Exportações Brasileiras em Setembro de 2016

As exportações brasileiras somaram US$ 15,790 bilhões em setembro de 2016, valor 7,06% inferior ao total de vendas ao exterior realizadas no mês anterior (US$ 16,989 bilhões) e 2,22% menor que a soma de vendas externas registradas em setembro de 2015 (US$ 16,148 bilhões).

PERÍODO EXPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Setembro 2016 21 15.790 751,9
Setembro 2015 21 16.148 769,0
% - -2,22% -2,22%

Dividindo o valor total exportado em setembro deste ano pelo número de dias úteis (21), obtem-se uma média diária de US$ 751,9 milhões. Esse valor é 2,22% menor que a média aferida em setembro de 2015 (US$ 769,0 milhões), mês que contou com o mesmo número de dias úteis (21) que o mês atual. Já a comparação da média diária das exportações do nono mês de 2016 com a média diária do mês imediatamente anterior (US$ 738,7 milhões) aponta para um acréscimo de 1,79% entre os dois períodos. Agosto de 2016 contou com dois dias úteis a mais que setembro de 2016.

PERÍODO EXPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Setembro 2016 21 15.790 751,9
Agosto 2016 23 16.989 738,7
% - -7,06% 1,79%

 

Exportações Brasileiras Acumuladas em 2016

Entre janeiro e setembro de 2016, as exportações brasileiras alcançaram a cifra de US$ 139,361 bilhões. Esse valor é 3,55% menor que os US$ 144,496 bilhões exportados pelo país nos primeiros nove meses de 2015. Como os nove primeiros meses de 2016 contaram com dois dias úteis a mais que o mesmo período de 2015 (189 x 186), a média diária de exportações entre janeiro-setembro deste ano (US$ 737,4 milhões) acabou ficando 4,57% menor que a média diária de exportações entre janeiro-setembro do ano anterior (US$ 772,7 milhões).

PERÍODO EXPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Jan 2015 - Set 2016 189 139.361 737,4
Jan 2015 - Set 2015 187 144.496 772,7
% - -3,55% -4,57%

 

Exportações Brasileiras nos Últimos 12 Meses

Nos últimos doze meses, período entre outubro de 2015 e setembro de 2016, as exportações brasileiras somaram US$ 185,999 bilhões. Esse valor é 5,08% menor que os US$ 195,962 bilhões exportados pelo país nos 12 meses imediatamente anteriores (entre outubro de 2014 e setembro de 2015). Como os últimos doze meses contaram com o mesmo número de dias úteis que os doze meses anteriores (252 x 252), a média diária de exportações do período atual (US$ 738,1 milhões) acabou ficando 5,08% menor que a média diária de exportações do período anterior (US$ 777,6 milhões).

PERÍODO EXPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Out 2015 - Set 2016 252 185.999 738,1
Out 2014 - Set 2015 252 195.962 777,6
% - -5,08% -5,08%

 

Últimas Notícias sobre as Exportações Brasileiras

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Principais Destaques das Exportações Brasileiras em Setembro de 2016

No mês, as exportações por fator agregado alcançaram os seguintes valores: básicos (US$ 6,548 bilhões), manufaturados (US$ 6,136 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,728 bilhões). Sobre o ano anterior, decresceram as exportações de básicos (-8,6%) e manufaturados (-3,1%), enquanto aumentaram as vendas de semimanufaturados (+19,8%).

No grupo dos básicos, quando comparado com setembro de 2015, decresceram as vendas principalmente de soja em grão (-57,6%, para US$ 607 milhões), fumo em folhas (-50,2%, para US$ 159 milhões), milho em grão (-15,3%, para US$ 491 milhões), farelo de soja (-14,1%, para US$ 367 milhões), carne bovina (-11,0%, para US$ 389 milhões) e algodão em bruto (-3,6%, para US$ 160 milhões). Por outro lado, cresceram as vendas de minério de cobre (+71,0%, para US$ 205 milhões), petróleo em bruto (+39,8%, para US$ 1,1 bilhão), minério de ferro (+12,2%, para US$ 1,4 bilhão), carne de frango (+9,8%, para US$ 568 milhões) e café em grão (+0,4%, para US$ 459 milhões).

No grupo dos manufaturados, quando comparado com setembro de 2015, retrocedaram as vendas principalmente de óxidos/hidróxidos de alumínio (-38,5%, para US$ 155 milhões), motores p/veículos e partes (-21,3%, para US$ 130 milhões), polímeros plásticos (-21,0%, para US$ 138 milhões), autopeças (-20,5%, para US$ 163 milhões), tubos flexíveis de ferro/aço (-11,0%, para US$ 102 milhões) e motores e geradores elétricos (-2,7%, para US$ 104 milhões). Por outro lado, cresceram as exportações de suco de laranja não congelado (+99,2%, para US$ 105 milhões), óleos combustíveis (+86,8%, para US$ 124 milhões), açúcar refinado (+83,8%, para US$ 220 milhões), veículos de carga (+68,3%, para US$ 229 milhões), chassis com motor (+66,7%, para US$ 99 milhões), automóveis de passageiros (+41,5%, para US$ 337 milhões), aviões (+31,3%, para US$ 400 milhões), tratores (+18,4%, para US$ 92 milhões), pneumáticos (+14,1%, para US$ 106 milhões), máquinas p/terraplanagem (+10,6%, para US$ 110 milhões) e laminados planos (+3,9%, para US$ 211 milhões).

No grupo dos semimanufaturados, quando comparado com setembro de 2015, cresceram as vendas principalmente de açúcar em bruto (+147,0%, para US$ 1,0 bilhão), ouro em forma semimanufaturada (+76,7%, para US$ 183 milhões), madeira serrada (+49,5%, para US$ 49 milhões) e óleo de soja em bruto (+3,6%, para US$ 103 milhões).

Por mercados compradores, retrocederam as vendas para os seguintes destinos: Ásia (-9,6%, sendo que a China decresceu 29,6%, para US$ 2,5 bilhões, por conta de soja em grão, plataforma p/extração de petróleo, fumo em folhas, catodos de cobre, celulose, açúcar em bruto, etanol, óleo de soja em bruto, óxidos/hidróxidos de alumínio, carne bovina, milho em grão, polímeros plásticos, algodão em bruto), Mercosul (-6,3%, sendo que a Argentina cresceu 4,6%, por conta veículos de carga, automóveis de passageiros, energia elétrica, tratores, máquinas p/terraplanagem, chassis com motor, carne suína, calçados, zinco em bruto) e América Central e Caribe (-2,4%, por conta de milho em grão, máquinas p/uso agrícola, carne de frango, farelo de soja, minério de ferro, aviões, óleo de soja refinado, gasolina). Por outro lado, cresceram as vendas para Oceania (+60,0%, por conta de açúcar em bruto, suco de laranja congelado, máquinas p/terraplanagem, munições de caça e esporte, celulose, medicamentos, motores e geradores elétricos, fios/cabos condutores), Oriente Médio (+20,0%, principalmente por conta de açúcar, milho em grão, tubo de ferro fundido, farelo de soja, ouro em forma semimanufaturada, cobre em barras, chassis com motor, celulose, laminados planos, munições de caça e esporte), Estados Unidos (+8,3%, por conta de aviões, partes de motores e turbinas p/aviação, ouro em forma semimanufaturada, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, petróleo em bruto, suco de laranja congelado, tereftalato de polietileno, máquinas p/terraplanagem, pneumáticos, construções de ferro fundido, celulose), União Europeia (+2,0%, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, ouro em forma semimanufaturada, suco de laranja não congelado, petróleo em bruto, minério de cobre, laminados planos, minério de ferro, motores e turbinas p/aviação) e África (+1,0%, em decorrência de açúcar, minério de ferro, carne de frango, etanol, construções de ferro fundido, farelo de soja, tratores, aparelhos p/interrupção de energia, veículos e materiais p/vias férreas, celulose).

Em termos de países, os cinco principais compradores foram: 1º) China (US$ 2,507 bilhões), 2º) Estados Unidos (US$ 2,093 bilhões), 3º) Argentina (US$ 1,137 bilhão), 4º) Países Baixos (US$ 608 milhões) e 5º) Índia (US$ 475 milhões).

 

Principais Destaques das Exportações Brasileiras em 2016

No acumulado janeiro-setembro de 2016, registraram retração em relação a igual período de 2015, os produtos: básicos (-9,1%, para US$ 62,036 bilhões) e manufaturados (-1,4%, para US$ 53,531 bilhões), enquanto cresceram as vendas de semimanufaturados (+4,0%, para US$ 20,634 bilhões).

Com relação à exportação de produtos básicos, houve diminuição de receita de: petróleo em bruto (-24,5%), café em grão (-22,1%), minério de ferro (-15,7%), fumo em folhas (-13,7%), minério de cobre (-11,8%), farelo de soja (-6,1%), carne de frango (-4,6%), soja em grão (-4,4%) e carne bovina (-2,8%). Por outro lado cresceram as vendas de milho em grão (+42,3%), algodão em bruto (+19,6%) e carne suína (+10,3%).

No grupo dos manufaturados, ocorreu retração principalmente em: autopeças (-24,3%), laminados planos (-19,7%), motores p/veículos e partes (-19,7%), motores e geradores elétricos (-19,5%), óxidos e hidróxidos de alumínio (-15,8%) e bombas e compressores (-10,3%). Por outro lado, cresceram: plataforma p/extração de petróleo (+52,4%), tubos flexíveis de ferro/aço (+41,3%), etanol (+38,8%), automóveis de passageiros (+34,4%), veículos de carga (+26,8%), suco de laranja não congelado (+22,1%), açúcar refinado (+17,6%), aviões (+15,8%), pneumáticos (+5,5%), máquinas p/terraplanagem (+4,9%) e polímeros plásticos (+2,1%).

Dentro dos semimanufaturados, os maiores aumentos ocorreram nas vendas de: açúcar em bruto (+41,8%), ouro em forma semimanufaturada (+35,5%), madeira serrada (+14,9%), catodos de cobre (+3,2%) e celulose (+0,4%).

Por mercados compradores, decresceram as vendas para os principais destinos, a saber: América Central e Caribe (-24,5%, por conta de petróleo em bruto, óleos combustíveis, minério de ferro, farelo de soja, carne de frango, madeira compensada, motores e geradores, óleo de soja em bruto, aparelhos transmissores/receptores), Mercosul (-11,5%, sendo que para a Argentina cresceu 0,3%, por conta de automóveis de passageiros, veículos de carga, aviões, tratores, máquinas p/terraplanagem, zinco em bruto, ônibus, óleos combustíveis, óxidos/hidróxidos de alumínio, calçados), África (-7,7%, em decorrência de soja em grão, açúcar refinado, semimanufaturados de ferro/aço, tratores, zinco em bruto, carne bovina, farelo de soja, alumínio em barras, calçados, autopeças, trigo em grão, arroz em grão, fio-máquina de ferro/aço, carne de frango, fumo em folhas), Estados Unidos (-7,4%, por conta de petróleo em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, café em grão, ferro fundido, tubos de ferro fundido, laminados planos, motores p/veículos e partes, obras de mármore/granito, motores e geradores elétricos, papel/cartão, minério de alumínio, hidrocarbonetos, minério de ferro), Ásia (-3,1%, sendo que a China decresceu 2,5%, para US$ 30,0 bilhões, por conta de soja em grão petróleo em bruto, plataforma p/extração de petróleo, fumo em folhas, ferro-ligas, minério de cobre, couros e peles, polímeros plásticos, catodos de cobre, óxidos/hidróxidos de alumínio, fibras de vidro) e União Europeia (-2,0%, por conta de minério de ferro, café em grão, tubos de ferro fundido, farelo de soja, celulose, óleos combustíveis, suco de laranja congelada, ferro-ligas, eteres alcoólicos, couros e peles, tubos de plástico, madeira compensada, hidrocarbonetos, fumo em folhas, catodos de níquel, semimanufaturados de ferro/aço, bombas e compressores, petróleo em bruto, medicamentos). Por outro lado, cresceram as vendas para a Oceania (+11,5%, por conta de açúcar em bruto, motores e geradores, máquinas p/terraplanagem, celulose, coque, minério de ferro, fumo em folhas, máquinas p/forjar metais, órgãos e substâncias de animais, fios/cabos elétricos, helicópteros, óleo de soja em bruto, munições de caça e esporte) e Oriente Médio (+0,9%, principalmente por conta de açúcar em bruto, milho em grão, soja em grão, açúcar refinado, automóveis de passageiros, tubos de ferro fundido, chassis com motor, aviões, cobre em barras, munições para caça e esporte).

Os principais países de destino das exportações, no acumulado janeiro-setembro/2016, foram: 1º) China (US$ 30,0 bilhões), 2º) Estados Unidos (US$ 17,1 bilhões), 3º) Argentina (US$ 9,9 bilhões), 4º) Países Baixos (US$ 7,9 bilhões) e 5º) Alemanha (US$ 3,6 bilhões).

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