Enauta assina contrato de concessão dos blocos arrematados em dezembro de 2020

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A Enauta assinou contratos de concessão dos blocos arrematados no 2º Ciclo da Oferta Permanente da ANP, realizado em 4 de dezembro de 2020. A Companhia adquiriu 30% de participação em quatro blocos terrestres PAR-T-86, PAR-T-99, PAR-T-196 e PAR-T-215, na Bacia do Paraná, em parceria com a Eneva.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:ENAT3) nesta terça-feira (29). Confira o documento na íntegra.

O valor do bônus de assinatura para estes blocos foi de R$ 2,1 milhões e a Enauta desembolsará R$ 633 mil nos próximos dias. O Programa Exploratório Mínimo (PEM) ofertado para 100% dos blocos foi equivalente a 1.000 km de sísmica 2D, a ser executado em até 6 anos. Estão previstos investimento da ordem de R$ 15 milhões em atividades exploratórias para a Companhia.

A aquisição destes quatro blocos marca a entrada da Enauta na Bacia do Paraná, considerada área de fronteira pela baixa quantidade de atividades exploratórias já realizadas na região, permitindo que Companhia esteja bem posicionada para captar novas possibilidades de negócios.

A Enauta aproveitou essa janela de oportunidade para, com baixo compromisso financeiro, diversificar sua base de ativos. Os blocos estão localizados nos estados do Mato Grosso do Sul e Goiás, com aproximadamente 11.544 km2 de extensão, área superior à de toda a tradicional Bacia do Recôncavo na Bahia.

Em caso de descoberta, a proximidade com o mercado consumidor de gás potencializa o valor do aproveitamento da sua produção. O consórcio poderia ainda replicar o modelo de sucesso de reservoir-to-wire (R2W), com a geração de energia elétrica a partir do gás natural.

Enauta (ENAT3): prejuízo líquido de R$ 15,8 milhões no 1T21, queda de 71,9%

prejuízo líquido da petroleira Enauta caiu 71,9% no primeiro trimestre de 2021, para R$ 15,8 milhões, em função da menor despesa financeira e do menor imposto de renda entre os períodos.

receita líquida recuou 37,7%, passando de R$ 290,3 milhões para R$ 180,7 milhões. A queda refletiu a parada preventiva da produção no Campo de Atlanta ocorrida em novembro de 2020 e do retorno no dia 19 de fevereiro de 2021. A redução de 75,4% na receita de Atlanta foi parcialmente compensada pelo aumento de produção de 65,2% no Campo de Manati, com consequente elevação da receita em 107,2%.

Dessa forma, a receita líquida do Campo de Manati representou 68,6% do total da receita do período, em comparação a 20,6% no 1T20. Na comparação com o 4T20, a receita se manteve praticamente estável. A receita de Manati apresentou alta de 12,7% compensando a queda de 26,2% na receita de Atlanta.

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