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Crise ? Pra Maioria Sim, Mas Não Para Todos. (PFRM3)

ruymg
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  • 3607
  • 05/09/2006

Moderador: ruymg

 

 

CRISE ? Pra maioria, mas não para todos. Pareçe que nenhum setor escapa a essa crise.

A maioria das ações estão em seus valores minimos. Mesmo ações de empresas com otimos

fundamentos estão cotadas por valores minimos,  inferiores até mesmo a crise de 2009.

Onde investir? Qual ação escolher?

Quero dar uma dica: Que tal escolher uma ação do unico setor que cresceu em 2015?

Um setor resiliente que não entra em crise. Setor de necessidade primaria, mais importante que alimentos.  Estou falando de Medicamentos (remedios, saude e até mesmo perfumaria).

Você acha que todas ações estão no chão? Não, não estão.

Olhe e analise o grafico de RADL3 ! Incrivel....

Olhe tambem o grafico de  PNVL3 ! Incrivel tambem...

Essas duas ações estão em seu teto maximo. Subiram com qualquer crise.

Então, apresento esse setor e sugiro investir em PROFARMA pois acredito que PFRM3

será como os dois casos acima. É do mesmo setor e vale hoje apenas 30% do seu Patrimonio Liquido.

Quer ganhar 1.000% como os dois exemplos acima (RADL3 e PNVL3) então o monento de investir é agora.

Se você se interessar e quiser saber mais sobre PFRM3 todas as informações estão disponiveis no forum advfn, aqui mesmo pelo link abaixo:

 

http://br.advfn.com/forum/pfrm3/11630230/62

 

 

Abaixo a materia sobre esse setor que não sofre em nenhuma crise :

 

Valor Economico

 

16/02/2016 às 09h28

 

Varejo tem em 2015 o pior recuo de vendas desde 2001(Atualizada às 12h)

 

O volume de vendas no varejo restrito em 2015 recuou 4,3%, segundo o IBGE, pior resultado para um ano desde 2001, início da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). O Natal do ano passado foi o pior dos últimos 15 anos para o comércio: entre novembro e dezembro a queda foi de 2,7%, já descontados os efeitos sazonais, e, na comparação com igual mês de 2014, o recuo chegou a 7,1%. Ambos resultados negativos recordes.

O tombo é reflexo do menor ritmo da atividade econômica, com redução da renda das famílias, o crédito mais restrito e a inflação alta. "Todos os fatores que inibem o consumo das famílias têm impacto direto no comércio", apontou a gerente da coordenação de serviços e comércio do IBGE, Isabella Nunes. O recuo foi generalizado: sete dos oito segmentos pesquisados tiveram resultados negativos no ano.

O recuo registrado em dezembro ante novembro foi pior que a média estimada pelo Valor Data, de retração de 2,3%, apurada junto a 20 economistas e instituições financeiras. O intervalo das projeções era de queda de 0,5% até 3,4%. No ano, a retração nas vendas do varejo restrito ficou dentro do esperado.

Ainda segundo o IBGE, a receita nominal do varejo restrito caiu 1,9% em dezembro, ante novembro, já descontados os efeitos sazonais. Na comparação com dezembro de 2014, a receita nominal do varejo restrito aumentou 2,8%. No ano de 2015, a receita teve alta de 3,2% em termos nominais.

 

Varejo ampliado

No varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos, motos, autopeças, e material de construção, o volume de vendas caiu 0,9% em dezembro na comparação com novembro, já descontados os efeitos sazonais. Os analistas de mercado esperavam recuo de 1,9%. Ante dezembro de 2014 houve queda de 11% nas vendas do ampliado, pior resultado nesta comparação desde 2005.

No ano, o recuo foi de 8,6%. É o pior resultado desde 2005, quando o IBGE começou esta série específica. É também o segundo ano negativo em sequência, já que em 2014, houve retração de 1,4%. O volume de vendas de nove dos dez segmentos pesquisados caiu.

Ainda segundo o IBGE, a receita nominal do varejo ampliado caiu 0,2% em dezembro, ante novembro, já descontados os efeitos sazonais. Na comparação com dezembro de 2014, houve queda e 2,7%. Em 2015, a receita gerada pelas vendas do ampliado recuou 1,9% em termos nominais.

 

Dezembro

Considerando apenas o mês de dezembro, as vendas caíram em seis dos dez segmentos analisados pela PMC. No chamado varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, houve queda de 0,9% em dezembro ante novembro e recuo de 11% ante dezembro de 2014.

As promoções em novembro e a Black Friday deram alívio, mas não foram capazes de manter o bom resultado no mês seguinte. "Por conta das promoções e das antecipações das vendas de algumas atividades tiveram um resultado muito bom, que depois mostraram dados piores", destacou a gerente do IBGE.

Em dezembro ante novembro, as vendas de equipamentos e materiais para escritório e informática recuaram 9,1%, após alta de 18,8% em novembro influenciada pela Black Friday. Foi o pior resultado de dezembro entre todos os segmentos pesquisados. Móveis e eletrodomésticos também tiveram forte recuo, com baixa de 8,7%. No mês anterior, o segmento havia subido 6,8%.

Pelo segundo mês seguido, o grupo de hiper e supermercados, alimentação e bebidas apresentou resultado no vermelho. Após recuo de 1,7% em novembro, no último mês do ano caiu 1%. "Os alimentos têm sofrido com a pressão inflacionária e a perda da renda real das famílias", afirmou Isabella Nunes. (Robson Sales | Valor)

 




Clique aqui e veja a materia original










  • 22 Fev 2016, 12:33
  • 22 Fev 2016, 20:26
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