EDP Brasil tem aumento de 2,5% na energia distribuída no segundo trimestre

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Investing.com – A EDP Energias do Brasil (BOV:ENBR3) informou no final da tarde de quinta-feira que o volume de energia distribuída aumentou 2,5% no trimestre, sendo +0,8% na EDP São Paulo e +5,3% na EDP Espírito Santo, com destaque para o crescimento de 22,8% da classe rural. No semestre, o volume de energia distribuída cresceu 3,8%. Com isso, as ações operam em queda de 0,50% a R$ 19,86.

De acordo com a companhia, as condições climáticas no Espírito Santo, os níveis baixos de inflação e o avanço do comércio varejista impactaram positivamente os resultados. O número de clientes livres, nos últimos 12 meses, aumentou19,2% (83 clientes na EDP São Paulo e 68 clientes na EDP Espírito Santo) em função das migrações dos clientes cativos para o mercado livre.

Na EDP São Paulo, o avanço foi de 0,8% e de 1,8% no volume do trimestre e do semestre, respectivamente, resultante do incremento de +4,5%no consumo da classe comercial, impulsionado pela retomada do comércio varejista e pela expansão de clientes de 2,0%

Já na EDP Espírito Santo, o crescimento foi de 5,3% no trimestre, com destaque para o aumento do consumo nas classes residencial (+9,3%) e rural (+26,2%), resultante das condições climáticas. No semestre, o avanço de 6,8% resulta dos mesmos efeitos do trimestre, além do aumento do número de clientes em+1,8%

A companhia informou também que o volume de energia vendida pelas usinas hídricas, considerando as empresas consolidadas, reduziu 2,0% no trimestre, reflexo da venda de Costa Rica, Santa Fé e da EDP PCH, minimizado pelo maior volume de energia vendida em Lajeado (+161 Gwh). O aumento do volume em Lajeado resulta de contratos bilaterais com a comercializadora, bem como da estratégia de sazonalização e hedge adotados pela companhia.

Considerando os projetos não consolidados, o volume aumentou 8,4%, impactado pela entrada da operação integral de São Manoel (+52 GWh) no final de abril de 2018. No semestre, o volume de energia vendida nas usinas hídricas, considerando as empresas consolidadas, aumentou 16,9%, decorrente dos efeitos já mencionados. Considerando os projetos não consolidados, o volume aumentou 10,4%.

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