Ibovespa abre em queda, mas mantém os 59 mil pontos

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Pressionado, principalmente, pelo recuo das ações da Petrobras, o Índice Bovespa abriu o dia em baixa. Às 12h20, a bolsa brasileira perdia 0,30%, para 59.397 pontos. Os papéis ordinários (ON, com voto) e preferenciais (PN, sem voto) da petroleira recuavam (BOV:PETR3) 2,01% e (BOV:PETR4) 1,74%, com o petróleo em queda no exterior. Além disso, a Ultrapar confirmou sua participação no processo para compra da Liquigás.

No mesmo sentido, Itaú Unibanco PN (BOV:ITUB4) caía 0,08%, Bradesco PN (BOV:BBDC4), 0,03%, e as units (recibos de ações) do Santander (BOV:SANB11), 1,41%. Já Banco do Brasil ON (BOV:BBAS3) subia 0,47%. Ontem, o Bradesco divulgou proposta do Conselho de Administração para prorrogar por mais dois anos o mandato do presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi, mudando a idade máxima prevista para o cargo de 65 para 67 anos.

Vale ON (BOV:VALE3), por sua vez, recuava 0,39%. Vale PNA (BOV:VALE5), no entanto, avançava 0,26%. Na China, o minério de ferro registrou desvalorização de 0,13%, para US$ 59,16 a tonelada.

CSN cai 4% e Embraer ganha quase 2%

As piores quedas do Ibovespa, sem contar Santander, estavam com CSN ON (BOV:CSNA3), 4,02%, JBS ON (BOV:JBSS3), 2,95%, Braskem PNA (BOV:BRKM5), 2,07%, e Qualicorp ON (BOV:QUAL3), 1,41%. O frigorífico JBS ainda era pressionado para baixo pela Operação Greefield, que investiga desvios de recursos em fundos de pensão envolvendo o presidente da companhia e da holding, Wesley Batista. Na contramão, as maiores altas do índice ficavam com Embraer ON (BOV:EMBR3), 1,96%, TIM ON (BOV:TIMP3), 1,44%, BB Seguridade ON (BOV:BBSE3), 1,14%, e Hypermarcas ON (BOV:HYPE3), 1,13%.

Europa e Estados Unidos têm leves perdas

Na zona do euro, os investidores repercutiam a estimativa final para o Produto Interno Bruto (PIB) da região no segundo trimestre. Em linha com o esperado, o bloco cresceu 0,3% ante os três primeiros meses do ano e 1,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2015. O Stoxx 50, que reúne os 50 papéis europeus mais líquidos, tinha perda de 0,16%, como o britânico Financial Times, 0,71%, e o francês CAC, 0,22%. Já o alemão DAX ganhava 0,10%.

Nos Estados Unidos, o Dow Jones perdia 0,10%, seguido pelo S&P 500, 0,15%. Na ponta positiva, o indicador da Nasdaq marcava avanços de 0,10%. Negociado em Nova York, o petróleo WTI tinha queda de 0,47%, para US$ 44,23, acompanhado pelo Brent, de Londres, 1,93%, para US$ 46,71.

Juros longos caem; dólar recua para R$ 3,23

Pela manhã, os juros futuros válidos até 2017 se mantinham estáveis em 13,83% ao ano, enquanto as taxas para 2018 passavam de 12,54% para 12,53%, como as projeções para 2021, que caíam de 11,94% para 11,89%. Segundo a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), a redução da taxa básica de juros (Selic) dependerá de fatores que permitam maior confiança no alcance da meta de inflação, principalmente em 2017. A autoridade monetária anunciou hoje leilão de 10 mil contratos de swap cambial reverso, de US$ 500 milhões. O dólar comercial tinha perdas de 1,46%, para R$ 3,23, ao passo que o dólar turismo permanecia estável em R$ 3,23.

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