Maltarollo
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Comentários
199941 de 200491
riboliva
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riboliva
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riboliva
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riboliva
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jdemoura
168 17/08/2007199946 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/2008ALTA DO AÇO DEVE AUMENTAR IMPORTAÇÃO DO PRODUTO, DIZ VOLKSWAGEN BRASIL
Segundo o presidente da empresa no País, montadoras importam hoje cerca de 30% do aço que utilizam em suas fábricas brasileiras
24 de março de 2011 | 17h 09
Anne Warth, da Agência Estado
SÃO PAULO - O presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, disse nesta quinta-feira, 24, que o aumento dos preços do aço deve elevar a participação do aço importado no País. De acordo com ele, embora o reajuste de cerca de 10% do insumo, que vem sendo negociado pelas siderúrgicas com as montadoras, não tenha impacto imediato, terá no futuro.
"O efeito não será tão grande para a Volkswagen neste momento, mas a cadeia de fornecedores vai acabar sentindo os impactos mais rapidamente", afirmou, após entrevista em que apresentou a linha de modelos 2012 da marca e o lançamento do novo Jetta. "Embora não sejamos tão afetados, é claro que cada centavo representa impacto", afirmou.
Schmall disse que as montadoras importam hoje cerca de 30% do aço que utilizam em suas fábricas brasileiras. "Esse novo reajuste certamente deve aumentar ainda mais as nossas importações de aço", afirmou. Segundo ele, embora no curto prazo os preços dos automóveis não sofrerão reajuste, no longo prazo o repasse deve chegar ao preço final. "O problema não é agora, mas sim como lidaremos com essa questão mais para frente. Esse não é o fim da história e haverá impacto para o consumidor no futuro", afirmou.
De acordo com Schmall, 80% do custo de um carro fabricado no Brasil corresponde a matéria-prima, dos quais 50 pontos porcentuais dessas despesas estão relacionados ao aço.
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+industria,alta-do-aco-deve-aumentar-importacao-do-produto--diz-volkswagen-brasil,not_59977,0.htm
199947 de 200491
jcpeixoto
2554 19/07/200824 de março de 2011 | 17h 24
ALBERTO ALERIGI JR. - REUTERS
SÃO PAULO - O estoque de aço plano nos distribuidores do Brasil deve cair menos em março diante da perspectiva de aumento de preços no aço vendido pelas siderúrgicas nacionais entre o final do primeiro trimestre e início do segundo.
De acordo com o presidente da associação que representa o setor de distribuição (Inda), Carlos Loureiro, reajustes de até 10 por cento esperados a partir de abril estão incentivando a cadeia a comprar mais antes que os novos preços entrem em vigor.
"Este mês o estoque deve cair menos. Haverá mais aumento de preços em abril e o pessoal (distribuidores) agora no final de março deve forçar um pouco mais a compra", disse Loureiro.
Os estoques de aço plano nos distribuidores encerraram fevereiro em 1,106 milhão de toneladas, nível 45 por cento acima das 764 mil toneladas verificadas um ano antes e equivalente a 2,9 meses de vendas, segundo Loureiro.
O presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) comentou que o volume ideal teria de ser suficiente para 2,5 meses de vendas, algo que deve ocorrer entre abril e maio. O setor encerrou 2010 com estoque suficiente para 4,3 meses de vendas.
O alto volume de estoques no mercado interno no segundo semestre de 2010 obrigou as siderúrgicas do país a conceder descontos de preços, algo que começou a ser revisto apenas no início deste ano, depois que os preços das usinas ficaram mais próximos do praticado por importadores.
Segundo Loureiro, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vai elevar seus preços entre 6 e 10 por cento a partir de 1o de abril, mesmo patamar de ajuste aplicado por Usiminas e ArcelorMitall Tubarão em 15 de março.
"Mas esse aumento não chega a ser um aumento porque os preços estão bem abaixo de julho do ano passado", afirmou o presidente do Inda, acrescentando que as usinas concederam descontos em 2010 que chegaram a 30 por cento. "O prêmio de importação (diferença entre o preço cobrado pelas usinas no país e o preço do aço importado) praticamente inexiste hoje."
Na avaliação de Loureiro, os distribuidores devem incrementar suas compras em 20 a 30 por cento em março.
Para ele, o desempenho do setor, que vende aço para fabricantes de autopeças, empresas de construção, máquinas agrícolas e equipamentos, foi melhor que o esperado no primeiro bimestre, mas "isso é fruto do movimento de preços que também faz com que nossos clientes antecipem mais as compras".
A expectativa do Inda é de um aumento de 10 por cento nas vendas dos distribuidores de aços planos em 2011, após a comercialização de 3,8 milhões de toneladas em 2010.
A crise vivida pelo Japão após o terremoto deste mês que desencadeou uma tsunami devastadora e danos em usinas nucleares não deverá contribuir para um aumento nos preços internacionais do aço, diante da redução da oferta japonesa, disse Loureiro.
"O Japão estava trabalhando com ociosidade, sendo responsável por 6 por cento da produção mundial de aço, que está operando a 70 por cento da capacidade (...) Os problemas do Japão não vão gerar falta de aço."
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+negocios,distribuidores-antecipam-compras-de-aco-antes-de-reajuste,59983,0.htm
199948 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008Índices em tempo real.
Bons negócios a todos
E que tenhamos uma dia tranquilo.
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DJI on line
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199949 de 200491
vale333
25385 03/02/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
199950 de 200491
riboliva
14420 27/08/2009199951 de 200491
riboliva
14420 27/08/2009199952 de 200491
riboliva
14420 27/08/2009199953 de 200491
riboliva
14420 27/08/2009199954 de 200491
riboliva
14420 27/08/2009199955 de 200491
vaitomano
423 23/01/2009socialismo barato , desgraça de governo , quase dois trilhões de impostos
e ainda querem mais se vc não sabe 7 porcento do que é arrecadado em impostos
da para construir 100 mil kilômetros de rodovias ...governo é nosso pior inimigo
199956 de 200491
EscolaDeOperadores
303 16/11/2010Temos 3 fatores que ainda favorecem os vendedores:
1) Rompimento da linha inferior, dia 07/02/2011, do significativo padrão Cunha de Alta, identificado pelas linhas negras no gráfico diário;
2) Rompimento de importante LTA (Linha de Tendência de Alta), identificada pela linha vermelha, com a formação de um Gap de Baixa no rompimento, entre os dias 04/03 e 09/03, e;
3) Preços abaixo da zona de resistência 47,50 - 48,13.
Esses fatores mantém nossa percepção de baixa para a VALE5.
Portanto vemos as seguintes oportunidades:
Venda 46,65, com Stop em 47,55, e Limites 45,05 - 44,60.
Compras apenas acima das resistências 48,13 - 48,70.
http://www.EscolaDeOperadores.com.br
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199958 de 200491
gabrieldk
988 26/02/2011Uploaded with ImageShack.us
SEGUE GRAFICO DE VALE5
FECHOU O 1° GAP NO DIÁRIO
VOLUME NA MÉDIA
PACTUAL SE ENTORPECENDO DE VALE - TUBÃO!
informações:
gabrieldk7@hotmail.com
abs e bons trades
199959 de 200491
FRANDE
93 13/01/2010Prejuízo líquido da OGX avança 22,7% e chega a R$ 123,5 mi ao final de 2010
Fonte: InfoMoney 25/03 22h15
SÃO PAULO - Ainda em fase pré-operacional, a OGX (OGXP3) fechou 2010 com prejuízo líquido de R$ 123,5 milhões, número 22,7% maior do que as perdas líquidas de 2009 (R$ 100,6 milhões), informou a companhia em balanço divulgado na noite desta sexta-feira (25).
Em relatório, a empresa diz que o resultado foi "impactado principalmente pela redução das receitas financeiras em relação ao exercício anterior". Os dados da controladora mostram que a receita financeira caiu de R$ 129,9 milhões para R$ 77,8 milhões - recuo de 40,1%. Já a receita consolidada da OGX mostra um declínio de 20,4% no ano, para R$ 694,4 milhões. Com isso, o prejuízo do exercício considerando os dados consolidados foi de R$ 135,525 milhões.
Apesar do impacto negativo do resultado financeiro, a companhia destaca que encerrou o exercício com "sólida posição de caixa", que ficou próxima de R$ 4,8 bilhões, equivalente a US$ 2,9 bilhões.
Mais exploração, mais despesas
Somado a isso, a petrolífera de Eike Batista também sentiu os efeitos das maiores despesas de exploração, que fecharam 2010 em R$ 97,8 milhões, reflexo da maior atividade exploratória da companhia durante o ano. "Finalizamos 2010 com um total de 18 poços perfurados na Bacia de Campos, todos com identificação de hidrocarbonetos, confirmando a taxa de sucesso de 100% nesta bacia", exalta a OGX.
Ainda sobre essas descobertas, a empresa destaca que 16 desses poços estão localizados em três blocos vizinhos um do outro (BM-C-41, BM-C-42 e BM-C-43), o que permitiu a companhia identificar diversas acumulações em diferentes idades geológicas, "reiterando a presença de uma vasta província petrolífera nestes blocos".
Já as despesas gerais e administrativas consolidadas somaram R$ 319 milhões, sendo que R$ 126,5 milhões desse valor vieram do plano de opções de compra das ações da empresa concedido pelo acionista controlador aos funcionários, informa a petrolífera.
Investimentos e aplicações financeiras
Durante 2010, a OGX investiu cerca de R$ 2,4 bilhões em sua "intensa e robusta campanha exploratória". Além disso, ela alocou R$ 74,7 milhões na execução da campanha sísmica, considerando as etapas de aquisição, processamento e interpretação dos dados da Bacia de Campos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e do Parnaíba, destaca a empresa.
Por fim, a petrolífera informa que suas aplicações financeiras tiveram um rendimento líquido de R$ 74,9 milhões em 2010. O resultado é a diferença entre a rentabilidade positiva de R$ 585,4 milhões gerada pelos seus investimentos de caixa em ativos de renda fixa e as perdas líquidas de R$ 423,3 milhões em operações de hedge em moedas estrangeiras.
199960 de 200491
carlosdaniel
36179 13/10/2008FMI adverte sobre risco de bolha de crédito na América Latina
Chefe do Fundo Monetário Internacional alertou neste sábado que muitas economias latino-americanas mostram sinais de superaquecimento
Jason Lange e Louise Egan, da
Divulgação/IMF
Sede do FMI: responsáveis por todo o continente latino-americano se reuniram durante o fim de semana em Calgary
Calgary - O chefe do Fundo Monetário Internacional alertou neste sábado que muitas economias latino-americanas mostram sinais de superaquecimento e que a região estava em risco de uma bolha de crédito.
"O crescimento na maioria das economias da América Latina agora está de volta ao seu potencial e em muitas delas existem sinais preocupantes de superaquecimento", disse o chefe do FMI, Dominique Strauss-Kahn, em um blog que coincidiu com sua viagem para Calgary, no Canadá.
Os responsáveis por todo o continente latino-americano se reuniram durante o fim de semana em Calgary.
"O aprofundamento financeiro (na América Latina), embora bem-vindo, pode trazer seus próprios desafios, por exemplo, o risco de bolhas de crédito", disse Strauss-Kahn