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  • 25/01/2008

Operação Alfa

Daniella Camargos
Isto é Dinheiro

O banqueiro Aloysio Faria, ex-dono do Real, pode estar vendendo o banco que lhe restou – de novo para o ABN?

Oito anos depois de vender o Banco Real para o ABN Amro, numa transação de US$ 3 bilhões com raras rivais no capitalismo brasileiro, o banqueiro Aloysio Faria pode estar de volta à mesa de negociações. Partem de dentro do Banco Alfa, instituição gerada a partir das divisões do Real que permaneceram em poder de seu ex-dono, rumores de venda para um grupo maior. “Por ser muito bem administrado, nosso banco é freqüentemente sondado por uma ou outra instituição que deseja ganhar mercado”, diz um executivo de alto escalão. “Soube desta última história há 15 dias. Se for verdade, não me surpreenderá”, complementa. A lista dos possíveis interessados, curiosamente, é encabeçada pelos mesmíssimos holandeses do ABN. Mas conta com outros nomes fortes, como o brasileiro Votorantim e o espanhol BBVA. O presidente do Alfa, Paulo Guilherme Ribeiro, nega a existência de negociações de venda. Sabe-se, porém, que a instituição está entre as mais cobiçadas do mercado brasileiro – em grande medida por ser “o outro banco de Aloysio Faria” – e já foi alvo de investidas anteriores.

Há cerca de dois anos, o assédio partiu do grupo português Finantia, então decidido a crescer deste lado do Atlântico. A oferta, porém, não seduziu Faria. A preços de hoje, especialistas avaliam que quem quiser comprar o Banco Alfa terá de estar pronto a desembolsar, no mínimo, R$ 2,3 bilhões. O valor é equivalente a duas vezes o patrimônio líquido da instituição.

É difícil precisar a quem interessaria investir tanto dinheiro – mais de duas vezes o que o Bradesco pagou pelas operações brasileiras da American Express. Mas há pistas a seguir. “O ABN ficou muito contente com o que comprou do Aloysio”, diz um analista de mercado sob a condição do anonimato. “Por isso, pode ter interesse em adquirir agora a parte do Real que não foi incorporada à época”, raciocina. Em 1998, Faria vendeu a operação de varejo do Grupo Real e ficou com o Banco Real de Investimento, a Companhia Real de Crédito, Financiamento e Investimento e a Real Corretora. Agrupados e renomeados, passaram a formar o conglomerado financeiro Alfa. Procurado pela DINHEIRO, o Real negou negociações com Faria.

Existe uma outra maneira de se analisar este xadrez: pelas possibilidades de sinergias e riscos de sobreposição. O fato de o Banco Alfa ser alvo do diz-que-diz-que do mercado – que nem sempre se confirma – tem muito a ver com sua fortaleza em áreas específicas. Seu relacionamento estreito com uma saudável carteira de cerca de 500 empresas de médio e grande porte atrai olhares de cobiça. Mais ainda, os acordos de sua financeira com 337 revendas de automóveis e concessionárias, além de 1.120 pontos avulsos de lojistas, causa inveja na concorrência. As operações com veículos, incluindo leasing, atingiram R$ 671,5 milhões em 2005 (aumento de 18% em relação a 2004) e fecharam o primeiro trimestre na casa dos R$ 716 milhões. Há, ainda, uma operação de crédito consignado, que saltou de R$ 314,6 milhões em 2004 para R$ 509,2 milhões no ano passado. O total de crédito gerido pelo banco, considerando avais e fianças, atingiu a marca de R$ 5,3 bilhões ao final do primeiro trimestre.

É um belo pacote, porém potencialmente redundante para gigantes como o próprio Real, o Bradesco ou o Itaú. “Esses bancos já operam nessas áreas, com presença maior que a do Alfa, pondera Erivelto Rodrigues, sócio da agência de classificação de risco Austin Rating. Para ele, a compra faria mais sentido para uma instituição como o Citibank, que há tempos busca uma fórmula de crescimento no País, ou para um banco menor em fase de expansão, como o Votorantim. A lógica vale para o BBVA, que já demonstrou interesse em voltar para o Brasil, depois de ter vendido suas operações no País para o Bradesco em 2003. A palavra final, naturalmente, é de Aloysio Faria. E pode ser um não. Dono de um império que vai do varejo para construção (a C&C) até fábrica de sorvetes (a La Basque), o financista mantém dois hobbies conhecidos: criar cavalos e administrar bancos.

R$ 2,3 bilhões é o valor mínimo estimado pelo mercado, para uma possível venda do banco de Aloysio Faria




  • 31 Jan 2008, 18:41
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Ativos Discutidos
BOV:RPAD6 5.30 2.7%
Alfa Holdings Sa (ex Real Sa Participacoes Administracao)
Alfa Holdings Sa (ex Real Sa Participacoes Administracao)
Alfa Holdings Sa (ex Real Sa Participacoes Administracao)
Índices Mundiais
Alemanha 1.2%
Austrália -1.2%
Brasil 2.2%
Canadá -0.0%
EUA (Dow Jones) -1.7%
EUA (NASDAQ) -1.5%
França 1.5%
Grécia 0.4%
Holanda 1.1%
Inglaterra 0.2%
Itália 1.5%
Portugal 0.2%
Maiores Altas (%)
BOV:SLED2 0.19 850.0%
BOV:AMAR11 0.06 50.0%
BOV:EMAE4 40.20 13.2%
BOV:PICE12 89.00 11.3%
BOV:DAMT11B 15.23 11.2%
BOV:MGLU3 4.50 11.1%
BOV:F1MC34 285 10.8%
BOV:H1UM34 527 10.3%
BOV:W1IX34 14.17 9.2%
BOV:BRIP11 1,200 9.0%
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