Aneel aprovou um aditivo contratual da IE Tibagi, subsidiária da Transmissão Paulista, entendendo que as otimizações extrapolaram o permitido no edital e propôs uma receita anual permitida (RAP) de R$ 15,9 milhões, ante os R$ 18,3 milhões anteriores, redução de 13,5%.

O comunicado foi feito pela Isa Cteep (BOV:TRPL4) nesta segunda-feira (26).

Além disso, haverá parcela de ajuste (PA) com desconto de R$ 6,7 milhões no ciclo tarifário 2020-2021. A IE Tibagi foi formada para tocar as obras do lote 05 do leilão de transmissão, realizado em abril de 2017.

 A empresa irá implementar uma linha de transmissão de 230 kV (quilovolt) com 18 km (quilômetro) de extensão entre Nova Porto Primavera, no Paraná, e Rosana, em São Paulo, além de ampliar a subestação 230/138 kV em Rosana, que interligará a subestação Nova Porto Primavera.
O investimento realizado na IE Tibagi totalizou R$ 118 milhões, redução de 12% em relação à projeção da Aneel. A margem Ebitda estimada é de cerca de 90%. A IE Tibagi está no regime de lucro presumido.
Lucro Bruto da Isa CTEEP atingiu R$ 1,2 bilhão no 2t20, apresentando crescimento de 70,1% na comparação com o 2t19. A receita líquida de vendas da Isa CTEEP atingiu R$ 1,5 bilhão no 2t20, apresentando alta de 58,2% na comparação com o 2t19. A empresa pretende divulgar os resultados do 3T20 no dia 29 de outubro.

Segundo a Eleven, os resultados do terceiro trimestre devem apresentar melhorias para as empresas de energia. Mas a recuperação é realmente lenta. E a rentabilidade poderá ser baixa, principalmente para as distribuidoras. A aposta é por resultados melhores do que no segundo trimestre, mas ainda assim menores do que o terceiro trimestre de 2019.

“Apesar do consumo nacional de energia em setembro ainda não ter sido publicado, em termos de volumes o terceiro trimestre poderá apresentar um pequeno crescimento. O mês foi mais quente que a média histórica e deverá sustentar uma pequena recuperação, principalmente nas regiões Sudeste e Sul”, afirmam os analistas.

Uma característica do setor é que as empresas são boas pagadoras de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP).

Isso porque são empresas mais sólidas e consolidadas, que não necessitam reinvestir tanto de seu lucro no negócio.

A Economática realizou recentemente um levantamento das empresas que mais pagaram dividendos e JCPs de 2016 até 27 de julho de 2020. E há empresas de energia na lista das vinte melhores pagadoras dos últimos cinco anos.

A Cesp (CESP3) e a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista, Trans Paulista (TRPL4) são duplamente interessantes. Elas integram a lista dos maiores pagadores de dividendos e JCP.

Taesa (TAEE11) e Trans Paulista (TRPL4) integram as lista dos maiores pagadores de dividendos. Copel (CPLE3) desponta como uma das melhores pagadoras de JCPs.

O pagamento de juros e JCPs consiste na divisão de lucros das empresas com os acionistas. Pela lei, toda empresa de capital aberto deve distribuir aos seus acionistas no mínimo 25% de seu lucro líquido.

Isto quer dizer que, ao comprar uma ação, o investidor está se tornando proprietário de uma parte da empresa. Como tal, tem direito a participar dos lucros. Então, paralelamente à valorização da ação, o investidor também recebe esse percentual. Os pagamentos podem acontecer de maneira mensal, trimestral, semestral ou anual, dependendo do que estabelece o estatuto da empresa.

VISÃO DO MERCADO

Bradesco BBI

O Bradesco BBI elevou a avaliação da Cteep (TRPL4) para outperform (perspectiva de alta acima da média do mercado), com preço-alvo a R$ 32.

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