Credit Suisse recomenda carteiras brasileiras

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O Credit Suisse manteve a recomendação de alocação abaixo da média do mercado (underweight) para os ativos negociados na Bolsa brasileira, mostra um relatório enviado a clientes.

“Embora o mercado brasileiro tenha ficado para trás em relação aos mercados emergentes e América Latina no ano, ainda resistimos a aumentar nossa recomendação neste momento”, explicam os analistas Andrew T. Campbell e Otávio Tanganelli. A estimativa de 74 mil pontos para o Ibovespa ao final de 2017 foi mantida.

Segundo Campbell e Tanganelli, seis principais pontos sustentam essa visão:

1 – A recuperação da economia parece ser lenta e gradual
2 – A estabilidade nas estimativas de ganhos tem sido altamente dependente do setor de materiais e não possui amplitude
3 – Uma trajetória fiscal desfavorável provavelmente impedirá que o risco do país diminua significativamente para o curto prazo
4 – A reforma da Previdência pode ser fortemente diluída antes de se tornar lei
5 – Os riscos para o real parecem pender mais para a baixa
6 – As ações ainda não são estão claramente baratas. “Exigimos um melhor crescimento e/ou perspectivas políticas para se tornar mais positivo no Brasil nas avaliações atuais”, concluem.

O que comprar ou vender?

O Credit Suisse preparou uma lista com ideias de ações para operar comprado e vendido. Os papéis atendem aos seguintes critérios: valor de mercado superior a R$ 1 bilhão; volume negociado diariamente acima de US$ 0,5 mi; indicados como “outperform”, o mesmo que compra, para as ideias “long” e “underperform”, análogo à venda, para as ideias de “short”.

Veja:

CS2

 

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