Tráfego de veículos em rodovias da CCR cresce 4,5% de 04 de dezembro a 10 de dezembro

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O tráfego de veículos nas rodovias administradas pela CCR subiu 4,5% no período de 04 de dezembro a 10 de dezembro, em comparação com período equivalente em 2019. Excluindo o tráfego da ViaSul, cuja cobrança de pedágio começou em fevereiro, o recuo foi de 1,1%.

O comunicado foi feito pela concessionária (BOV:CCRO3) nesta sexta-feira (11).

No acumulado de 2020 até 10 de dezembro, o tráfego consolidado da CCR recuou 2,4%, ou 7,7% excluindo a ViaSul.

Entre as concessionárias que administra, o destaque ficou com a CCR LAM Vias, responsável pela gestão de rodovias federais, como a Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. O tráfego da CCR LAM Vias saltou 19,1% na comparação semanal.

A controlada da CCR foi a única em que o movimento de carros de passeio apresentou alta (5,6%), mas o destaque foram os automóveis comerciais, cujo tráfego cresceu 27,2%.

Por operação, Autoban e ViaOeste registraram queda de 2,3% e 3,5% no fluxo, respectivamente. Já NovaDutra (+0,9%), RodoNorte (+4,8%) e MSVia (+15,8%) apontaram crescimento na circulação de veículos.

A CCR Mobilidade, braço da companhia que opera o Metrô Bahia, a Linha 4 do Metrô de São Paulo e outras concessões, viu o movimento de passageiros cair 47,5% no recorte semanal. No acumulado de 2020, o fluxo caiu 46,5%.

Já a CCR Aeroportos registrou queda de 55% na quantidade de passageiros transportados entre 04 de novembro e 10 de dezembro, e recuou de 62% no acumulado do ano.

→ O grupo CCR foi fundado em 1999 e hoje é uma das maiores empresas de concessão de infraestrutura da América Latina. Atua nos segmentos de concessão de rodovias, mobilidade urbana e aeroportos e serviços. O grupo CCR possui R$ 27,6 bilhões de valor de mercado. Confira a Análise completa da empresa com informações exclusivas.

Lucro líquido desaba 65,2% no 3T20

CCR, que opera concessões de rodovias, aeroportos e mobilidade urbana, registrou lucro líquido de R$ 118,3 milhões no terceiro trimestre de 2020, queda de 65,2% na comparação com igual período de 2019. De formal geral, a pandemia ainda pesou sobre os números da empresa ao reduzir o tráfego nas rodovias, aeroportos e mobilidade urbana. O número, entretanto, mostra que o pior já passou para a empresa, que conseguiu reverter o prejuízo de R$ 142 milhões no segundo trimestre deste ano.

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