Sessão positiva para o mercado brasileiro, com ações ordinárias da estatal brasileira puxando o índice e otimismo dominando os setores de energia e construção.
A sexta-feira (07/11) foi positiva para a bolsa de valores brasileira, com o Índice Bovespa (BOV:IBOV) fechando o pregão em 154.064 pontos, alta de 0,47%. O movimento foi sustentado pelas ações de Petrobras (BOV:PETR3) | (BOV:PETR4) | (NYSE:PBR), que lideraram as maiores altas do dia, disparando 4,86% e 3,84%, respectivamente. A valorização ocorreu em sintonia com a recuperação dos preços do Petróleo Brent (CCOM:OILBRENT) no mercado internacional e a leitura otimista de investidores sobre o desempenho financeiro da estatal.
A Petrobras, gigante do setor de óleo e gás, opera em exploração, refino e distribuição de combustíveis no Brasil e no exterior, sendo responsável por marcas conhecidas como BR e Lubrax. O avanço expressivo dos papéis refletiu tanto o otimismo com os lucros robustos da companhia quanto as expectativas de novos dividendos após os recentes resultados trimestrais. Do ponto de vista técnico, o papel rompeu resistência importante na faixa de R$ 33, o que reforça sinal de força compradora e possibilidade de continuidade da tendência de alta para o próximo pregão.
O investidor pode acompanhar em tempo real o desempenho diário das ações através do Ranking ADVFN e do Monitor Performance ADVFN, que destacam os papéis mais negociados e as maiores variações da bolsa de valores.
Entre as demais altas de destaque, Cyrela (BOV:CYRE3) avançou 4,55%, acompanhando o bom desempenho do setor imobiliário após o Índice Imobiliário (BOV:IMOB) subir 1,67%. A construtora, uma das líderes no mercado de empreendimentos residenciais e comerciais, foi beneficiada pelo recuo das taxas de juros futuros e pela perspectiva de manutenção da demanda no segmento de médio e alto padrão.
A terceira maior alta do dia ficou com SLC Agrícola (BOV:SLCE3), que subiu 4,28%. A empresa, uma das maiores produtoras de soja, milho e algodão do país, foi favorecida pelo avanço das commodities agrícolas e pela recuperação dos contratos futuros de grãos na Bolsa de Chicago (CCOM:SOYBEAN). O otimismo do mercado também se deveu ao início positivo da safra 2025/2026 e ao câmbio favorável para exportações.
A Fleury (BOV:FLRY3) teve um ganho expressivo de 3,97%, impulsionado pela divulgação do balanço do terceiro trimestre, que mostrou lucro líquido de R$ 184,9 milhões. O grupo, que atua no setor de medicina diagnóstica e é dono de marcas como a própria Fleury e a a+ Medicina Diagnóstica, foi beneficiado pela resiliência operacional mesmo em um cenário de custos mais elevados.
Em seguida, Assaí (BOV:ASAI3) encerrou o pregão com alta de 3,53%, após divulgar resultado trimestral levemente acima das projeções de mercado. A rede de atacarejo, uma das maiores do Brasil, foi impulsionada pelo aumento nas vendas em lojas maduras e pelo crescimento da base de consumidores de baixa renda, que seguem priorizando o modelo de atacado.
O setor financeiro também apresentou avanços moderados. Itaú Unibanco (BOV:ITUB4) e BTG Pactual (BOV:BPAC11) registraram ganhos de 0,07% e 1,45%, respectivamente, enquanto Caixa Seguridade (BOV:CXSE3) subiu 1,32% após divulgar lucro trimestral acima das expectativas. A alta dos bancos ajudou o Índice Financeiro (BOV:IFNC) a encerrar em leve terreno positivo, refletindo a melhora do sentimento global em relação a ativos de risco.
Já entre as gigantes de peso no índice, Vale (BOV:VALE3) encerrou o dia em leve baixa de 1,44%, acompanhando a queda do Minério de Ferro (CCOM:IRONORE) na bolsa de Dalian, enquanto Petrobras sustentou a alta do índice. O movimento reforçou a divergência entre setores, com o de commodities metálicas ainda pressionado pela desaceleração da economia chinesa.
O clima positivo na bolsa de valores brasileira foi sustentado também pelo bom humor nos mercados internacionais, com os principais índices norte-americanos – Dow Jones (DOWI:DJI), S&P 500 (SPI:SP500) e Nasdaq Composite (NASDAQI:COMPX) – encerrando a sexta-feira (07/11) em alta. A combinação de juros estáveis, balanços sólidos e perspectiva de retomada gradual do consumo manteve o fluxo comprador sobre os ativos de risco.
A análise acima foi realizada pela ferramenta AI – ADVFN Intelligence. A AI é a principal fornecedora de análise financeira e pesquisa impulsionada por Inteligência Artificial disponível no mercado. TESTE GRATUITAMENTE a Inteligência Artificial da ADVFN.