O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, confirmou que haverá uma normalização da distribuição de dividendos para os próximos balanços.

Segundo o executivo, a decisão de reter os proventos tomada em março foi a primeira de um novo mecanismo que a estatal está implementando com o objetivo de estabilizar a remuneração dos acionistas.

Em conversa com jornalistas após a participação no Seminário Brasil Hoje, evento realizado pela Esfera Brasil, o presidente da Petrobras (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) apontou que a retenção dos dividendos realizada em março foi feita na “conta de equalização do capital”.

Trata-se de um recurso que, conforme Prates, já existe em outras companhias de capital aberto e deve reduzir a volatilidade no pagamento de dividendos. Uma das vantagens desse instrumento é que a oferta de proventos se manterá estável mesmo em períodos em que o mercado de petróleo enfrentar um momento de dificuldade.

“Isso é importante porque você pode ter uma expectativa de distribuição de dividendos menor, o que impulsiona a queda nas ações. Com esse mecanismo, o acionista se sente confortável sabendo que há recursos que ele deve receber ao longo do ano ou em um período maior”, afirmou Prates.

Informações BDM
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