Importações Brasileiras em Dezembro de 2016

As importações brasileiras somaram US$ 11,525 bilhões no décimo segundo mês de 2016, valor 0,55% superior ao total de compras do exterior realizadas no mês anterior (US$ 11,463 bilhões) e 9,32% maior que a soma de compras externas registradas em dezembro de 2015 (US$ 10,543 bilhões).

PERÍODO IMPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Dezembro 2016 22 11.525 523,9
1ª Semana 2 1.183 591,7
2ª Semana 5 2.769 553,7
3ª Semana 5 3.105 620,9
4ª Semana 5 2.633 526,6
5ª Semana 5 1.836 367,2

Dividindo o valor total importado em dezembro deste ano pelo número de dias úteis (22), obtem-se uma média diária de US$ 523,9 milhões. Esse valor é 9,32% maior que a média aferida em dezembro de 2015 (US$ 479,2 milhões), mês que contou com o mesmo número de dias úteis (22) que o mês atual.

PERÍODO IMPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Dezembro 2016 22 11.525 523,9
Dezembro 2015 22 10.543 479,2
% - 9,32% 9,32%

Já a comparação da média diária das importações do décimo segundo mês de 2016 com a média diária do mês imediatamente anterior (US$ 573,2 milhões) aponta para uma retração de 8,60% entre os dois períodos. Novembro de 2016 contou com dois dias úteis a menos (20) que o mês atual.

PERÍODO IMPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Dezembro 2016 22 11.525 523,9
Novembro 2016 20 11.463 573,2
% - 0,55% -8,60%

 

Importações Brasileiras Acumuladas em 2016

Entre janeiro e dezembro de 2016, as importações brasileiras alcançaram a cifra de US$ 137,552 bilhões. Esse valor é 19,77% menor que os US$ 171,449 bilhões importados pelo país nos doze meses de 2015. Como os doze meses de 2016 contaram com um dia útil a mais que o mesmo período de 2015 (251 x 250), a média diária de importações entre janeiro-dezembro deste ano (US$ 548,0 milhões) acabou ficando 20,09% menor que a média diária de exportações entre janeiro-dezembro do ano anterior (US$ 685,8 milhões).

PERÍODO IMPORTAÇÃO
Mês Dia Útil Valor Total Média Diária
Jan 2015 - Dez 2016 251 137.552 548,0
Jan 2015 - Dez 2016 250 171.449 685,8
% - -19,77% -20,09%

 

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Principais Destaques das Importações Brasileiras em Dezembro de 2016

No mês, as importações cresceram as importações de bens intermediários (+20,7%) e bens de consumo (+19,6%), enquanto retrocederam as compras de bens de capital (-15,7%) e combustíveis e lubrificantes (-15,0%).

No segmento de bens intermediários cresceram as aquisições de alimentos e bebidas (milho p/semeadura, cevada cervejeira, trigo p/semeadura, malte não torrado, leite em pó integral, óleo de dendê, óleo de girassol, farinha de trigo), peças p/equipamentos de transporte (partes de carroçarias de automóveis, motores de explosão, eixos e partes de automóveis, partes de turborreatores/tubopropulsores, controladores eletrônicos p/automóveis), peças e acessórios p/bens de capital (partes de aparelhos de telefonia, células solares, circuitos integrados, microprocessadores, memórias digitais) e insumos industriais elaborados (álcool etílico n/desnaturado, partes de aparelhos de tv, ureia, naftas p/petroquímica, sulfato de amônio, inseticidas, semimanufaturados de ferro/aço) e

No segmento bens de consumo, os principais aumentos foram observados nas importações de bens de consumo duráveis (automóveis de passageiros, aparelhos de audição, “stents”, artigos de prótese, gravador/reprodutor de imagem, marca-passos); e bens de consumo semiduráveis e não duráveis (aparelho celular, medicamentos, azeite de oliva, salmão do atlântico, alhos frescos/refrigerados, feijão em grãos, maçãs frescas, batatas preparadas/congeladas, arroz parboilizado, imunoglobulina).

Com relação a bens de capital, retrocederam os seguintes itens: equipamentos de transporte industrial (aviões, litorinas, helicópteros, locomotivas diesel/elétricas, veículos de combate a incêndios, veículos automóveis, dumpers); e bens de capital, exceto equipamentos de transporte industrial (barcos-farois, máquinas elétricas, aparelhos mecânicos, aparelho p/filtrar gás, máquinas p/fresar metais, máquinas p/elevação de cargas).

No grupo dos combustíveis e lubrificantes, a retração ocorreu principalmente pela diminuição dos preços de petróleo em bruto, gás natural, óleos lubrificantes, querosenes e “fuel-oil”.

Por mercados fornecedores, na comparação dezembro 2016/2015, aumentaram as compras originárias dos principais mercados, a saber: Oceania (+183,4%, por conta de carvão, adubos e fertilizantes), Mercosul (+42,1%, sendo que da Argentina cresceu 48,0%, por conta de automóveis de passageiros, milho em grãos, malte não torrado, cevada em grãos, trigo em grãos, naftas, polímeros plásticos, veículos de carga), Ásia (+27,9%, sendo que a China cresceu 36,5%, por conta de caldeiras de vapor, aparelhos transmissores/receptores e partes, coques/semicoques de hulha, dispositivos semicondutores, circuitos integrados, fornos industriais, laminados planos, autopeças, motores e geradores elétricos) e Estados Unidos (+19,2%, por conta de óleos combustíveis, carvão, etanol, gasolina, trigo em grãos, querosene de aviação, veículos de carga, partes de motores/turbinas p/aeronaves, hidrocarbonetos, aviões). Por outro lado, decresceram as compras originárias da América Central e Caribe (-51,2%, por conta de gás natural, amônia, compostos de funções nitrogenadas, álcoois acíclicos, inseticidas, enzimas, borracha natural, produtos imunológicos), África (-50,6%, por conta de petróleo em bruto, naftas, gás natural, automóveis de passageiros, gás propano, adubos e fertilizantes), Oriente Médio (-33,3%, por conta de petróleo em bruto, gás natural, enxofre, álcoois acíclicos, chumbo em bruto, hidrocarbonetos) e União Europeia (-8,8%, por conta de plataforma p/extração de petróleo, aviões, automóveis de passageiros, partes de aeronaves, compostos heterocíclicos, cloreto de potássio, máquinas p/elevação de cargas, gasolina).

Em termos de países, os cinco principais fornecedores foram: 1º) China (US$ 2,133 bilhões), 2º) Estados Unidos (US$ 2,124 bilhões), 3º) Argentina (US$ 916 milhões), 4º) Alemanha (US$ 645 milhões) e 5º) Coreia do Sul (US$ 329 milhões).

 

Principais Destaques das Importações Brasileiras em 2016

No acumulado janeiro-dezembro de 2016, quando comparado com igual período anterior, houve queda em combustíveis e lubrificantes (-43,1%), bens de capital (-21,5%), bens de consumo (-19,3%) e bens intermediários (-14,9%).

Por mercados fornecedores, na comparação janeiro-dezembro 2016/2015, caíram as compras originárias dos principais mercados, a saber: América Central e Caribe (-51,6%, por conta de gás natural, amônia, álcoois acíclicos, instrumentos médicos, naftas, inseticidas, óleos combustíveis, produtos imunológicos, refrigeradores/congeladores, gasolina), África (-47,7%, por conta de petróleo em bruto, gás natural, naftas, automóveis de passageiros, catodos de cobre, ferro-ligas, carvão, inseticidas, fosfatos de cálcio, querosene de aviação), Oriente Médio (-33,1%, por conta de petróleo em bruto, gás natural, querosene de aviação, aviões, polímeros plásticos, óleos combustíveis, adubos e fertilizantes, partes de aeronaves, obras de alumínio, ureia, hidrocarbonetos), Ásia (-23,0%, sendo que a China decresceu 24,3%, por conta de partes de aparelhos transmissores/receptores, laminados planos, veículos/materiais p/vias férreas, partes de máquinas automáticas, plataforma p/extração de petróleo, circuitos impressos, brinquedos, motores/geradores elétricos, aparelhos de ar condicionado, adubos e fertilizantes), Oceania (-20,6%, por conta de petróleo em bruto, carne bovina, ligas de alumínio, laminados planos, compostos heterocíclicos, carvão, máquinas p/tratamento de pedras), União Europeia (-15,6%, por conta de automóveis de passageiros, gás natural, inseticidas, máquinas p/elevação de carga, motores/geradores elétricos, plataforma p/extração de petróleo, gasolina, laminados planos, aviões, instrumentos de medida, compostos de funções nitrogenadas), Mercosul (-10,8%, sendo que da Argentina foi -12,0%, por conta de automóveis de passageiros e autopeças, veículos de carga, trigo em grãos, inseticidas, produtos de perfumaria, ônibus, naftas, ligas de alumínio, álcoois acíclicos, celulose) e Estados Unidos (-10,4%, por conta de veículos de carga, inseticidas, veículos/materiais p/vias férreas, petróleo em bruto, automóveis de passageiros, aviões, máquinas p/terraplanagem, circuitos integrados, instrumentos de medida, compostos organo-inorgânicos, hidrocarbonetos).

Os principais países de origem das importações foram: 1º) China (US$ 23,83 bilhões), 2º) Estados Unidos (US$ 23,80 bilhões), 3º) Alemanha (US$ 9,13 bilhões), 4º) Argentina (US$ 9,08 bilhões) e 5º) Coreia do Sul (US$ 5,4 bilhões). 

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