Ibovespa sobe pelo quarto pregão e se aproxima dos 59 mil pontos

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O Índice Bovespa encerrou o dia em alta, completando o quarto pregão consecutivo de ganhos. O índice fechou com ganho de 1,03%, aos 58.994 pontos, depois de ter ultrapassado os 59 mil pontos durante o dia, acompanhando os mercados internacionais. O volume negociado na Bovespa foi de R$ 6,614 bilhões, abaixo da média diária do ano, de R$ 7 bilhões. Na semana, o índice acumula alta de 3,35% e no mês, 1,89%. No ano, o ganho do Ibovespa é de 36,09%.

Maiores altas do índice

As maiores altas do dia do índice foram de Cemig PN (papel preferencial, sem voto) (BOV:CMIG4), de 3,30%, CCR ON (papel ordinário, com voto) (BOV:CCRO3), 3,22%, Pão de Açúcar PN (BOV:PCAR4), 2,88%, Ecorodovias ON (BOV:ECOR3), 2,67% e Weg ON (BOV:WEGE3), 2,57%. Já as maiores quedas foram de Fibria ON (BOV:FIBR3), 4,39%, Localiza ON (BOV:RENT3), 2,47%, RaiaDrogasil ON (BOV:RADL3), 2,34%, Gerdau Metalúrgica PN (BOV:GOAU4), 2,17% e Vale ON (BOV:VALE3), 0,57%.

Entre os papéis de maior destaque no Ibovespa, as ações PNA da Vale (BOV:VALE5) também fecharam em baixa, com -0,20%, apesar do minério de ferro ter continuado em alta no exterior, de 0,84%, para US$ 56,34 a tonelada, a terceira alta seguida. Petrobras, por sua vez, subiu, 2,49% a ação PN (BOV:PETR4) e 1,3% a ON (BOV:PETR3), acompanhando o petróleo. Itaú Unibanco PN (BOV:ITUB4), maior peso no índice, fechou em alta de 1,60% e Bradesco PN (BOV:BBDC4), 1,92%. Ainda entre os bancos, Banco do Brasil ON (BOV:BBAS3) subiu 0,47%. Ambev ON (BOV:ABEV3), segundo maior peso no índice, ganhou 1,08%.

No exterior, os mercados de ações e commodities seguiram repercutindo os sinals do Federal Reserve (Fed, banco central americano) de que os juros podem subir, mas em ritmo lento, já que os indicadores de inflação, desemprego e crescimento seguem modestos. Os juros dos papéis de 10 anos do Tesouro dos EUA recuaram mais um pouco, de 1,668% ao ano ontem para 1,630% hoje, ajudando a enfraquecer o dólar diante de outras moedas, inclusive as de emergentes.

Europa em alta

Na Europa, o índice Stoxx 50 subiu 2,33%, enquanto o Financial Times ganhou 1,12%. O Dax, de Frankfurt, subiu 2,28%, o CAC, de Paris, 2,27% e o Ibex, de Madri, 2,01%.

Ganhos nos EUA

No mercado americano, os investidores repercutiram dois índices do mercado imobiliário. O de preços de residências da FHFA subiu 0,5% em julho sobre o mês anterior, mais que o 03% de junho, acima do 0,3% esperado, acumulando 5,8% em 12 meses.  Já as vendas de casas existentes caíram 0,9% em agosto sobre o mês anterior, ante queda de 3,4% em julho. O número veio bem pior que o esperado, que era de alta de 1,1%.

Já os pedidos de auxílio desemprego na semana encerrada em 17 de setembro recuaram de 260 mil para 252 mil, ante uma expectativa de alta para 261 mil. O indicador da atividade industrial de Kansas, por sua vez, melhorou de -4 em agosto para +6 em setembro, bem melhor que o -3 previsto pelo mercado.

O Índice Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,54%, enquanto o Standard & Poor’s 500 ganhou 0,65% e o Nasdaq, 0,84%.

Petróleo sobe

O petróleo também fechou em alta, com o tipo WTI negociado em Nova York subindo 2,2%, para US$ 46,32 o barril e o Brent, de Londres, 1,75%, para US$ 47,65 o barril, puxando os preços das ações das petroleiras. As mineradoras também subiram, ajudando as bolsas da Europa.

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