O Banco do Brasil comunica que sua administração está propondo ao Conselho de Administração alterações em sua estrutura organizacional, cindindo a atual Vice-Presidência de Agronegócios e Governo em duas vice-presidências, sendo a Vice-Presidência de Governo e a Vice-Presidência de Agronegócios.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:BBAS3), nesta segunda-feira (10). Confira o comunicado na íntegra.

Esta movimentação visa aumentar o foco estratégico para a área de Agronegócios, um dos pilares de nossa atuação, passando a ter, com a aprovação desta proposta, um vice-presidente dedicado exclusivamente ao assunto.

O Banco do Brasil informa ainda que o Sr. Antônio José Barreto de Araújo Júnior foi indicado ao cargo de Vice-Presidente de Governo, o Sr. Renato Luiz Bellinetti Naegele foi indicado ao cargo de Vice-Presidente de Agronegócios e o Sr. Marcelo Cavalcante de Oliveira Lima foi indicado ao cargo de Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios e Tecnologia.

As indicações iniciam o processo de aprovação nas instâncias competentes de governança do BB com vistas à eleição pelo Conselho de Administração, quando todo o processo previsto na governança do Banco for concluído.

Antônio José Barreto de Araújo Júnior é graduado em engenharia mecânica pela UNIP, com especialização em Marketing pela PUC-RJ, MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP e curso de liderança executiva pela Dale Carnegie Training. É funcionário de carreira do BB desde 1998, ocupando várias posições gerenciais na rede e em superintendências.

Coordenou a equipe de integração do Banco Nossa Caixa após a aquisição pelo BB. Atualmente é Secretário Especial de Desenvolvimento Social no Ministério da Cidadania, onde também atuou como secretário executivo em 2020. Atuou na Casa Civil como subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais e Subchefe de Articulação e Monitoramento de 2019 a 2020.

Dentre suas experiências em conselhos, destacam-se o conselho de administração da BNDES e Terracap, além dos conselhos fiscais do BASA e Brasilprev.

Renato Luiz Bellinetti Naegele é engenheiro agrônomo, com especializações em Economia Moderna e Gestão Executiva. Funcionário de carreira do BB de 1982 a 2015, tendo atuado como Gerente Executivo de Negócios com o Setor Público, Chefe da Consultoria Técnica da Presidência e Diretor de Marketing e Comunicação; e no exterior foi Vice-Presidente do Banco Patagonia e Gerente Geral do BB no Chile.

Atuou como conselheiro em vários conselhos de administração no Brasil e no exterior. Foi sócio-diretor da consultoria Macroplan, além de ter atuado no governo federal (1987 a 1996) e no Senado Federal (2016 a 2018). Atualmente é Assessor Especial do Presidente do BB.

Marcelo Cavalcante de Oliveira Lima é graduado em Engenharia Eletrônica com ênfase em Computação. Pós-graduado em Sistemas Orientados a Objetos, em Administração Estratégica de Sistemas de Informação e em Gestão Avançada de Negócios; Funcionário de carreira do BB de 1988 a 2019, tendo atuado como diretor administrativo financeiro da BB Tecnologia e Serviços, como gerente de tecnologia no exterior para a Europa, Oriente Médio e África, sediado em Londres de 2009 a 2015. Foi Gerente Executivo na Diretoria de Tecnologia no período de 2003 a 2009. Anteriormente, desde 1990 atuou em diversas posições na área de tecnologia do Banco do Brasil.

Informamos ainda que o Sr. João Pinto Rabelo Junior, atual Vice-Presidente de Agronegócios e Governo permanecerá no exercício de suas funções até 21.05.2021, e o Sr. Gustavo de Souza Fosse, atual Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios e Tecnologia seguirá em suas funções até 31.05.2021.

Banco do Brasil (BBAS3): lucro líquido de R$ 4,9 bilhões no 1T21, alta de 44,7%

Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano, 44,7% maior que os R$ 3,4 bilhões reportados em igual período de 2020 e 32,9% superior ao resultado obtido nos últimos três meses do ano passado.

“O lucro recorde para um trimestre é resultado de uma estratégia corporativa que buscou o aumento da eficiência, o controle rigoroso das despesas e o crescimento sustentado do crédito, com foco em linhas de maior retorno”, disse o recém-empossado presidente do BB, Fausto de Andrade Ribeiro, em mensagem transmitida com material de divulgação do balanço.

O resultado veio mesmo em um cenário turbulento para a instituição financeira do ponto de vista de gestão. Depois de o BB anunciar uma forte reestruturação de seu quadro, com demissões, o presidente Jair Bolsonaro reagiu e forçou a demissão do executivo André Brandão, ex-HSBC, que havia sido selecionado para o cargo pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

A carteira expandida avançou 2,2% e alcançou R$ 758,3 bilhões ao fim de março, saldo 4,5% superior ao verificado um ano antes.

As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa, conhecidas pela sigla PDD, foram de R$ 2,536 bilhões, no primeiro trimestre. Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, quando o BB reforçou as provisões em R$ 2,04 bilhões, por conta da crise que se anunciava diante da pandemia que chegava ao País, as despesas com PDD caíram 54,2%.

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