 2014, informou neste domingo o jornal "O Globo", citando fontes da companhia.

Entre outros países, os planos de investimento abrangem Argentina, Peru, Canadá, Guiné, Zâmbia, Moçambique, Omã, Indonésia e Malásia, assim como o próprio Brasil, onde a empresa prepara a ampliação de um porto de águas profundas no litoral norte.

Na Argentina, os projetos da Vale incluem o exploração de uma mina de potássio, que somente neste ano significará um investimento de US$ 1,2 bilhão.

De acordo com os dados publicados pelo jornal, essa mina será um dos maiores desenvolvimentos da Vale até 2014 e terá, em uma primeira etapa, a capacidade de produção de 2,4 bilhões de toneladas de potássio por ano.

No Peru, a Vale se propõe a ampliar sua produção de fosfato de Bayóvar, com um investimento cifrado em US$ 100 milhões e que deverá ser executado ainda neste ano.

A Vale, uma das maiores empresas mineiras do mundo, fechou o ano passado com um lucro líquido recorde de US$ 17,264 bilhões, mais que o triplo do obtido em 2009 (US$ 5,349 bilhões).

Além de ser a maior exportadora de ferro do mundo, a empresa também é uma grande produtora de outros metais e minerais, como alumínio, manganês, carvão, potássio, bauxita e fosfato.
jcpeixoto

jcpeixoto

2554 19/07/2008
BC JAPONÊS PROMETE DAR LIQUIDEZ AO PAÍS PARA MINIMIZAR EFEITO DO TREMOR

É aguardada a injeção de 2 a 3 trilhões de ienes por meio de operações de mercado nesta segunda-feira

13 de março de 2011 | 13h 21

Reuters

TÓQUIO -

O presidente do Banco do Japão (BoJ), Masaaki Shirakawa, disse que o banco central vai aumentar a liquidez do sistema bancário na segunda-feira, reforçando a determinação do banco de manter os mercados estáveis depois do terremoto devastador que atingiu o nordeste do Japão.

O Banco do Japão provavelmente vai colocar recursos da ordem de 2 a 3 trilhões de ienes por meio de suas operações de mercado na segunda de manhã, duas a três vezes o valor normal, para acalmar os mercados financeiros e impedir que os juros de curto prazo disparem.

"Vamos monitorar as condições de mercado e planejamos dar aos mercados muita liquidez assim que o dia começar amanhã," disse Shirakawa a repórteres depois de participar de uma reunião com ministros para discutir a economia no domingo.

Shirakawa também disse que o banco central vai avaliar cuidadosamente o impacto econômico do terremoto quando o conselho se encontrar para rever a taxa de juros na segunda-feira.

"É muito importante garantir um sistema estável de liquidação e dar bastante liquidez aos mercados," disse ele.

Shirakawa acrescentou que o Banco do Japão fará o possível para se assegurar que cortes de energia elétrica não afetem o sistema financeiro nacional.

A Agência de Serviços Financeiros disse que também está monitorando os mercados para impedir transações impróprias ou ilegais depois do terremoto, acrescentando que os mercados financeiros de Tóquio operarão normalmente na segunda-feira.

Parlamentares japoneses esperam que gastos fiscais moderados e uma política monetária ultra relaxada possam minimizar os danos do terremoto e do tsunami a uma economia que apenas começava a se recuperar.

Os partidos de oposição e de governo já declararam uma trégua para permitir que o governo se concentre na reconstrução do país depois do terremoto que atingiu 8.9 na escala Richter. O desastre também causou o que pode se tornar o pior desastre nuclear dos últimos 25 anos e um racionamento de energia em consquência.

O Banco do Japão deve manter a taxa de juros entre zero e 0,1 por cento quando fizer sua reunião de política monetária na segunda-feira. O Banco, contudo, deve abrir a opção de relaxar ainda mais a política monetária caso os danos do terremoto ameacem as possibilidades de o Japão retomar o crescimento econômico moderado que enfrentava.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+internacional,bc-japones-promete-dar-liquidez-ao-pais-para-minimizar-efeito-do-tremor,not_58316,0.htm
carlosdaniel

carlosdaniel

36179 13/10/2008
Bom dia.
Índices em tempo real.
Topix 150 e Nikkei 225 ST em forte queda.
Ótimos negócios a todos.
E que tenhamos uma dia tranquilo.
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jcpeixoto

jcpeixoto

2554 19/07/2008
Bom dia pessoal, chamo atenção para a manchete de capa da Isto é Dinheiro, vale a pena ler.


Nº edição: 701 | Capa | 11.MAR - 21:00 | Atualizado em 14.03 - 05:29

O BRASIL INVESTE MAIS

As empresas brasileiras vão desembolsar R$ 3,3 trilhões em projetos produtivos até 2014. Essa montanha de dinheiro será aplicada em novas fábricas, obras de infraestrutura, transporte eusinas energéticas, entre outros. saiba o que vem por aí.

Por Carla Jimenez, Hugo Cilo e Cláudio Gradilone

O ano de 2010 deu às empresas brasileiras o gostinho do que pode ser um ciclo vigoroso e continuado de expansão da economia pelos próximos anos. O crescimento de 7,5% do PIB registrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi suficiente para que as companhias ganhassem confiança na capacidade do País de superar crises e programassem investimentos ambiciosos.
A despeito de uma redução do ritmo de crescimento neste ano, nunca se investiu tanto no setor produtivo no Brasil como agora, ao menos em termos absolutos. Recursos anuais da ordem de R$ 825 bilhões vão movimentar a economia até 2014, como mostra uma projeção divulgada no final de fevereiro pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Um levantamento da agência de risco Austin Ratings mostra que o Brasil superou o investimento de meio trilhão de reais ao ano, a valores presentes, apenas quatro vezes na sua história: em 1989, 2006, 2007 e 2008 – três anos atrás o País investiu o equivalente a R$ 587 bilhões, o máximo registrado até hoje.

Consolidados, os investimentos previstos pelo banco de fomento nos próximos quatro anos resultam numa dinheirama de R$ 3,3 trilhões, que será empregada na ampliação de fábricas, expansão de unidades de negócios, extensão de rodovias, construção de infraestrutura logística e de transportes, portos, estádios e usinas hidrelétricas e eólicas, entre outros.

Essa montanha de dinheiro representa mais do que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2009, e um pouco menos do que o PIB de 2010, que fechou em R$ 3,67 trilhões. É como se tudo o que o País produziu de riquezas num único ano fosse transformado em investimento produtivo.

Os exemplos práticos mostram que não se trata de otimismo “oficial” de um banco público, nem tampouco mera manutenção de operações existentes. É mais dinheiro novo para projetos de expansão (leia destaques). Senão vejamos.

A estatal Petrobras, maior empresa brasileira, e a Vale, a número 1 do setor privado, vão investir, respectivamente, R$ 93 bilhões e US$ 24 bilhões neste ano. A Braskem, o braço petroquímico do grupo baiano Odebrecht, colocará R$ 1,6 bilhão na cadeia petroquímica até dezembro – especialmente para a produção de plásticos verdes, derivados da cana-de-açúcar.

A Duratex, que concentra os negócios industriais do grupo Itaú, investirá cerca de R$ 1,2 bilhão até o ano que vem. Outras empresas já traçam planos para um cenário um pouco mais longo. A gaúcha Gerdau, por exemplo, anunciou que investirá R$ 10,8 bilhões até 2015, dos quais 75% destinados a suas operações no Brasil.

A Galvão Energia gastará em torno de R$ 2 bilhões em seu projeto de implantação de usinas de energia eólica num prazo de cinco a sete anos. Ao mesmo tempo, a indústria de cimento começa a erguer novas plantas para alcançar a produção de 107 milhões de toneladas em 2015, 70% a mais do que a capacidade atual. Para se ter uma ideia, uma unidade fabril para produzir um milhão de toneladas de cimento pode consumir até US$ 250 milhões.

A avaliação de especialistas é que tudo só tende a ficar melhor. “A tendência daqui em diante é de que o volume de investimentos se acentue”, diz o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.

O segmento de máquinas e equipamentos, por exemplo, aproveita o bom momento e a taxa de câmbio favorável (em torno de R$ 1,65) para se modernizar e atender ao setor produtivo. Serão R$ 4,8 bilhões desembolsados em 2011, quase 20% a mais do que no ano passado.

Esses números vistosos representam uma pá de cal sobre uma certa visão catastrófica, que vem grassando em certos setores da academia e mesmo em parcelas do empresariado nos últimos anos, traduzida na tese da desindustrialização do País, em decorrência do crescimento recente mais acentuado das importações.

Certamente não será para se instalar em Honduras ou no Paraguai que os empresários brasileiros se dispõem a aumentar em quase 60% o volume de investimentos previstos para o setor industrial entre 2011 e 2014, de acordo com o levantamento do BNDES. Nesse período, prevê o banco, os desembolsos na indústria brasileira devem chegar a R$ 614 bilhões, contra R$ 387 bilhões nos quatro anos anteriores.

“Não nego que haja risco quando aumentam as importações, mas, diante desses investimentos, a desindustrialização não tem a menor possibilidade de ocorrer”, afirma o professor Fernando Sarti, do Núcleo de Economia Industrial e de Tecnologia da Universidade de Campinas (Unicamp).

Para Sarti, a retomada de investimentos depois da crise de 2009 guardou as mesmas características do período que a antecedeu. “Mais importante que a quantidade de dinheiro em jogo é o fato de a expansão da economia vir novamente sustentada em cima do investimento”, diz Sarti.

A formação bruta de capital fixo, que é o conceito formal para a taxa de investimentos – engloba tanto projetos de expansão das empresas quanto a compra de máquinas e equipamentos –, cresceu 21,8% no ano passado, segundo o IBGE. O consumo das famílias, por outro lado, aumentou 7% sobre 2009.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que em 2011 a formação bruta de capital crescerá outros 15%. Até mesmo as projeções mais pessimistas mostram um cenário favorável aos negócios neste ano, afirma Agostini. “Expansão de 4% do PIB ainda é muito positivo, pois crescerá em cima de uma taxa muito robusta”, afirma. A expectativa do mercado financeiro é de uma expansão de 4,3% para o PIB este ano, mas o governo acredita em 5%.

Positivo em termos gerais, esse cenário nada tem de idílico, porém. Há obstáculos no caminho a serem ultrapassados. Embora a economia real mostre um panorama otimista, os dados do IBGE revelam também que, em termos relativos, o Brasil ainda não conseguiu quebrar a barreira psicológica dos 20% de taxa de investimento em relação ao PIB.

Em 2010, a proporção ficou em 18,4%. O último ano em que o País superou a marca de 20% foi em 1994. Antes disso, somente entre 1986 e 1990, nos anos de ouro do milagre econômico (1971 a 1982), durante o período da ditadura militar, e em 1913. China e Índia, por exemplo, investem cerca de 40% do PIB, e a Coreia do Sul, 30%.

O que favorece o cenário nacional neste momento, avaliam os especialistas, é que as oportunidades superam os riscos. “Do ponto de vista das oportunidades não há por que esse ciclo de investimentos recuar”, diz o professor Sarti, da Unicamp.

Ele cita, como exemplos a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, além, claro, dos investimentos na exploração do pré-sal. Na opinião de Sarti, as notícias são boas, mesmo com todos os riscos associados. “Por mais que aeroportos e estádios estejam atrasados, algumas decisões estão sendo tomadas”, afirma. “Pode não ser com a qualidade que sonhamos, mas certamente a programação dos eventos é um elemento que contribui para os investimentos.”

O desafio do atual governo, contudo, é manter as condições macroeconômicas para que o País não desafine e perca o ritmo dos negócios. “Olhamos para o futuro com cautela”, diz José Otávio Carvalho, presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), mesmo com a expectativa de crescimento de 70% da produção nos próximos quatro anos.

O chefe de pesquisa do BNDES, Fernando Puga, alerta que é preciso trabalhar pela estabilidade dos indicadores atuais para manter o otimismo dos empresários. Mas argumenta que há anos o Brasil não entrava com projetos de investimentos encorpados como agora.

“Há questões que preocupam, como o cenário externo para as empresas voltadas ao comércio exterior, mas o importante é que estamos na direção correta”, diz Puga, lembrando que as enormes carências em infraestrutura no Brasil começaram a ser atendidas. Sarti, da Unicamp, lembra que marolas fazem parte da história brasileira e que o País já mudou de status. “As dores de crescimento são melhores que a tranquilidade da recessão”, afirma ele.


A APOSTA DA DURATEX

Aproveitando o baixo endividamento e a oferta de crédito abundante, especialmente do BNDES, a Duratex, controlada pela Itaúsa, a holding que também é dona do Itaú Unibanco, vai investir R$ 1,2 bilhão nos próximos dois anos. Serão R$ 600 milhões por ano na ampliação e na modernização das unidades produtivas.

O principal investimento de 2010 foi a aquisição da empresa paraibana Elizabeth Louças Sanitárias, de João Pessoa, por R$ 80 milhões. Para 2011, a empresa vai concluir a transformação de uma fábrica de louças adquirida da Ideal Standard e deverá anunciar, em maio, a duplicação de sua capacidade instalada para produzir pisos laminados de madeira, hoje de 5 milhões de m² por ano para 10 milhões de m².

A justificativa para o investimento bilionário está na ponta da língua de Henri Penchas, presidente executivo da Duratex (à esq. na foto). Como pano de fundo aparecem as perspectivas de crescimento da economia brasileira para os próximos anos, puxadas pelos investimentos no setor de construção civil.

Já naturalmente aquecidos, os mercados em que a Duratex atua – chapas de madeira e louças e metais sanitários, produzidos com a marca Deca, deverão ser turbinados pelos preparativos para a Copa do Mundo, em 2014, e para os Jogos Olímpicos, de 2016. “A expectativa são de 20 mil quartos de hotel construídos ou renovados, e cada um deles vai precisar de torneiras e louças sanitárias novas”, diz Penchas.

Além dos investimentos programados para até 2012, a Duratex participa do jogo com a musculatura reforçada pela incorporação, em 2008, da concorrente Satipel. “Foi um casamento perfeito em termos de linha de produtos”, diz Penchas.

A maior parte da produção da Duratex eram placas de medium density fiberboard (MDF), ao passo que a Satipel concentrava-se no medium density particleboard (MDP). Ou seja, a Duratex produzia matérias-primas mais sofisticadas e a Satipel era forte nos itens mais baratos. “O MDF e o MDP são usados na construção e na indústria de móveis, e o fato de nos concentrarmos apenas em um deles nos fazia perder negócios”, afirma Penchas.

O novo ciclo de investimentos encontra a Duratex num momento especial de sua história em termos de rentabilidade. Em 2010, a companhia lucrou R$ 470,8 milhões, mais de quatro vezes o resultado do ano anterior.

Não por acaso, o valor de mercado da Duratex explodiu em apenas dois anos: subiu de R$ 455 milhões, no final de 2008, para R$ 8,2 bilhões em dezembro de 2010. “O mercado reconheceu nossos avanços em eficiência e governança corporativa”, diz Flávio Donatelli, vice-presidente financeiro (à dir.).

O BRASIL NO MAPA DA GE

Uma das maiores companhias do planeta, a General Eletric colocou o Brasil no topo da lista de seus planos globais de investimentos. A gigante americana anunciou este mês investimentos de US$ 550 milhões (quase R$ 1 bilhão) no País, para a construção de um centro de pesquisas dedicado a petróleo e gás na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, que entrará em operação dentro de dois anos.

A notícia foi dada pessoalmente à presidente Dilma Rousseff pelo presidente mundial da GE, Jeffrey Immelt, no Palácio do Planalto. Foi o primeiro encontro oficial de Dilma como chefe de Estado com um representante do setor empresarial. A meta é transformar o empreendimento na quinta maior plataforma de inovação em petróleo do mundo.

Todos os novos produtos desenvolvidos pela companhia receberão patentes registradas aqui. A ambição por conhecimento de ponta da GE se explica. Há seis meses, a multinacional investiu US$ 7 bilhões na aquisição de três empresas que operam no País nos setores de petróleo, gás e energia.

“Poucos mercados no mundo nos deixam tão otimistas quanto o Brasil”, disse Immelt. Embora esteja presente no País desde 1919, este é o primeiro grande ciclo de investimentos da GE. Segundo Immelt, fã de carteirinha do Brasil, a companhia terá nos próximos anos foco especial nos setores energético e de saúde e tecnologia da informação. “O País se tornou essencial para a GE”, afirmou o executivo.

O MAIOR INVESTIMENTO DO MUNDO

O caixa de R$ 93,7 bilhões para investir em 2011 já faz da Petrobras uma empresa de proporções superlativas. Trata-se de um valor equivalente a nove vezes o lucro do Bradesco, o maior banco privado nacional, em 2010 ou ainda 2,7 vezes o lucro da própria petroleira.

“É o maior investimento anual previsto por uma companhia no mundo”, diz Almir Barbassa, diretor financeiro da Petrobras. Praticamente metade desse total, ou 46%, será investida na produção e exploração de petróleo e gás.

A empresa intensificará a perfuração de poços tanto para extrair a matéria-prima como para a prospecção. Serão 20 em 2011, cinco vezes mais que a média anual dos últimos quatro anos.

“Temos hoje 16 bilhões de barris de petróleo de reserva aprovada, com um potencial de crescimento para 30 bilhões, e ainda muitas reservas já descobertas, que vão sendo confirmadas, em fase de incorporação”, diz Barbassa.

Outra atividade que será privilegiada este ano é a área de abastecimento e refino, incluindo as obras para a conclusão da refinaria de Abreu Lima, em Pernambuco, que deve entrar em operação em 2012.

E, ainda, os investimentos no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que começa a operar em 2013. “Hoje produzimos mais petróleo do que podemos refinar e, então, precisamos de serviços no Exterior”, afirma o diretor financeiro. A ideia é ganhar valor agregado em solo brasileiro ao beneficiar o petróleo em refinarias locais.

Diante de projetos ambiciosos, a estatal puxa também investimentos em toda a cadeia de petróleo. Um estaleiro consome investimentos de R$ 1 bilhão a R$ 3 bilhões, dependendo do porte.

Num encontro recente com empresários, o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, chegou a incentivar a entrada de novos investidores na área. “Tenho três sugestões de investimentos no Brasil: façam estaleiros, façam estaleiros e façam estaleiros. Vamos precisar de muitos”, disse ele. Hoje a Petrobras tem contrato com 37 estaleiros e há outros 13 em construção.

OS COREANOS QUEREM MAIS

Os coreanos da Hyundai, o maior conglomerado industrial da Coreia do Sul, finalmente decidiram mostrar a que vieram. No mercado automobilístico, a presença no País ganhou novo impulso com um recente anúncio de construção de uma fábrica de R$ 1 bilhão em Piracicaba, interior de São Paulo.

Essa será a primeira planta própria da montadora coreana na América do Sul. Já existe em operação em Anápolis (GO), desde 2007, uma fábrica de veículos da marca, mas a unidade pertence ao grupo Caoa, controlado pelo empresário Carlos Alberto Oliveira Andrade, que distribui seus carros no País.

Apesar da indiscutível força no segmento das quatro rodas, a companhia quer muito mais do que montar automóveis e utilitários no Brasil. A Hyundai Heavy Industries vai construir uma fábrica de retroescavadeiras e grandes equipamentos para a indústria da construção ainda este ano.

O mercado estima que o investimento inicial irá superar os US$ 300 milhões. A unidade será implantada no Rio de Janeiro, em local ainda não definido. “Onde houver oportunidades, estaremos observando de perto”, diz Gi Seob Kim, o discreto presidente da Hyundai do Brasil, sem detalhar os investimentos.

Uma das áreas prioritárias seria agronegócio brasileiro. A empresa guarda a sete chaves suas estratégias para invadir o campo, mas não nega que é um setor muito sedutor.

Está negociando com os governos do Piauí, Maranhão, Tocantins e Bahia a compra de dez mil hectares para plantar soja. O objetivo: exportar para a Coreia. A diversificação de negócios da Hyundai não é novidade para o grupo no mundo. Fora do Brasil, a empresa fabrica desde automóveis até elevadores e navios.

NA TRILHA DA INFRAESTRUTURA

Quando a primeira etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi lançada, há cinco anos, ficou claro que o então governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha a intenção de transformar o País num canteiro de obras.

O plano era induzir o investimento privado tanto para áreas elementares, como a de saneamento básico, quanto para searas que ganharam importância na era da sustentabilidade, como a de energia renovável. Foi nesse contexto que o grupo Galvão decidiu se posicionar abrindo uma frente de negócios para aproveitar as oportunidades que começavam a aparecer.

A companhia tem entre seus sócios quatro herdeiros do conglomerado pernambucano Queiroz Galvão, que também atua em infraestrutura, em áreas como energia hidráulica e construção civil. Mas o foco da nova empresa era mesmo fincar sua bandeira em setores inexplorados.

Assim nasceram as companhias Cab Ambiental, de saneamento, e a Galvão Energia, de energia renovável. A Cab, que programa um investimento de R$ 1,5 bilhão até 2015, foi criada em meados de 2006, praticamente junto com o novo marco regulatório do saneamento básico, editado no início de 2007.

“O marco conseguiu estabelecer uma relação sã entre o setor público e as empresas privadas”, diz Yves Besse, presidente da Cab, que emprega 600 funcionários e faturou R$ 100 milhões em 2010. Hoje a empresa conta com 13 contratos fechados com governos estaduais e municipais para tratamento de água e esgoto.

Já a Galvão Energia marca território num segmento que deve ganhar cada vez mais incentivos. A meta do governo brasileiro é reduzir, a partir de 2014, a produção de combustíveis fósseis para fortalecer a geração de energia renovável.

A Galvão acaba de finalizar a prospecção técnica da usina de energia eólica que será erguida na cidade de São Bento do Norte, no Rio Grande do Norte, e começará a contratar 500 pessoas para a construção de subestações de energia e as linhas regionais, que serão conectadas à rede nacional.

Serão 94 megawatts gerados, capazes de garantir energia para uma população de 250 mil habitantes, 70 vezes maior que o total de moradores de São Bento. O projeto vai consumir R$ 400 milhões.

“Mas temos em caixa outros R$ 2 bilhões para investir em novos projetos de energia eólica até 2017”, diz Otávio Silveira, presidente da Galvão Energia. Segundo ele, a empresa tem capacidade para bancar a construção de novas usinas com capacidade total de geração de mais 600 megawatts, na região Nordeste.

MAIS ENERGIA NO HORIZONTE

A empresa CPFL Energia tem investido sistematicamente na expansão da sua rede de geração e distribuição. Só no ano passado, foi R$ 1,85 bilhão, do qual R$ 800 milhões na usina hidrelétrica Foz de Chapecó, em Santa Catarina, onde a CPFL é sócia da geradora Furnas e da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica – CEEE. Este ano, a previsão inicial é de um investimento de R$ 1,6 bilhão.

“É uma prévia, com boas chances de que seja mais do que isso”, diz Gustavo Estrella, diretor de relações com investidores da companhia. A meta é dar prioridade à ampliação da rede de distribuição para atender à demanda crescente por energia, tanto industrial como residencial.

O aumento da renda dos brasileiros e a maior oferta de crédito no mercado ampliaram a venda de eletrodomésticos e, por consequência, o consumo energético. Só na região em que a CPFL atua como distribuidora, no interior de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e no Estado do Rio Grande do Sul, o consumo residencial por habitante cresceu de 563 kilowatts-hora (kwh) em 2004 para 709 kwh em 2010.

É um bom resultado, mas Estrella acredita que pode ser ainda melhor. “Se compararmos nosso consumo per capita com o de outros países, veremos que o Brasil tem muito a crescer”, afirma. No Uruguai, por exemplo, o consumo per capita é de 888 kwh. Na Argentina, 709 kwh.

Em outra frente, a empresa planeja novos investimentos em fontes de geração de energia renovável, como as usinas eólicas. O plano é investir R$ 900 milhões até 2012 em 12 usinas do gênero no Rio Grande do Norte. A lista inclui, também, quatro usinas de energia de biomassa, que devem consumir R$ 600 milhões até 2012.

BNDES, O SUPERBANCO PÚBLICO

Cada vez mais turbinado para atender à necessidade de financiamento de longo prazo para a infraestrutura, o BNDES já concede 3,3 vezes mais crédito que o Banco Mundial (Bird).

Em 2010 foram US$ 96,32 bilhões em desembolsos do banco público brasileiro contra US$ 28,85 bilhões do Bird. Hoje o banco tem uma participação de quase 20% sobre o total de investimentos no País, principalmente para o setor industrial – o BNDES não financia a construção civil.

O caixa disponível para 2011 é de R$ 145 bilhões, um pouco menos do que no ano passado (R$ 168,4 bilhões), numa tentativa de reduzir a dependência do setor privado para o dinheiro barato com juros subsidiados do banco.

Um dos programas que serão atingidos é o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), voltado ao financiamento de máquinas e equipamentos. Para atingir a meta de desembolsos, o BNDES recebeu um novo aporte do Tesouro este mês, de R$ 55 bilhões. A medida foi duramente criticada por economistas que veem nesse movimento uma contradição do governo diante do compromisso de refrear a inflação.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/51439_O+BRASIL+INVESTE+MAIS
felipezero

felipezero

4015 26/03/2007
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff está convencida de que é preciso trocar o comando da mineradora Vale, mas quer blindar a companhia do apetite político, para não causar turbulência no mercado nem impacto nas ações da companhia na Bolsa de Valores. Agora, há um novo executivo cotado para substituir Roger Agnelli na Vale: trata-se do presidente da Suzano Papel e Celulose, Antônio Maciel Neto.
O nome de Maciel, ex-presidente da Ford do Brasil, circula no Palácio do Planalto e também nas negociações com os acionistas, mas o governo sabe que a substituição não será uma operação fácil. Agnelli não quer sair e a Vale está em boa situação: é líder mundial na produção de minério de ferro e, no ano passado, atingiu o segundo maior lucro da história entre as empresas de capital aberto (R$ 30,1 bilhões), só perdendo para a Petrobras.
Desde o segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, a avaliação no Planalto é de que Agnelli privilegia as exportações em detrimento da indústria nacional. Recusa-se a investir, por exemplo, em produto com valor agregado, fazendo com que o Brasil exporte minério de ferro para a China e seja obrigado a importar trilhos chineses para as ferrovias.
É por isso que Dilma, a exemplo de Lula, gostaria de ver um perfil diferente no comando da empresa: alguém que seguisse a estratégia de desenvolvimento para o País ditada pelo Planalto, como faz a Petrobras, mesmo que a Vale seja empresa privada. A eleição do Conselho de Administração da Vale está marcada para maio e nenhum sócio controlador da empresa, privatizada em 1997, tem preferência na escolha do presidente. Mesmo assim, o governo exerce papel importante, já que os fundos de pensão das estatais - Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Petros (servidores da Petrobras) - detêm 49% das ações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


carlosdaniel

carlosdaniel

36179 13/10/2008
Bom dia.
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jcpeixoto

jcpeixoto

2554 19/07/2008
Bom dia pessoal, visando disseminar a informação, disponibilizo algumas notícias que influenciam o mercado financeiro.


GOVERNO PRESSIONA VALE A PAGAR R$ 4 BI

Valor se refere aos royalties de mineração devidos a Estados e municípios produtores, e pagamento poderia ser parcelado em 60 meses

14 de março de 2011 | 23h 00

Christiane Samarco, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - O governo entrou na briga entre a Vale e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) em torno do valor dos royalties de mineração devidos a Estados e municípios produtores com um propósito: o de forçar a mineradora a reconhecer sua dívida de cerca de R$ 4 bilhões para, então, negociar o parcelamento dos débitos em até 60 meses.

Com o sinal verde da presidente Dilma Rousseff para "dar um aperto" no presidente da Vale, Roger Agnelli, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foi duro na abordagem. Na reunião de ontem à tarde com Agnelli, o ministro deixou claro que o governo não aceita mais "essa conversa de não pagar" os royalties.

"Vocês publicam um balanço com R$ 30 bilhões de lucro e não querem pagar R$ 4 bilhões?", cobrou Lobão. Outro ministro que acompanha o assunto desde o governo passado informa que o Planalto está convencido de que a Vale "planejou" o impasse para pagar menos royalties e acertar a diferença quando fosse cobrada.

O governo federal também está sob pressão de municípios da Bahia, Pará e Minas Gerais, mas o assunto ganhou destaque na Presidência quando a superintendência do DNPM no Pará cassou o alvará da Vale para explorar Carajás. A decisão foi cancelada pela direção do departamento por ordem do ministro Lobão, mas o Planalto quer aproveitar a oportunidade para rediscutir os "compromissos" da Vale com o desenvolvimento do País.

Queixas. Também está em jogo, neste debate, a permanência de Agnelli à frente da empresa. Interlocutores da presidente Dilma já dão sua substituição como certa e um dos mais cotados é o presidente da Suzano Papel e Celulose, Antonio Maciel Neto, que tem a simpatia do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

A queixa geral contra a mineradora se dá pela "opção" da empresa por exportar o minério bruto e não investir em produtos com valor agregado, forçando o Brasil a pagar caro para importar chapas de aço, por exemplo.

Na avaliação do governo, a Vale privilegia as exportações, beneficiando-se da isenção tributária da Lei Kandir, em detrimento da indústria nacional. O que mais irrita o Planalto é a "autos suficiência" da empresa, comparada à da Petrobrás.

As reclamações aumentaram depois que o governo federal decidiu investir na retomada da indústria naval. Um técnico do setor lembra que, embora a Vale tenha de fazer compensação ambiental nos locais de onde extrai minério, os Estados não ganham "praticamente nada".

O DNPM alega que as empresas fazem interpretação equivocada da lei, no que se refere aos valores da compensação que devem ser recolhidos, o que, segundo o governo, acaba gerando um pagamento aquém do estimado.

Mas a principal queixa do Planalto vem desde o governo Lula, com a resistência de Agnelli em patrocinar a construção de uma siderúrgica no Pará, para que a Vale passasse a exportar chapas de aço, em vez de importar chapas de navio e trilhos da China e da Polônia, como ocorre hoje.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+brasil,governo-pressiona-vale-a-pagar-r-4-bi,not_58497,0.htm
jcpeixoto

jcpeixoto

2554 19/07/2008
BOLSA DE TÓQUIO CAI ATÉ 14% COM ALERTA DE RADIAÇÃO

AE-DOW JONES - Agencia Estado

TÓQUIO - A Bolsa de Tóquio entrou em queda livre nesta terça-feira depois que o primeiro ministro do Japão, Naoto Kan, alertou para o alto risco de níveis elevados de radiação com origem no reator da usina nuclear de Fukushima depois de outra explosão nuclear. O índice Nikkei 225 afundava 14,4% no pregão da tarde e chegava à menor pontuação desde abril de 2009, com 8.257,56 pontos. Às 2h20 (de Brasília), o índice reduzia as perdas, para 11,7%.

O Banco do Japão (BOJ, banco central) ofereceu uma injeção adicional de 3 trilhões de ienes (US$ 36,73 bi) no mercado financeiro, ampliando os esforços de emergência para acalmar os investidores. Mais cedo, o banco já havia colocado á disposição do mercado outros 5 trilhões de ienes em fundos de mesmo dia, totalizando 8 trilhões de ienes (US$ 97,94 bi). Na segunda-feira, o BOJ fez injeção recorde de 15 trilhões de ienes no mercado e duplicou seu programa de compra de ativos, de 5 trilhões para 10 trilhões de ienes.

As injeções de dinheiro e a desvalorização das ações na Bolsa de Tóquio empurraram para baixo a cotação do iene na segunda-feira, mas a moeda teimava em se apreciar nesta terça-feira. À 1h50 (de Brasília), o dólar era cotado a 81,57 ienes.

A queda da Bolsa foi exacerbada pela notícia de uma incêndio no reator número 4 da usina nuclear de Fukushima Daiichi no nordeste do Japão, em meio aos relatos de que o nível de radiação havia disparado nas proximidades do reator 3. A Bolsa passou a se direcionar rapidamente para os 8 mil pontos no Nikkei. As informações são da Dow Jones.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,bolsa-de-toquio-cai-ate-14-com-alerta-de-radiacao,58503,0.htm
felipezero

felipezero

4015 26/03/2007
Essa confusão Dilma, Lobão, Vale Agnelli e Lula gera muita insegurança para qualquer investidor. O foco da VALE é minério de ferrom mineração. O Brasil tem siderúgicas como GERDAU, CSN, USIMINAS. Porque o governo não abaixa as aliquotas de importação já que ela quer incentivar a produção de aço que possui maior valor agregado. Tem muita contradição! A importação de aço prejudicou e muito as siderúricas nacionais. Eu não entendo mais nada.
carlosdaniel

carlosdaniel

36179 13/10/2008
Bom dia.
Índices em tempo real.
Ótimos negócios a todos.
E que tenhamos uma dia tranquilo.
http://tools.boerse-go.de/index-tool/#Scene_1


DJI on line
http://www.google.com/finance?q=INDEXDJX:.DJI
gabrieldk

gabrieldk

988 26/02/2011
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segue grafico de vale5


ATENÇÃO PARA OS GAPS

se quiser trocar uma idéia sobre o mercado e comentar analise grafica

add aí gabrieldk7@hotmail.com

abs e bons trades
carlosdaniel

carlosdaniel

36179 13/10/2008
Bom dia.
Índices em tempo real.
No momento positivos.
Ótimos negócios a todos.
E que tenhamos uma dia tranquilo.
http://tools.boerse-go.de/index-tool/#Scene_1


DJI on line
http://www.google.com/finance?q=INDEXDJX:.DJI
andre trader

andre trader

286 01/03/2011
Vídeo muito bacana falando sobre Imposto de Renda na Bolsa de Valores, não sabia que tinha isenção em alguns casos: http://www.youtube.com/user/osneyjose?feature=mhum#p/a/u/0/eB9aqIqJfLw
EscolaDeOperadores

EscolaDeOperadores

303 16/11/2010
VALE5: Correção de Alta (ver gráfico diário).

O importante padrão de velas Harami formado dia 17/3, aliado ao Gap formado entre os dias 17/3 e 18/3, e ao fato da semana fechar acima de 46,61 (38,20% de correção do movimento de baixa 49,90 - 45,60), mostram a continuação da correção de alta atual até 47,87 (61,80% de correção do mesmo movimento de baixa 49,90 - 45,60).

Tanto o ADX quanto o DI- indicam força atual da tendência de baixa. Por isso afirmamos que os preços encontram-se em uma correção de alta, dentro de uma tendência de baixa.

Assim vemos a seguinte oportunidade:

Venda 47,85 - 48,10, com Stop acima de 48,80 – 49,10, e Limites 44,60 - 43,90
Compras apenas acima de 49,90
http://www.EscolaDeOperadores.com.br

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VALE51.jpg
gabrieldk

gabrieldk

988 26/02/2011
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segue o de vale5

GAP NA REGIÃO DOS 47,30 A 47,50 E OUTRO NOS 48,10 A 48,70
VOLUME BOM
ESCOCASTICO PLENO - COMPRA!


bons trades
vale333

vale333

25385 03/02/2008
probabilidade 333 depois de varios desencontros irmas vao juntas ao ultimo topo treis semanas de subida entrecortadas por saudavel correçao

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Ativos Discutidos
Índices Mundiais
Alemanha -0.6%
Austrália -0.1%
Brasil -0.2%
Canadá 0.3%
EUA (Dow Jones) -0.2%
EUA (NASDAQ) 1.5%
França 0.0%
Grécia 0.0%
Holanda 0.0%
Inglaterra 0.1%
Itália 0.0%
Portugal 0.0%
Maiores Altas (%)
BOV:CBEE3 21.90 43.0%
BOV:TPIS3 10.65 15.1%
BOV:BOBR4 1.30 11.1%
BOV:TOKY11 0.20 11.1%
BOV:RAIZ4 0.44 10.0%
BOV:AZEV4 0.12 9.1%
BOV:OIBR3 0.13 8.3%
BOV:SNSY5 2.30 8.0%
BOV:PSVM11 8.50 6.3%
BOV:MNPR3 4.01 5.8%

Dado por: