jullima
- Dono
- 969
- 10/01/2007
| Gráfico Intraday: Paranapanema SA | Gráfico Longo-Prazo: Paranapanema SA |
Informações e especulações sobre a empresa.
Info Atualizadas Paranapanema (PMAM3)jullima
Informações e especulações sobre a empresa. |
Suporte: (11) 4950 5808 | suporte@advfn.com.br
Ao acessar os serviços da ADVFN você estará de acordo com os Termos e Condições
Já possui uma conta? Entrar
Não possui uma conta? Registrar
Ao me registrar, confirmo que li, entendi e concordo com os Termos e Condições da ADVFN e que sou um investidor privado.
Comentários
1 de 2214
jullima
969 10/01/2007A Paranapanema ainda possui 0,3% de ações preferenciais e no dia 27/07/09 acontecerá uma Assembléia.
2 de 2214
jullima
969 10/01/2007Edital de Convocação para Assembléia Geral Extraordinária e
Assembléia Especial de Acionistas Detentores de Ações Preferenciais
.... a se realizar no dia 27 de julho de 2009, às 10h00, na sede social, na Rua Felipe Camarão nº 500, na Cidade de Santo André, Estado de São Paulo, a fim de deliberarem sobre a conversão das ações preferenciais em ordinárias ...
.... na razão de 1 (uma) ação ordinária para cada 1 (uma) ação preferencial. A aprovação da conversão franqueará direito de recesso aos acionistas preferencialistas dissidentes, pelo valor de patrimônio líquido por ação equivalente a R$3,60.
fonte:
www.paranapanema.com.br/ri
3 de 2214
jullima
969 10/01/2007Volume = 237,57 K
Qual o numero de negocios/volume que faz um papel ser um mico ?
4 de 2214
jullima
969 10/01/2007Os índios das etnias Tenharim e Diahoi, que ocupam três áreas com 1,2 milhão de hectares na área de influência da rodovia
valoronline - 2009-07-20 - 09:15:00 -
Os índios das etnias Tenharim e Diahoi, que ocupam três áreas com 1,2 milhão de hectares na área de influência da rodovia Transamazônica, estão a um passo de um confronto armado com moradores de comunidades vizinhas. A cobrança de pedágio de quem atravessa os 60 quilômetros da estrada federal em suas terras e o garimpo ilegal nas reservas são causas da crescente animosidade mútua.
A criação do pedágio improvisado, depois transformado em "taxa de compensação ambiental", tem apoio da FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) para tornar-se definitivo. "Queremos regularizar esse pedágio porque houve danos ambientais, prejuízos à caça e doenças de brancos nas aldeias", afirma o chefe do núcleo da FUNAI em Humaitá, Valmir Parintintin.
Na agrovila de Santo Antonio do Matupi, a 30 quilômetros da reserva, os moradores criaram uma sociedade para pregar o fim da cobrança, iniciada no fim de 2006. "Para o índio não tem lei. Fazem o que querem e se acham acima de tudo", diz o produtor paranaense Osvaldo Schaeffer, presidente da Associação de Pais em Defesa da Cidadania. Há 30 anos na região, ele acusa os Tenharim de usar prerrogativas constitucionais de proteção para praticar ilícitos.
Contrário ao pedágio, o bispo de Humaitá, dom Franz Meinrad Merkel, culpa a falta de diálogo e a FUNAI pelo conflito. "Os índios deixaram sua cultura para viver desse dinheiro." Estima-se uma arrecadação mensal de R$ 60 mil. Os motoristas pagam entre R$ 10 (motos) e R$ 100 (caminhões) para trafegar.
O pedágio teria começado com um embate entre índios e o Exército durante as eleições de 2006. "Um capitão vinha de Apuí (250 quilômetros da reserva) e quis passar à força com a tropa. O cacique João Bosco mandou serrar a ponte e passou a cobrar de todos", lembra Valmir Parintintin. A questão virou uma disputa na Justiça estadual, onde uma ação civil pública pede a retirada do pedágio. Mas os índios prometem contra-atacar. "Temos laudos para provar os danos", diz o chefe da FUNAI.
As ameaças de ambos os lados continuam. "Me disseram que sou visado para ser refém", diz o bispo Merkel, que não arrisca atravessar a área em carro particular. "Só vou em ônibus de linha", afirma. O comandante da PM, coronel Daniel Piccolotto, alerta para um iminente confronto armado. "Os índios têm armas e os madeireiros também. Isso pode dar em morte se o governo federal não intervir."
Os moradores da região apontam outra questão grave. Um garimpo ilegal de cassiterita, fonte do estanho usado em supercondutores e soldas especiais, está incrustado na reserva indígena, na área Igarapé Preto, quase na divisa do Amazonas com Rondônia. Uma picada, batizada rodovia do Estanho, foi aberta na área para escoar a produção. Negociantes e garimpeiros moram dentro da área e os índios cobram 10% sobre o mineral extraído, segundo o serviço de inteligência da PM. "Vamos fazer uma operação conjunta com a Polícia Federal e o Ibama para combater essa extração ilegal", diz o coronel Piccolotto.
A FUNAI admite a ilegalidade do garimpo, mas culpa a mineradora Paranapanema por ter aberto e abandonado a área nos anos 80. O chefe da FUNAI defende uma ação judicial para cobrar indenização da empresa. Procurada, a Paranapanema não se manifestou. Os Tenharim, segundo Valmir Parintintin, estariam apenas "reaproveitando" a areia da área.
5 de 2214
jullima
969 10/01/2007E ai ?? será mais um prejuízo ???
6 de 2214
jullima
969 10/01/20077 de 2214
jullima
969 10/01/20078 de 2214
jullima
969 10/01/2007Vale estuda oferta de US$ 25 bi pela Mosaic
16/07 - 12:47 - Agência Estado
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoDepois de gastar US$ 850 milhões este ano com a compra de ativos de potássio - matéria-prima para a fabricação de fertilizantes - na Argentina e Canadá, a Vale continua mirando o setor. Segundo fontes de mercado, a mineradora brasileira se prepara para entrar na briga pela Mosaic, empresa controlada pela Cargill e pela IMC Global, duas líderes no segmento de agronegócio.
O negócio é avaliado em cerca de US$ 25 bilhões, cifra que embute um prêmio de controle sobre o atual valor de mercado da companhia, de quase US$ 20 bilhões, pelas ações listadas na Bolsa de Valores de Nova York. Também estaria no páreo a principal concorrente da Vale, a mineradora anglo-australiana BHP Billiton, a primeira no ranking mundial.
Com sede em Minnesota, nos Estados Unidos, a Mosaic é a maior produtora de fosfato e uma das maiores produtoras mundiais de potássio. Empresa de capital aberto, a Mosaic surgiu de uma união entre a Cargill Fertilizantes e a IMC Global. A empresa tem unidades de produção nos Estados americanos da Flórida, Louisiana, Michigan e Novo México, além de quatro minas de potássio no Canadá.
Em 2008, o grupo de fertilizantes - que atua em mais de 40 países - contabilizou uma receita líquida superior a US$ 9,8 bilhões, com US$ 11,8 bilhões em ativos investidos. Em sua página na internet, a companhia informa que detém ainda importantes participações acionárias em fabricantes de fosfato no Brasil e na China.
INTERESSE
Desde ano passado, a Vale vem sinalizando o interesse de entrar mais pesado no segmento de produção de fertilizantes. A mineradora até chegou a analisar a compra da Cibrafértil, uma das quatro divisões do grupo Paranapanema.
O presidente da mineradora, Roger Agnelli, já destacou que o foco no setor tem como pano de fundo o crescimento da demanda mundial por alimentos, que vai exigir uma produção maior de minerais usados na indústria de fertilizantes, como potássio e fosfato.
A Mosaic, para a qual a mineradora volta agora suas atenções, possui no Brasil 62% do controle da Fospar, empresa produtora de fertilizantes e que possui também operações portuárias, com terminal em Paranaguá, no Paraná; 45% da Indústria de Fertilizantes de Cubatão (IFC), que opera serviços de mistura e distribuição de fertilizantes; e 19,92% de participação direta e indireta na Fosfertil, maior produtora nacional de matérias-primas fosfatadas e nitrogenadas.
No Brasil, a Vale já explora potássio na mina de Taquari-Vasssouras, em Sergipe. No exterior, a companhia desenvolve um projeto de produção de fosfato em Bayóvar, no norte do Peru. A mina peruana, cuja concessão foi adquirida pela mineradora brasileira em leilão em 2005, vai produzir 3,9 milhões de toneladas anuais de fosfato, e tem previsão de entrar em operação no primeiro semestre de 2010. Os investimentos são estimados em US$ 479 milhões.
A Vale possui ainda os dois depósitos comprados este ano da Rio Tinto e que também estão em fase de maturação. O ativo na Argentina fica localizado em Neuquém, na Argentina, e prevê, além da mina, a construção de um ramal ferroviário de 350 quilômetros, um porto e uma usina de geração de energia. O depósito no Canadá está localizado na província de Saskatchewan.
Procurada, a Vale não se pronunciou sobre o assunto. Já a Cargill do Brasil informou que essa questão seria de responsabilidade da matriz nos Estados Unidos.
9 de 2214
jullima
969 10/01/2007SUPERFOSFATO SIMPLES
FERTILIZANTE MINERAL
COMPLEXO N-P-K
P (FOSFORO)
CA (CALCIO)
S (ENXOFRE)
N (NITROGENIO)
K (POTASSIO)
10 de 2214
jullima
969 10/01/2007Cibrafértil: Divisão Fertilizantes
Produção de fertilizantes
integrada com a Caraíba Metais
Localização: 1 planta no Complexo
Petroquímico de Camaçari (BA)
Integração: acidoduto que leva
ácido sulfúrico direto da Caraíba
para a Cibrafértil
Vantagens de logística (distâncias)
Salvador: 45 Km
Caraíba Metais: 5 Km
Porto de Aratu (BA): 25 Km
Petrobrás Fafen: 2 Km
Principais Clientes: 20 Km
Área de terreno total: 108.336 m²
Área construída total: 17.834 m²
Política de comercialização
Venda industrial dos produtos para
uso como matéria-prima na mistura
de fertilizantes e revenda pelas
misturadoras
Principais clientes:
Fertipar - 34%
Yara - 22%
Bunge - 16%
Heringer - 12%
Mosaic - 3%
Exportação (Mercosul) - 9%
Outros - 4%
11 de 2214
jullima
969 10/01/2007Receita Bruta 100,0%
Mercado Interno 91,4%
Mercado Externo 8,6%
12 de 2214
jullima
969 10/01/200713 de 2214
Salmao
192 10/10/2008A propósito, bela alta hoje heim Julima, qual seu alvo pra vender?
14 de 2214
jullima
969 10/01/20073,29 +6,47 com 217 negocios e com volume de 1,11M
Excelente !!!
15 de 2214
jullima
969 10/01/2007na verdade eu estou eh com vontade de comprar mais ... acompanho a empresa ja faz um ano e acho que esta possui muitas possibilidades para o futuro ... é uma empresa pra encarteirar ...
um dia ainda vamos falar : putzzz e eu que tive essa empresa comprada por 3,29 e vendi por 4,50 !!! e ela vai estar valendo 40, como nos velhos tempos ...
16 de 2214
luciomedeiros
743 25/05/2009Aproveitem a faixa de 3,30 agora, porque depois só acima de 4,00.
O que acham?
17 de 2214
jullima
969 10/01/2007olha so ta todo mundo se armando pra segunda acho que se o ibov ajudar teremos novas altas pela frente ... segunda ta saindo informações ....
18 de 2214
haramoto
30832 21/04/200819 de 2214
haramoto
30832 21/04/200820 de 2214
haramoto
30832 21/04/2008