Petrobras substitui nome do campo de Lula por Tupi

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A Petrobras (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) informou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou a alteração do nome de campo de Lula para campo Tupi.

“A aprovação visa o cumprimento da decisão judicial de 7 de julho de 2020, em ação popular, que determinou a anulação da denominação da área de Tupi como campo de Lula, ocorrida em 2010”, explicou a petroleira.

A ação popular que determinou a anulação da denominação da área de Tupi como campo de Lula foi protocolada em 2010.

As demais áreas que compõem o campo de Tupi também tiveram suas denominações alteradas, do seguinte modo: Sul de Tupi, contrato de cessão onerosa; e Tupi Leste, área não contratada e pertencente a União Federal, representada pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

O campo de Tupi está predominantemente localizado na concessão BM-S-11, a 230 km da costa do estado do Rio de Janeiro, e é operada pela Petrobras (65%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (25%) e a PetrogalBrasil S.A. (10%).

Tupi iniciou a produção do seu primeiro sistema definitivo em 2010, com a operação do Cidade de Angra do Reis, e é atualmente o maior campo produtor de óleo e gás no país.

Pagamento de juros das debêntures da 7ª emissão

A Petrobras (PETR3 PETR4) informou nesta segunda-feira (14) que realizará o pagamento de juros amanhã aos detentores das primeira e segunda séries da da sétima emissão de debêntures, emitidas em 15 de agosto de 2019.

O preço unitário pago pelas debêntures de primeira série é de R$ 18,28180810. São 1.529.339 debêntures nesta série.

Petrobras inicia negociações com SBM

Empresa também iniciou negociações com a SBM Offshore para contratação do afretamento de uma unidade flutuante de produção e armazenamento a ser instalada no campo de Búzios, na Bacia de Santos.

A contratação da SBM ocorrerá de forma direta, acrescentou a Petrobras, enquanto outras duas unidades a serem instaladas em Búzios, os FPSOs P-78 e P-79, serão alvo de licitação.

Petrobras informou também que vai reduzir os investimentos previstos para o período de 2021 a 2025. Segundo a estatal, o investimento ficará entre US$ 40 bilhões e US$ 50 bilhões. Anteriormente, a previsão era de investir US$ 64 bilhões. A revisão se deve ao efeito da desvalorização do real, à busca por otimizar investimentos e à revisão da carteira, considerando considerando otimizações, postergações e cancelamentos.

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