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Analistas apontam que o Magalu pode deixar o MSCI Brazil e ações podem sofrer pressão vendedora

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Além do Ibovespa, um benchmark importante que é seguido por muitos fundos de ações passivos, cujas carteiras replicam índices de ações, é o MSCI (Morgan Stanley Capital International).

O MSCI elabora índices para acompanhar o desempenho das principais bolsas internacionais. Dentre eles, há o MSCI Global – tipo como o de maior importância entre eles – , MSCI Small Caps, que embute empresas com menor valor de mercado, e o MSCI Brazil, que abrange apenas ações brasileiras.

E é justamente o rebalanceamento do MSCI Brazil que pode trazer mais uma notícia negativa para o Magazine Luiza (BOV:MGLU3), cujas ações caem cerca de 47% em 2023.

A nova carteira do índice entrará em vigor no dia 1 de dezembro, mas haverá uma primeira prévia da composição no dia 14 de novembro. A expectativa, segundo analistas do Bank of America e do Morgan Stanley, é de que o Magalu deixe o MSCI Brazil.

O Morgan aponta que, se a exclusão se efetivar, pode haver uma pressão vendedora. O Bank of America, por sua vez, destacou que a saída de MGLU3 depende dos movimentos do mercado, uma vez que o market cap (capitalização de mercado) e free float estão pairando em torno do limite inferior (para saída do benchmark).

Caso MGLU3 seja excluída, BRF (BOV:BRFS3) tem chance de entrar na carteira, avalia o BofA. Já o Morgan projeta que BRFS3 entrará no próximo benchmark, assim como a Copel (BOV:CPLE6).

“CPLE6 e BRFS3 atendem a todos os critérios para serem adicionadas ao índice durante a janela de negociação considerada em nosso modelo. (…) Devemos observar que a inclusão do BRFS3 depende da potencial exclusão do MGLU3”, reforça o Morgan.

O MSCI tem como um dos seus principais critérios o valor de mercado, assim como os projetos utilizados para a capitalização da empresa e a proporção de ações em circulação.

Os analistas do Morgan destacaram medir o potencial impacto nas ações calculando a estimativa de entrada líquida de fundos indexados passivos. Existem atualmente US$ 6,5 bilhões em ativos sob gestão (AUM) indexados ao MSCI Latin America e US$ 6,2 bilhões indexados ao MSCI Brasil, segundo dados da Bloomberg. Além disso, estimam US$ 500 bilhões em ativos passivos sob gestão (AUM) indexados aos mercados emergentes do MSCI.

Para a Copel, se incluída nos índices Standard, o peso da ação ficaria em torno de 0,29% no MSCI Latin America, 0,46% no MSCI Brasil e 0,02% no MSCI Emerging Markets.

“Portanto, esperamos que as ações registrem uma entrada líquida de cerca US$ 170 milhões, o que equivaleria a aproximadamente 5,5 dias de volume médio diário negociado nos últimos 3 meses”, aponta.

Já para a BRF, se houver a entrada nos índices Standard, a ação teria um peso em torno de 0,34% no MSCI Latin America, 0,55% no MSCI Brasil e 0,03% no MSCI Emerging Markets.

“Portanto, esperamos que as ações registrem uma entrada líquida de US$ 205 milhões, o que equivaleria a aproximadamente 4,8 dias de volume médio diário negociado nos últimos 3 meses”, apontou.

Para o Magalu, o peso atual da ação é de 0,16% no MSCI Latin America, 0,26% no MSCI Brasil e 0,01% no MSCI Emerging Markets.

“Portanto, esperamos que as ações sofram uma saída líquida de US$ 90 milhões, o que equivaleria a aproximadamente 1,7 dia de volume médio diário negociado nos últimos 3 meses”.

O Morgan tem recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Copel, equalweight (exposição em linha com a média do mercado, equivalente à neutra) para BRF e underweight (exposição abaixo da média, equivalente à venda) para Magalu.

Cabe ressaltar que, além das previsões de saída da ação do MSCI, as expectativas para o Magalu não têm sido positivas em meio ao cenário macroeconômico desafiador com o endividamento das famílias pressionando o consumo, além da alavancagem financeira afetar a companhia no cenário de juros altos (ainda que num início do ciclo de queda). Mesmo com a forte queda das ações, a maior parte dos analistas está cautelosa com o papel: em relatório recente, o Goldman Sachs reforçou recomendação neutra para os ativos.

Informações Infomoney

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