Petrobras esclarece notícia sobre desinvestimento do campo de Baúna

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A Petrobras emitiu um comunicado esclarecendo a notícia veiculada na mídia referente ao desinvestimento do campo de Baúna.

A petroleira (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) afirmou que a redução esperada do valor firme de US$ 380 milhões, na verdade, é relacionada ao ajuste de preço da transação e que já foi recebido pela Petrobras.

“O ajuste de preço é uma prática comum em aquisições e desinvestimentos, quando a data base da oferta é diferente da data de conclusão da transação”, destacou a estatal.

O comunicado foi feito na noite de terça-feira, 28 de julho de 2020.

A companhia explicou que a parcela firme informada do valor da transação, de US$ 380 milhões, é referente à data-base de 01/01/2019 e, assim, este valor será ajustado em função do resultado do fluxo de caixa incorporado pela Petrobras com o ativo objeto do desinvestimento no período entre 01/01/2019 e a data de fechamento.

“O resultado obtido nesse período, referente à venda de 100% do campo, deve ser revertido à Karoon, nos termos do contrato correspondente, uma vez que a avaliação econômica e a proposta de compra do ativo pela Karoon consideraram a data-base da transação, que, nesse caso, foi 01/01/2019. Por se tratar de um campo em produção com fluxo de caixa positivo, esse ajuste, além do depósito, tem que ser descontado do valor firme acordado. Nessa transação, como informado no Fato Relevante divulgado em 24/07/20, a Petrobras já recebeu US$ 49,9 milhões na data de assinatura, em 24/07/2019, a título de depósito, e receberá US$ 150 milhões na data do fechamento. É estimado ainda que, após deduções do valor do depósito, do valor a ser pago no fechamento e dos ajustes, como explicado acima, ainda existirá uma parcela remanescente, a ser paga 18 meses após o fechamento da transação”, afirmou a petroleira.

De acordo com a estatal, foi acordada pelas partes uma parcela contingente do preço, a ser recebida até 2026, no valor de US$ 285 milhões.

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