jltorres
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- 8289
- 12/07/2005
Moderador: jltorres
| Gráfico Intraday: Banco do Brasil SA | Gráfico Longo-Prazo: Banco do Brasil SA |
O Banco do Brasil (BBAS3), uma das maiores instituições financeiras da América Latina, atua em diversos segmentos como crédito, investimentos, seguros, previdência e gestão de recursos. Esta discussão é o espaço ideal para acompanhar as movimentações da ação BBAS3 na bolsa de valores, seus balanços trimestrais, fatos relevantes, estratégias de mercado e desempenho frente à concorrência no setor bancário. Explore os fundamentos da empresa, entenda sua atuação no setor público e privado e compartilhe análises com outros investidores e traders!
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Comentários
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jltorres
8289 12/07/2005A ação BBAS3 do Banco do Brasil, tradicional banco estatal. brasileiro, anunciou cinco novos líderes para unidades como BB Asset e BB Seguridade. Reforço para o conglomerado financeiro, que atua em crédito, seguros e gestão de ativos, sinalizando foco em governança!
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jltorres
8289 12/07/2005A cotação BBAS3 abriu em R$ 20,36 nesta segunda-feira (21/07), alcançou R$ 20,26 e fechou em R$ 19,86 (–2,0%). A sinalização de trocas na gestão soou cautelosa: inclusive, investidores preferiram realizar lucros diante das mudanças.
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jltorres
8289 12/07/2005O Banco do Brasil anunciou uma nova peça-chave para sua engrenagem: Gilson Alceu Bittencourt foi indicado para a vice-presidência de Agronegócios e Agricultura Familiar, no lugar de Luiz Gustavo Braz Lage. A substituição faz parte de uma reestruturação mais ampla dentro do conglomerado BB, que já havia movimentado cargos em empresas como BB Seguridade e Brasilseg. A mudança acontece em meio a um esforço para fortalecer a gestão da instituição após um trimestre decepcionante, marcado pelo aumento da inadimplência no agro e novas regras contábeis que afetaram os números. A nomeação de Bittencourt ainda depende da aprovação do conselho de administração.
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jltorres
8289 12/07/2005A escolha de Gilson Bittencourt para um dos cargos mais estratégicos do Banco do Brasil pode ser lida como uma tentativa clara de reconquistar a confiança do mercado após o tombo nos lucros. A troca no comando do setor de Agronegócios sinaliza uma resposta direta aos desafios enfrentados pela inadimplência rural. No início do pregão desta quarta-feira (23/07), as ações BBAS3 mostraram leve reação positiva: por volta das 10h57, subiam 0,45%, negociadas a R$19,98 — ainda distantes dos R$30,00 de 52 semanas atrás, mas demonstrando algum fôlego. O movimento pode ganhar tração conforme o mercado avalia a capacidade da nova gestão em conter perdas e melhorar resultados.
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jltorres
8289 12/07/2005Nesta quinta-feira (24/07), Banco do Brasil (BOV:BBAS3) e Bradesco (BOV:BBDC3) vieram a público negar qualquer proposta formal de venda da Alelo ao iFood, após rumores apontarem negociações avançadas no valor de até R$ 5 bilhões. As instituições, que detêm participação na empresa de benefícios por meio da Elo Participações, disseram acompanhar ativamente o mercado em busca de oportunidades, mas garantem não ter recebido nenhum documento ou oferta oficial. A Alelo atua no setor de benefícios corporativos — como vale-refeição, alimentação e mobilidade — competindo com nomes como VR Benefícios e Sodexo. A notícia movimentou o noticiário, mas por ora, parece não ter saído do campo da especulação.
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jltorres
8289 12/07/2005A Alelo é uma empresa especializada em benefícios corporativos — como vale-refeição, vale-alimentação, mobilidade, cultura e premiações — e pertence à holding Elopar, uma joint venture formada por Banco do Brasil (BOV:BBAS3) e Bradesco (BOV:BBDC3 | BOV:BBDC4). Ou seja, os dois grandes bancos brasileiros são os donos diretos da Alelo, o que garante à empresa uma base sólida de governança e acesso a uma vasta rede de clientes empresariais.
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jltorres
8289 12/07/2005O interesse do iFood, segundo fontes de mercado, faz sentido estratégico: ao adquirir uma companhia como a Alelo, o iFood poderia ampliar significativamente sua presença no universo de pagamentos e fidelização, integrando os serviços da Alelo à sua plataforma para criar um ecossistema completo — do benefício corporativo à entrega. Além disso, a base de usuários da Alelo permitiria ao iFood diversificar suas receitas, entrar de vez no mercado de fintechs e competir diretamente com players como VR, Sodexo e Ticket, em um setor que movimenta bilhões por ano.
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jltorres
8289 12/07/2005A negativa de Banco do Brasil (BOV:BBAS3) e Bradesco (BOV:BBDC3 | BOV:BBDC4) sobre a suposta proposta de aquisição da Alelo pelo iFood pode ter segurado uma possível euforia nos papéis das duas instituições nesta quinta-feira (24/07). Embora o mercado costume reagir positivamente a rumores de desinvestimentos estratégicos — principalmente se envolver cifras bilionárias —, a ausência de uma proposta concreta manteve os investidores em compasso de espera. A depender dos próximos desdobramentos, os papéis ainda podem responder, caso alguma negociação real seja confirmada no futuro.
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jltorres
8289 12/07/2005Apesar da repercussão sobre uma suposta proposta do iFood pela Alelo, negada formalmente nesta quinta-feira (24/07) pelo Banco do Brasil (BOV:BBAS3), as ações da instituição recuavam 0,89% por volta das 11h45, sendo negociadas a R$ 20,03. O papel chegou a oscilar entre R$ 19,90 e R$ 20,19 ao longo da manhã, refletindo a frustração de parte do mercado com a ausência de novidades concretas. Com volume expressivo acima de 9 milhões de ações, a queda também reflete o distanciamento do papel de sua máxima de 52 semanas, em R$ 30,04. Por ora, o rumor não foi suficiente para sustentar movimento positivo, e o mercado segue em compasso de espera.
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phgurgel
45 14/11/201411 de 102
jltorres
8289 12/07/2005Que tal um envelope de baixa rumo a R$ 17,00?
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jltorres
8289 12/07/200513 de 102
eduproen
6 06/03/201214 de 102
AFundament
941 30/05/2012Explicando a queda de BBAS3 de 01/08/25, análise dos dados do BACEN, com cenários.
Banco do Brasil S.A., BBAS3. Importante: não há recomendação de investimentos.
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Investidor15
6326 21/05/2014Obrigado J. L. Torres pela iniciativa de criar o tópico. Se me permitir, tecerei algumas considerações, baseado exclusivamente no empirismo.
Opero pelo HB do BB, que utiliza o gráfico CMA TopChart, powered by TradingView, de onde retirei os números de minha análise. Como não sei se é permitido reproduzí-lo, colarei a imagem pública fornecida pelo TradingView, que tem algumas diferenças para o disponibilizado pelo BB, em especial a zona de máximas dos anos de 2019 e 2020, que no do HB, se situam rigorosamente na faixa de R$18,35. No que colei abaixo ainda há uma distância para chegar lá.
Apesar destas divergências, o raciocínio como um todo não será prejudicado.
Seguindo pelo gráfico do HB, da máxima de R$18,77 em 07/2019, para a mínima de R$7,63 em 03/2020, tivemos uma queda de R$11,14.
Da máxima de R$29,56 em 05/2025 para a mínima de 18,12 em 1° de agosto de 2025, a queda é de R$11,44, maior que a máxima registrada até agora no gráfico corrigido pelos proventos, desde os anos 90.
Estas duas referências me parecem fortes o suficiente para crer que a cotação encontrou suporte nesta faixa, onde deve lateralizar e lentamente, encontrar seu caminho de recuperação rumo ao topo histórico, que a depender de outras variáveis externas, poderá ocorrer num intervalo de cerca de três anos.
Por outro lado, caso o banco resista a todas as forças contrárias que possam estar atuando no sentido de minar a credibilidade da administração e da instituição, o ponto situado em R$17,06 apontado pelo JLTorres no gráfico acima, seria confortável para um forte aporte.
Agradeço a quem leu até aqui e aproveito para desejar um excelente final de semana a todos!
Fonte
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jltorres
8289 12/07/2005Obrigado J. L. Torres pela iniciativa de criar o tópico. Se me permitir, tecerei algumas considerações, baseado exclusivamente no empirismo.
Opero pelo HB do BB, que utiliza o gráfico CMA TopChart, powered by TradingView, de onde retirei os números de minha análise. Como não sei se é permitido reproduzí-lo, colarei a imagem pública fornecida pelo TradingView, que tem algumas diferenças para o disponibilizado pelo BB, em especial a zona de máximas dos anos de 2019 e 2020, que no do HB, se situam rigorosamente na faixa de R$18,35. No que colei abaixo ainda há uma distância para chegar lá.
Apesar destas divergências, o raciocínio como um todo não será prejudicado.
Seguindo pelo gráfico do HB, da máxima de R$18,77 em 07/2019, para a mínima de R$7,63 em 03/2020, tivemos uma queda de R$11,14.
Da máxima de R$29,56 em 05/2025 para a mínima de 18,12 em 1° de agosto de 2025, a queda é de R$11,44, maior que a máxima registrada até agora no gráfico corrigido pelos proventos, desde os anos 90.
Estas duas referências me parecem fortes o suficiente para crer que a cotação encontrou suporte nesta faixa, onde deve lateralizar e lentamente, encontrar seu caminho de recuperação rumo ao topo histórico, que a depender de outras variáveis externas, poderá ocorrer num intervalo de cerca de três anos.
Por outro lado, caso o banco resista a todas as forças contrárias que possam estar atuando no sentido de minar a credibilidade da administração e da instituição, o ponto situado em R$17,06 apontado pelo JLTorres no gráfico acima, seria confortável para um forte aporte.
Agradeço a quem leu até aqui e aproveito para desejar um excelente final de semana a todos!
Impressionante a queda atual ter sido maior que a do Corona Vírus. O que me impressiona é que ainda não deu nenhum sinal de reversão. Pode ser que forme um suporte nessa região entre 17-18 reais. Tem mais um real pra ceder, mas só me sentiria confortável em entrar com a confirmação gráfica de reversão. No gráfico mensal, 17,00 é sim um suporte importante.
17 de 102
roribas
1582 16/03/201218 de 102
roribas
1582 16/03/201219 de 102
jltorres
8289 12/07/2005O que teremos no dia 14???
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roribas
1582 16/03/2012