PIB brasileiro apresentou queda de 4,7% no acumulado dos quatro trimestres encerrados em março de 2016

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) acumulado nos quatro trimestres terminados no primeiro trimestre de 2016 apresentou queda de 4,7% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou da contração de 4,0% do Valor Adicionado a Preços Básicos e do recuo de 8,9% dos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (-1,0%), Indústria (-6,9%) e Serviços (-3,2%).

Dentre as atividades industriais, apenas a atividade de Eletricidade e Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana (1,4%) apresentou crescimento. A Indústria da Transformação sofreu contração de 10,5%, seguida pela Construção (-7,1%) e pela Extrativa Mineral (-0,5%).

Já dentre os Serviços, apenas Atividades Imobiliárias (0,3%) variou positivamente. Destaque para a contração de 10,0% do Comércio, seguido por Transporte, Armazenagem e Correio (-7,3%), Outros Serviços (-3,3%), Serviços de Informação (-2,4%) e Intermediação Financeira e Seguros (-0,4%). Já a atividade de Administração, Educação Pública e Saúde Pública (-0,1%) manteve-se praticamente estável.

Na análise da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo sofreu queda de 15,9%. A Despesa de Consumo das Famílias (-5,2%) e a Despesa de Consumo do Governo (-1,3%) também apresentaram resultado negativo.

Já no âmbito do setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 8,3%, enquanto que as Importações de Bens e Serviços apresentaram queda de 18,3%.

 

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