Sindicato dos funcionários da JBS nos EUA garante pagamento integral à medida que as paralisações continuem

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O sindicato que representa os trabalhadores das fábricas da JBS (BOV:JBSS3) nos Estados Unidos afirmou que a empresa vai garantir que todos os seus funcionários recebam o “pagamento contratualmente acertado” à medida que as paralisações das unidades continuem.

No documento, a união se diz “satisfeita” com estar trabalhando 24 horas por dia para resolver a questão.

United Food and Commercial Workers (UFCW) diz ainda estar convocando a JBS para trabalhar com líderes estaduais e federais para ajudar a “colocar os frigoríficos da JBS de volta ao trabalho o mais rápido possível”, para que esses trabalhadores essenciais possam continuar a manter o “suprimento de alimentos de nosso país totalmente operacional e seguro enquanto a pandemia continua”.

Hoje, a Bloomberg, citando um integrante do UFCW, publicou que todas as fábricas de carne bovina da JBS nos EUA foram fechadas como resultado de um ataque cibernético que teve como alvo alguns dos servidores da empresa no fim de semana.

A vice-secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, informou que a JBS notificou, no último domingo, ter sido vítima do um ataque, e que a empresa está recebendo assistência do governo americano.

Em conversa com repórteres, a porta-voz explicou que a companhia foi alvo de uma ofensiva ransomware, em que os criminosos bloqueiam acesso ao sistema infectado e cobram espécie de resgate para a liberação.

Lucro líquido de R$ 2 bilhões no 1T21, revertendo prejuízo bilionário

A JBS, companhia da família Batista, reportou ontem um lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, já sinalizando um dividendo superior a R$ 3 bilhões em 2022, novo recorde. Nos três primeiros meses do ano passado, a empresa divulgou prejuízo de R$ 5,9 bilhões.

A JBS, companhia da família Batista, reportou ontem um lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, já sinalizando um dividendo superior a R$ 3 bilhões em 2022, novo recorde. Nos três primeiros meses do ano passado, a empresa divulgou prejuízo de R$ 5,9 bilhões.

“Nossa plataforma diversificada por geografias e por tipo de proteína tem demonstrado uma importante resiliência no nosso resultado. Independente dos desafios enfrentados, nossas unidades de negócios responderam bem e apresentaram evolução em indicadores financeiros importantes, como receita líquida, ebitda e lucro líquido”, disse o presidente da companhia, Gilberto Tomazoni.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – aumentou 69,4%, para R$ 6,71 bilhões. Em termos ajustados, o ebitda aumentou 75,8%, para R$ 6,876 bilhões.

Informações TheCap

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